sexta-feira, 23 de junho de 2017

#968

http://observador.pt/2017/06/22/este-ano-e-proibido-lancar-baloes-de-sao-joao-gondomar-quer-proibicao-permanente/


Parece que os senhores do governo finalmente tiveram coragem para fazer o que já deviam ter feito há muito tempo. Já é sabido também que vai haver muita gente a revoltar-se e a dizer mal, mas ninguém quer saber desses velhos do Restelo. A tradição já não é o que era e temos que nos adaptar. Se esta é uma tradição que pode causar incêndios que queimam matos, floresta, casas e até pessoas, porquê insistir nisto? Mandem balões com LEDs, como já vi sugerido em algum sítio.


Vá, bom São João a todos, e sem balões, já sabem!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

#967

O ar condicionado esteve ligado anteontem o dia todo no escritório. Nem costumo ser dessas pessoas que se incomodam com isso, até porque de facto estava muito calor, mas durante a tarde já estava a sentir a garganta a doer-me um pouco. Não pedi para desligarem, pois ninguém quer ser a pessoa que pede para desligar o AC e ficar a ser odiada por todos, não é? A dor de garganta continuou no dia seguinte e ontem à noite estava a sentir-me um pouco doente. Hoje vim trabalhar, mas estou cheia de ranho, as dores de garganta continuam, sinto-me até um pouco mole e adoentada. Devia ter ficado em casa, na cama, a entregar-me à doença e cheia de auto-comiseração, a beber chá e dormir o dia todo.

#966




Nada como uma pá dobrável, que podemos transportar facilmente connosco na carteira, para aqueles dias em que matamos alguém sem contar e temos de enterrar o corpo. Obrigada, Tiger.

#965

Dei por mim a pensar como eram algumas coisas há uns anos atrás, sem internet. Comprar um carro, por exemplo. Hoje em dia podemos ir aos sites e ver logo fotos do carro e descrição de todas as características. Antes não víamos imagens nenhumas, tínhamos apenas acesso a anúncios em jornais, pequenas descrições sobre os carros que tínhamos depois de ir ver ao vivo.
Anúncios de emprego, por exemplo, outra das coisas que está muito diferente. Conseguimos fazer pesquisas específicas para as posições que queremos e enviar o CV com um clique. Antes tínhamos de ler o jornal de ponta a ponta e depois enviar cartas com CVs em papel pelo correio.
E ir a sítios apenas com mapas, sem GPS? Toda uma realidade que não consigo nem imaginar.
Obrigada, internet, pelas coisas boas que trouxeste.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

#964

É curioso como o ser humano se envergonha de funções naturais do seu corpo, como a barriga a roncar de fome, ou fazer cocó ou arrotar, coisas fisiológicas que não controla, e não se envergonha de traços de carácter como a mentira, a inveja ou a maldade, características sobre as quais tem poder para controlar e até para mudar.

#963

Dúvida da semana: afinal a Pierre Cardin é uma marca premium ou não? Eu tinha ideia que era mas depois vejo mantas e toalhas da Pierre Cardin à venda no Espaço Casa e fico confusa.

terça-feira, 20 de junho de 2017

#962

Há um efeito muito curioso que acontece no meu local de trabalho: eu trago fruta fresca de casa, de manhã, numa lancheira, para o lanche. Deixo a lancheira na minha mesa, aberta, para entrar ar. Quando vou lanchar por volta das 17h, já essa fruta está praticamente podre. Isto quer dizer que quase todos os dias eu como kunami (quem nao souber o que é, que faça uma pesquisa no google por kunami e gato fedorento).

#961

As coisas de que eu gosto.


Elefantes.




#960

Ainda sobre o incêndio em Pedrógão, para quem quer ajudar, gostava de deixar aqui um apelo para não o fazerem através daquelas linhas telefónicas criadas pelas televisões e fazê-lo antes através do depósito em conta ou transferência para as contas dos vários bancos que também estão a ajudar, como a CGD, o Montepio, Novo Banco, etc.
O problema dessas chamadas é que a chamada custa cerca de 75 cêntimos aproximadamente, mas apenas 50 cêntimos são para ajudar realmente. O resto do dinheiro será para pagar a comissão das operadoras e ainda o IVA. Pode não parecer muito porque estamos a falar de cêntimos, mas se virmos por exemplo em 1000€, serão cerca de 200€ para o custo do IVA que vai para o Estado, cerca de 150€ que serão para taxa das operadoras, sendo menos de 700€ para ajuda propriamente dita (contas redondas).
Já se depositarem dinheiro nas contas bancárias criadas para o efeito julgo não haver nenhum imposto devido, mas também não tenho a certeza absoluta. Pelo menos não pagam IVA nem comissões telefónicas.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

#959

Não há muito mais a dizer sobre o fogo que ainda arde em Pedrogão e terras vizinhas. Já muito foi dito, já tudo foi dito. É uma tragédia, é lamentável, é impensável. Perderam-se várias vidas de uma forma horrível, tenebrosa, nem consigo imaginar. E tentando ultrapassar isso tudo, também não consigo imaginar como os que sobreviveram vão viver ou sobreviver a partir daqui. Muitos perderam tudo ou perderam muita coisa, construída ao longo de uma vida. Eu não sei se teria coragem para recomeçar, iria sentir-me completamente perdida. Não sei se as ajudas que falam são para devolver as casas, os carros, as máquinas de trabalho, e tudo o resto às pessoas. Sinceramente não sei como funciona isso, não sei o que as ajudas englobam. Custa-me pensar como estarão estas pessoas daqui a uns meses, daqui a um ano. Porque daqui a uns meses já ninguém fala disto. Como nao se fala das vítimas dos incêndiso na Madeira do ano passado, nas vítimas das enxurradas da Madeira de há uns anos, cai tudo no esquecimento, mas essas pessoas continuam a viver, provavelmente com mais dificuldades do que antes, com mais mazelas ou traumas psicológicos.
É tudo muito triste e difícil de aceitar e digerir.

#958

Tenho um destes suportes para portátil do Ikea, para usar no sofá:






Poucas vezes o usei para esse fim. Mas é uma cama de gato fantástica. Está na mesa da sala virado ao contrário e os gatos adoooooram dormir lá!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

#957


#956

O Marco é tão invejoso que quando está a comer põe a pata em cima da tigela da ração para a Mimi não pensar em ir lá também.

#955

O Marco é tão invejoso que quando vê a Mimi a dormir em algum sítio vai ferrá-la para ela sair e ir ele para o sítio onde ela está, mesmo que só lá esteja uns minutos e depois vá embora.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

#954

Há pessoas que nos tiram do sério. Que só de ouvirmos a voz delas nos apetece desatar a bater-lhes. Que todos os comentários nos causam raiva. Que por mais que nos esforcemos para as ignorar, nos causam urticária, nos mexem com os nervos. Que o mero facto de existirem nos causam transtorno. Trabalho ao lado de uma dessas pessoas. Se eu deixar de escrever aqui inexplicavelmente, é porque fui presa por agressão.

#953

O Marco é tão invejoso que, quando eu estou com a Mimi ao colo, ele começa a andar à minha volta, a miar desesperadamente para eu pegar nele. Quando a ponho no chão, ele vai-se embora.

terça-feira, 13 de junho de 2017

#952

Neste momento estou a ouvir música com phones e a carregar o iphone. Ao mesmo tempo.Se eu tivesse um iphone 7 não podia fazer isso, porque não há entrada jack e certamente já teria perdido aqueles phones minúsculos sem fios. De certa forma, ainda bem que sou pobre.

#951

O Marco é tão invejoso que quando a Mimi quer ir comer ele vai para a beira da tigela da comida e fica lá ao lado, sem comer, só para ela não ir para lá.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

#950

Devíamos dar às pessoas importância semelhante à que nos dão. Acho que o mais comum é sentirmos que as pessoas são mais importantes para nós do que nós para elas. E nem falo de relações amorosas. É muito fácil termos este sentimento com um/a amigo/a, quando somos nós que ligamos sempre e achamos que estamos a dar muito mais, a importarmo-nos muito mais do que a outra pessoa. Como damos tanta importância a estarmos juntos e a fazermos coisas juntos, quando os outros nem sequer querem saber assim tanto. É claro que o contrário também acontece, há pessoas a quem nós não ligamos tanto e que sentem o mesmo em relação em nós, que somos a parte que investe menos na relação.
Devíamos ter uma espécie de barómetro da importância e só gostar das pessoas o quanto elas gostam de nós. Dar-lhes a mesma importância que nos dão a nós, nem mais, nem menos. Assim ninguém acharia que está a dar mais de si do que devia.

#949

O Marco é tão invejoso que quando a Mimi quer subir as escadas para ir para o sótão, ele fica lá no meio só para ela não passar. É uma espécie de guardião das escadas.

#948

Esta semana vou fazer uma série de posts chamados 'O Marco é tão invejoso que...'. São posts dedicados ao gato Marco que é muito invejoso com a gata Mimi e basicamente estes posts mostram o seu comportamento reprovável. É uma espécie de humilhação pública para ver se ele se redime.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

#947

O sentido de humor é uma barreira à intimidade.
Por amiga psicóloga da Maat.

#946

No fim de semana passado fui a um trail. E vi uma coisa muito estranha. Estava um carro parado lá no meio do mato, uma espécie de bidão a deitar fumo no chão lá perto e dois homens com aqueles fatos brancos tipo de laboratório ou de astronauta, todos tapados, com capacete e tudo. Eu achei aquilo muito suspeito e achei logo que deviam estar a fazer drogas. Tipo no Breaking Bad, a fazerem crystal meth. Já estava até a pensar cumprir o meu dever enquanto cidadã e ligar para a polícia a reportar o que tinha visto. Entretanto depois do trail perguntei a um amigo que também tinha ido se os tinha visto e ele disse-me que eram apicultores. Eu com grandes dramas e afinal eram só senhores que iam roubar mel às abelhas. Bah.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

#945

Todas as pessoas que conheço que vão para o Algarve conhecem alguém que tem lá casa e nunca pagam nada pela estadia. E não estou a exagerar. Estive a pensar exaustivamente em toda a gente que conheço que vai para o Algarve e não me lembro de alguém que tenho pago para ficar lá. Há sempre uma tia, um amigo, uns sogros, uns amigos dos pais que têm casa e que está disponível em alguma semana do Verão. Eu se quiser ir tenho sempre de pagar. Claramente tenho de começar a escolher melhor as pessoas com quem me dou.

#944

Só para terminar a saga de ontem, ainda apanhei mais não sei quantos acidentes quando ia para casa ao fim do dia, e reparem que eu ainda estive a tratar de coisas a empatar para ir mais tarde e passar a hora do trânsito e mesmo assim demorei quase uma hora a chegar a casa quando chegaria em 20 minutos. E depois em casa ainda espalhei um bom bocado de um saco de ração no chão e tive de apanhar tudo à mão porque sou pobre e não ia deitar aquilo tudo ao lixo, naturalmente.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

#943


#942

Hoje apanhei trânsito bastante antes do sítio de onde costumo apanhar. E estava assim tudo muito compacto. Liguei para a linha de trânsito e disseram-me que houve um acidente cedo na VCI que ainda não estava resolvido e que toda a cidade estava mergulhada no caos. E eu lembrei-me de um comentário que alguém fez: o Porto é uma pescadinha de rabo na boca. Basta haver alguma coisa em algum lado e fica logo tudo parado, na cidade toda. Demorei imeeeenso tempo a chegar. Mas não se esperava outra coisa, de resto, é quarta-feira.

#941

quarta-feira
substantivo feminino
1. O quarto dia da semana, depois de terça-feira e antes de quinta-feira. = QUARTA
2. Dia em que tudo de mal acontece à Maat.

terça-feira, 6 de junho de 2017

#940

Ontem tive uma formação durante a manhã. A sala estava tão fria que na última hora eu já não consegui prestar atenção a nada do que se passou, só estava a tentar sobreviver à hipotermia. Eu nem sou desses pessoas que tem sempre frio, pelo contrário, mas quando a formação acabou eu já não conseguia mexer bem os dedos e quase que aposto que tinha os lábios azulados. Fui directa para o carro, que estava ao sol, e fui assim naquela estufa o caminho todo até ao restaurante para recuperar o calor corporal.

#939

Alças de soutien. Podia escrever um ensaio inteiro acerca de alças de soutien e como as odeio. Mas para não vos maçar, vou deixar aqui a versão muito resumida. Odeio alças de soutien, que ora estão apertadas, ora estão largas, ora caem, ora fazem marcas nos ombros. Para não falar do incómodo que é se queremos vestir um top que tem umas costas mais decotadas ou obros mais cavados e as alças ficam todas à mostra. Estou a pensar seriamente em comprar só soutiens sem alças a partir de agora para resolver este problema de vez.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

#938

Lembram-se de vos ter dito que não estava preparada para lidar com a situação do meu disco rígido, que caiu e aparentemente deixou de dar? Pois, eventualmente tive de lidar com isso e confirmei que tinah perdido tudo o que estava no disco. Por sorte tinha backup de cerca de 80% das fotos e das músicas numa partição no computador, mas tudo o resto foi-se. O resto das fotos que não tinham backup, vídeos, documentos, etc.
Conselho: mantenham sempre cópia de tudo, em dispositivos variados.
Constatação: o preços dos dispositivos de armazenamento ainda é muito elevado. Já não bastava ter ficado sem os conteúdos, agora também vou ter de gastar uma fortuna num disco novo!

#937

Vai sair o Transformers 4! Não sabia que ia haver outro filme e descobri que estreia já daqui a duas semanas e estou muito contente. É um dos meus guilty pleasures. Eu sei que não são grandes filmes, com histórias complexas e inesquecíveis, mas, caramba, são robots gigantes que se transformam em carros! O que mais podemos querer? Não sei se são ainda vestígios da minha infância, em que os Transformers eram dos meus desenhos animados preferidos, mas eu adooooooro os filmes, o Optimus Prime, o grande líder, e o Bumblebee, super fofo e o meu preferido. Avizinham-se cerca de 3h de pura diversão!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

#933


O que se passa na Venezuela é surreal. Acho que já nem se pode dizer que o país está em falência, o país está prestes a acabar. A situação da escassez de bens, pessoas sem comida, sem electricidade, sem bens essenciais, e agora os protestos em que vergonhosamente as pessoas estão a ser mortas porque protestam. Estava a acontecer esta vergonha e ninguém intervinha, não entendo isso mas certamente haverá motivos políticos e interesses, como sabemos. Como se tudo isso já não fosse suficiente, agora a (eu gosto de dizer "a" e não "o") Goldman Sachs compra dívida da Venezuela e mete lá uns milhões para ajudar aquele ditador. O que se passa com o mundo? Que a Goldman Sachs era uma das muitas encarnações do mal da Terra já se sabia, mas agora estão mesmo a meter os corninhos e o tridente à mostra. Não consigo perceber isto, se calhar não estou suficientemente dentro do contexto para perceber. Precisava que me explicassem como se tivesse 8 anos. Não há petróleo lá, não interessa a ninguém ajudar, é isso? Mas agora não só não se ajuda como ainda se mete mais umas achas para a fogueira. Incompreensível.

#932

É raro hoje em dia alguém agradecer no trânsito quando cedo passagem. Muito de vez em quando alguém lá dá quatro piscas mas são muito poucos os casos. Diariamente deixo passar pessoas à minha frente e nada, é como se eu tivesse feito somente a minha obrigação. E é verdade que devemos deixar as pessoas passar, senão ficam paradas para sempre nos estacionamentos e cruzamentos, mas ninguém nos obriga a isso. E mesmo que o façamos, era bom ter alguma simpatia de volta, não? E antes as pessoas agradeciam, eu lembro-me. O que aconteceu entretanto?

terça-feira, 30 de maio de 2017

#931

As pessoas exageram sempre as suas competências. Basta ver o nível de inglês nuns quantos currículos e depois nas entrevistas falar um bocado com as pessoas em inglês e perceber que estão uns dois níveis abaixo pelo menos. Com o excel é igual. São sempre magos do excel mas depois não sabem fazer fórmulas básicas. E eu incluo-me de certa forma neste grupo, vou fazer os cursos mas passado uma semana já não me lembro de metade das fórmulas. Mas tenho apontamentos, ok? Tenho apontamentos.

#930

Cá estamos para mais uma terça-feira, o pior dia da semana em termos de cansaço. Nunca mais chega amanhã, quarta-feira, o dia em sempre tudo de mal me acontece. Como podem ver, estou super animada.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

#929

Eu sei que este asssunto está muito batido já, mas preciso de me queixar um pouco do tempo para tirar isto do meu sistema. Está calor, muito calor e no dia seguinte está a chover. Depois trovoada e mais calor. Não consigo lidar com isto. O meu cérebro não consegue processar as mudanças tão rapidamente quanto devia. Depois acontecem coisas tipo estarem 30 graus e eu andar de calças de ganga, sapatilhas e meias e uma tshirt e morrer de calor. Porque no dia anterior este outfit era perfeitamente adequado ao tempo que fazia, mas no dia seguinte já não, porque é como se fosse outra estação já. Finalmente percebo que está calor, sim senhor, posso vir mais à vontade, e venho com roupa a menos porque no dia seguinte volta a estar mais fresco e chuva. Não consigo. Preciso de alguma estabilidade e mudanças suaves, para me habituar aos poucos. Quando eu começo a usar sandálias, depois não consigo voltar atrás e calçar sapatilhas, é sandálias o resto do verão. Só problemas.

#928

Confiar na intuição ou não? Será que as mulheres têm mesmo um sexto sentido? Eu não costumo acreditar em nada dessas coisas, histórias de fantasmas, visões, pessoas que têm poderes ou alguma coisa parecida que tenha alguma característica sobrenatural não me convence. No entanto, às vezes acredito na intuição, numa certa capacidade de perceber instintivamente que algo está bem ou está mal. Há pouco tempo recusei uma proposta de trabalho que tive, melhor do que a que tenho actualmente, porque tive uma sensação de que algo não batia certo. Mão sei bem o quê, não consigo explicar, se calhar nunca vou conseguir, mas sentia que não estava certo. Não sei se era o meu subconsciente a dizer-me que eu não ia gostar de trabalhar lá ou se eu achava que ia acontecer alguma coisa de mal à empresa, sei lá, ir à falência ou despedirem toda a gente passado um ano, não consigo explicar. Senti que não era a coisa acertada a fazer, apesar de ser uma coisa que eu queria, ou achava que queria, e por isso recusei. Agora só o tempo dirá se estava certa ou não.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

#927

Telefonista acusado de gastar 450 mil euros de instituto público em chamadas pessoais


Nem que eu ligasse a toda a gente da minha lista telefónica não conseguiria gastar todo esse dinheiro num ano. Nem que inventasse muitas mais chamadas para fazer, tipo ligar para lojas e saber se têm stock de um produto, ligar para restaurantes e saber os pratos do dia e fazer reservas/encomendas, ligar para hospitais para marcar consultas, ligar para oficinas e pedir orçamentos e verificar disponibilidade, ligar para sítios para fazer reclamações, ligar para sítios variados para pedir informações sobre os serviços, sei lá, de momento não me lembro de mais nada que eu pudesse precisar de fazer através de um telefone.

#926

Gosto de usar pijamas descoordenados. Faço questao de nunca usar a parte de cima e a parte de baixo do mesmo pijama ao mesmo tempo. Com os bikinis é igual, nunca ando com o conjunto completo. Pancas.

terça-feira, 23 de maio de 2017

#925

Ando com pouca inspiração, com a fúria da estrada, com sono permanente porque agora entro mais cedo, por isso vão ter de levar com mais gatinhos para ver se isto melhora um pouco.





#924

Leitores, preciso da vossa ajuda. Quem é que já foi à Madeira? Preciso de dicas. Dois dias são suficientes para ver as coisas mais importantes? O que é que se tem mesmo de visitar? Qual é a zona mais fixe para se ficar hospedado? Os transportes públicos são bons ou é preciso alugar um carro para nos conseguirmos deslocar?
Estava a pensar ir lá um fim de semana, mais no final do verão, agora que a Easyjet voa para lá, mas não quero gastar muito dinheiro e precisava de saber estes pormenores para saber se vale a pena pensar nisso ou não.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

#923

Apesar de a Toyota ser a minha marca preferida de carros, o serviço deles de assistência, pós-venda, oficina, etc. ser impecável, os carros serem muito fiáveis, robustos, etc., tenho de dizer aqui que os consumos que anunciam para o Yaris a gasóleo são mentira. Todos sabemos que nunca se conseguem os consumos anunciados pelas marcas porque são sempre medições feitas em condições óptimas e nós nunca temos essas condições, mas os consumos reais normalmente costumam ser apenas um pouco mais altos. Para o Yaris, a Toyota anuncia consumos de 3,5 a 3,9 l/100 km e isto é completamente irreal. Eu, que até costumo ter uma condução económica, nunca consegui fazer menos de 5,5 l/100 km, a poupar. Com condução normal vai para o 6,0. É uma diferença de quase 2 litros, e se virmos em percentagem é cerca de mais 51% do que o anunciado! Já experimentei três Yaris diferentes a gasóleo e nunca consegui baixar dessa média. O F. também conduziu esses carros e ele ainda faz médias mais altas, tipo 5,8 a 6 litros. Gostava de saber se há alguém que consiga fazer os consumos que a Toyota anuncia pois parece-me impossível, só se andarem sempre em descidas. No modelo anterior do Yaris sim, fazia médias de 4,7 litros, com um consumo anunciado de 4 a 5,5 l/km, por isso batia certo. Acho que agora exageraram. Ou então os carros em que andei têm graves problemas.

#922

As segundas-feiras são difíceis. Que o diga um colega que está sentado perto de mim que adormeceu na secretária agora mesmo. Ouvi ressonar e olhei. Tough weekend!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

#921

Passo por muitos carros de escolas de condução em sítios sossegados, tipo urbanizações onde passam poucos carros ou ruas mais paradas. Julgo que para praticarem mais à vontade. Mas isso não me parece ser um grande método. Eu tirei a carta numa escola de condução mesmo na Rotunda da Boavista/Avenida da Boavista. A primeira vez que liguei o carro fui logo atirada aos lobos. E andava sempre em sítios do género, Boavista, Campo Alegre, Foz, Porto, sítios com muitos carros, muito trânsito, muitas filas, muito tudo. Tinha uma desvatagem que era passar algum tempo parada nas filas mas a grande vantagem é que depois de andar ali no meio tudo me parecia muito mais fácil, nunca tive medo de ir a lado nenhum. Quem anda em estradas sem carros e sem trânsito, até pode aprender a conduzir muito bem, mas depois é normal acontecerem aquelas situações em que as pessoas têm medo de levar o carro para o meio do trânsito porque não estão habituadas. Não sei bem o que temem, no fundo, são só carros, mas pronto, percebo um pouco a dificuldade que lhes possa parecer, já que nunca foram para sítios tão movimentados e para quem tem carta há pouco tempo pode parecer muito complicado.

#920

Eu acho que posso já ter dito isto, mas não gosto do Principezinho. As pessoas andam aí a partilharem citações, é o livro preferido de muitas delas (se calhar porque nunca leram outro) e até há merchandising agora. Mas foi um livro que nunca me disse nada. Será que não tenho sentimentos?

quinta-feira, 18 de maio de 2017

#919

Sabem aquelas pessoas que acham que são engraçadas e estão sempre a dizer piadas? Que não conseguem falar 5 minutos seguidos sem dizer a sua gracinha? Odeio-as. E percebi que também sou um pouco assim por isso odeio-me também.

#918

Odeio ir à casa de banho a meio da noite e que a porta esteja fechada, porque quase sempre vou contra ela. Deixo sempre a porta aberta para depois poder entrar à vontade, porque vou às escuras. Quando por acaso fica meia aberta, é certinho que se for lá à noite vou mandar-me contra a porta. Grrrr.

#917

As marcas agora estão sempre a lançar modelos novos de carros. Eu diria que quase a cada 2 anos sai um modelo novo de um carro já existente. Basta ver o Opel Astra, por exemplo, ou o Renault Clio. Se eu gastasse dinheiro num carro novo, iria ficar muito chateada se passado dois anos ou menos, depende da altura em que a compra tivesse sido feita, o meu carro já estivesse desactualizado e tivesse também desvalorizado, pois já não era o modelo corrente.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

#916

Aquelas conversas do 'tens de ultrapassar os teus limites' e 'superaste-te a ti mesma' dão-me vómitos. Parece que as pessoas andam a ler livros da tanga de auto-ajuda e põem-se a regurgitar essas merdas que não significam nada pela boca fora.

#915

Para receber dinheiro, toda a gente tem imensa pressa. Temos prazos para fazer pagamentos e ai de nós se pagamos o que for depois do prazo. Já aumenta o preço e mais não sei o quê. Para depois receber reembolsos é que é o caraças. Para isso não há prazo nenhum nem já ninguém tem pressa. Ando há 5 semanas a tentar receber o reembolso de 2 eventos que não fui por causa da viagem em trabalho que tive e nada ainda. Mando emails semanais e dizem sempre que vão tratar, mas dinheiro na conta nem vê-lo. Até posso não receber nunca mais o dinheiro, afinal não é um valor assim tão alto, mas vou continuar a aborrecê-los para aprenderem que não é assim que se faz. E claro, vou enxovalhá-los sempre que possível e nunca mais vou aos eventos deles.

terça-feira, 16 de maio de 2017

#914


#913

Gressinos. Grissinos. Grissínios. Grissinis.

#912

Gosto muito de ver memes com as diferenças das relações no início e depois de alguns meses. Mas em todos os memes que já vi, há um que nunca apareceu: é quando os homens no início da relação dizem 'wow, és tão diferente', que uns meses depois se transforma em 'foda-se, és mesmo louca' e fogem a sete pés. Conhecem?

segunda-feira, 15 de maio de 2017

#911

Dúvida da semana: será que existe alguma excepção no código da estrada que diga que os veículos pesados (camiões e camionetas) têm de fazer as rotundas todas por fora, mesmo que as vão contornar até ao fim? É que todos os dias vejo isso acontecer e me pergunto se eles têm a sua própria versão do código.

#910

Nos aeroportos, os parolos de óculos de sol na cabeça são sempre portugueses.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

#909

O segredo para nos sentirmos magras é comprar roupa larga. Tenho uma camisola que claramente comprei o número acima, porque as mangas até me ficam quase a tapar as mãos, mas sinto-me sempre tão magra quando a uso, com todo aquele tecido a mais!

#908

Em algumas casas de banho públicas há imensos mecanismos para as pessoas não tocarem em nada e não apanharem micróbios umas das outras: as torneiras ligam-se sozinhas, os secadores são automáticos, dá para descarregar o autoclismo com o pé. Mas depois chegamos à porta para sair e temos de puxá-la com as mãos. Não é uma contradição? Não devia abrir sozinha ou pelo menos para fora, para podermos empurrar com os pés e não tocarmos em nada?

quinta-feira, 11 de maio de 2017

#907

Para cada acção que nos traz algum benefício há uma acção oposta que nos deixa praticamente no ponto de partida. Veja-se o caso simples do reembolso do IRS. Tão facilmente recebemos o dinheiro como acontece qualquer coisa com o carro e temos de gastar esse dinheiro para o arranjar. Ou tão facilmente (not) emagrecemos 2 kg como a seguir vamos para o Estados Unidos comer doses XXL e engordamos de volta. Easy come, easy go.

#906

Para mim o Festival da Eurovisão é uma cena dos anos 80, início dos 90. Morreu aí, nunca mais liguei a isso, nem me lembrava que isso ainda dava. Por isso, não entendo bem todo este circo à volta disso.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

#905

Ontem dei por mim a passar pelos carros e a achá-los todos muito pequenos, mesmo carros maiores tipo Mercedes e BMW. Para quem vem dos US, onde só se vêem carros gigantes, pick-ups (ainda não percebi qual é a cena deles com as pick-ups, mas na cidade onde estive eram quase 50% do parque automóvel) e carrinhas enormes, os carros portugueses parecem de brincar. Aliás, tudo lá é grande: os carros, as estradas, as doses de comida, as embalagens de coisas nos supermercados, tudo.

#904


#903

Em conversa com uma amiga, referi que nunca tinha ido a uma casa de banho de um avião e ela ficou muito surpreendida. Não acho nada de especial. Vou sempre antes de entrar e tento suportar até ir embora. Em viagens grandes é mais difícil, mas tenho conseguido. Confesso que estive quase a ir na viagem de regresso, que durou mais de 11 horas, as últimas 2 horas já estava bastante aflita, mas consegui aguentar até ao aeroporto. Ainda por cima um voo de 11 horas, com quase 300 pessoas, no final da viagem... digamos que não devia ser uma experiência muito agradável ir àquela casa de banho nessa altura. Agora poso dizer-lhe que fiz mais 5 voos e que mais uma vez não usei a casa de banho do avião. Yeah!

terça-feira, 9 de maio de 2017

#902

O puxe e o empurre nas portas são sempre tão difíceis. Mesmo em inglês, nunca sei o sentido correcto. E estou ali a forçar a empurrar quando bastava puxar. E não sou só eu, por isso não era mais fácil usar antes umas setas para as pessoas saberem o que fazer com as portas e perceberem facilmente o sentido da abertura?

#901

Não costumo dormir muito em aviões, só adormecer levemente e durante pouco tempo, mas odeio que isso aconteça porque não quero perder nada grátis. Numa das vezes acordei quando tinham acabado de distribuir o jantar e como vi as pessoas a comerem, consegui pedir logo para me trazerem. Mas se acordasse meia hora depois nem sabia que tinha havido jantar e ficava sem nada. Devia haver um botão para escolhermos que queríamos ser acordados quando passassem a distribuir comida.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

#900

Na mesma linha, também não fui viajar porque não pus nenhuma foto nem fiz nenhum comentário acerca disso no facebook. Semana passada era um fartote com toda a gente a mostrar onde tinha estado no fim de semana prolongado. Só o que está no facebook é que é verdade. As redes sociais são muito engraçadas.

#899

Antes disso, gostava de assumir aqui publicamente que pelos vistos não gosto da minha mãe porque não fiz nenhum post no facebook a dizer que gosto muito dela. Acho que isso é uma prova irrefutável de que não tenho sentimentos, não é?

#898

Voltei. Estive a viajar por isso perdoem-me os próximos posts sobre isso, já se sabe como é que é.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

#897


#896

Se vocês tivessem um negócio que dependesse de terem clientes e de os clientes estarem satisfeitos, o que preferiam? A) que um cliente que não estivesse satisfeito reclamasse com o serviço e que tivessem a oportunidade de corrigir o que eventualmente fizeram mal ou explicar porque o fizeram e que o cliente compreendesse e voltasse a usufruir dos vossos serviços ou B) que o cliente não dissesse nada e se fosse embora insatisfeito com o vosso serviço e nunca mais quisesse voltar e inclusivamente desse más referências do vosso negócio às pessoas com quem falasse?
Eu sei que sou uma resmungona e se algo não me agrada lá estou eu para reclamar, quando acho que é isso que deve ser feito, mas se as coisas forem resolvidas da melhor maneira, não guardo rancor. Agora se eu optar pela abordagem passivo-agressiva e ficar calada, aí de certeza que não vou voltar, porque as coisas não vão ficar resolvidas. Eu faço o que gostaria que fizessem comigo, que é, ao reclamar, dar uma oportunidade às pessoas para remediar um erro ou explicarem porque esse erro foi cometido.
Julgo que cheguei a contar um episódio de uma farmácia onde eu ia muito frequentemente e onde se enganaram a encomendar um creme para mim e depois não quiseram ficar com o creme. Eu não discuti, fiquei com o creme, e nunca mais lá fui. Mas nunca mais mesmo, e até tinha o cartão de cliente com dinheiro em saldo. Lembro-me que o cortei à tesourada com uma grande satisfação. Se eu me tivesse dado ao trabalho de reclamar, se calhar tinha-se resolvido tudo e eu ainda ia lá.
E como este, tantos outros episódios já aconteceram comigo, mas de facto os únicos sítios onde deixei de ir porque não gostei como fui atendida e não reclamei foi esta farmácia, um restaurante no Norte Shopping, uma associação de animais à qual eu comprava coisas/enviava donativos e a Bosch Car Service. Nos outros, falo, reclamo, até posso levantar um pouco a voz, mas acabo por voltar.

#895

Um dia destes comprei uma pizza quatro queijos no supermercado. Congelada, de uma dessas marcas de pizzas congeladas, nem sequer era de marca branca. Mas afinal era só pizza dois queijos. Os outros dois queijos anunciados nem vê-los. Eles não deveriam mudar o nome, para não enganarem as pessoas?

quinta-feira, 27 de abril de 2017

#894

Estive a ler os comentários de uma notícia sobre o ataque do cão à criança nos últimos dias e reparo que, independentemente desta situação em particular, ainda há muita gente que odeia cães. Sente-se o ódio nos comentários, e que na maioria dos li nem se referem a este ataque mas a situações normais do dia-a-dia. Não é não ligarem, entendo que haja quem não ligue a animais e respeito isso, mas também não os odeia, simplesmente não tem nenhum sentimento em relação a eles. As pessoas que comentam têm ódio mesmo, por todos os cães e, quiçá, donos de cães.

#893

Ontem, como primeiro dia de trabalho depois de ter estado de férias, decidi que podia comer uma porcariazita ao almoço. Como passei no shop e não havia muito por onde escolher, fui ao McDonalds. O problema de ir ao McDonalds agora é que eu não como carne, e então tive de pedir o McFilet ou lá como se chama a sande de peixe deles. Nunca tinha experimentado antes e acredito que não o voltarei a comer senão por grande necessidade. Não que não seja bom, o filete de peixe até era bom e não parecia contraplacado de peixe, dava para ver assim o peixe a desfazer-se em 'postas'. A questão é que era pequeno, muito pequeno. Mas acreditem, mesmo muito pequeno. O que me valeu foram as batatas, senão teria de pedir pelo menos mais duas sandes iguais. Em tamanho é semelhante àqueles hamburguers de 1,5 euros. Só que o menu sande + batata + bebida + um molho para batatas custaram 5 euros. Um escândalo, portanto. Agora que estão avisados não caiam no mesmo erro que eu.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

#892

O primeiro dia de trabalho depois das férias é sempre estranho. Parece que ainda estou adormecida, dormente. Só tenho uma velocidade, muito devagar, que se aplica para tudo. Não consigo despachar-me rápido em casa, ando a passo de caracol. Depois a conduzir venho sempre atrás daqueles condutores lesma, sem conseguir ultrapassar ninguém e (quase) sem me enervar. Julgo que inconscientemente a minha vontade zero de vir trabalhar impede o meu corpo de andar mais rápido, para adiar ao máximo o regresso. Por isso mesmo também chego sempre atrasada. Mas nem sequer me importo. Depois chego ao escritório e aí é só rezar para que ninguém fale comigo nas primeiras horas. Ajuda fazer cara de aborrecida para desmotivar as pessoas de algum tipo de contacto. E é esperar que o dia passe rápido, com menos chatices e falatórios possíveis, talvez arranjando bons planos para almoço para minorar o sofrimento. Ideal era mesmo arranjarem uma espécie de cubículos para quem voltasse de férias não ser obrigado a conviver com ninguém no primeiro dia. Via só os emails e despachava algum trabalho, mas era assim um dia de transição, para não ser um choque tão grande. Sabem aquelas pessoas que dizem que se fossem ricas continuavam a trabalhar? Eu não sou uma delas. Se eu fosse rica e pudesse, nunca mais trabalhava. Que sonho, não ter mais de acordar cedo e vir para o escritório mal disposta.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

#891

Velocidade Furiosa 327 estreia hoje, anuncia o SAPO.

#890

Tenho um novo passatempo/sentido de dever cívico: apitar às pessoas que circulam nas auto-estradas à esquerda. Se não vai ninguém à direita, porquê andar na esquerda? Sítios como VCI ou vias rápidas mais urbanas não vale a pena, ninguém quer saber, mas em auto-estrada as pessoas têm de aprender a andar à direita. Eu vou à direita, ando duas ou três faixas para a esquerda para as ultrapassar e apito-lhes enquanto as passo e faço sinal para irem para a direita. Alguns ficam chateados e dão máximos e resmungam, mas muitos acabam por perceber e encostam à direita. Antes eu do que a polícia, não é? Sempre poupam dinheiro e pontos na carta.

#889

Estou viciada no Lidl. Tenho ido lá mais vezes fazer compras em detrimento do Continente, onde ia antes. A situação cartão Continente chateia-me um bocado, aquilo é um bocado engodo, porque há muitas coisas que têm desconto em cartão mas que noutros supermercados estão ao preço mais baixo já, e não temos de voltar lá para gastar o dinheiro novamente. Por isso ultimamente tenho ido mais ao Pingo Doce e Lidl, que não têm isso dos cartões de cliente. Ora o 'problema' do Lidl é que tem sempre muitas coisas, coisas sem ser comida ou detergentes. Tem aquelas promoções todas onde eu me perco. Tem roupa de desporto gira, tem utilidades para a casa, tem pequenos electrodomésticos, tem roupa barata, tem tudo! Tenho de me conter muito para não comprar aquelas pechinchas todas. Tenho ido lá várias vezes por semana, e a lojas diferentes, para apanhar alguns restos de promoções mais antigas que algumas lojas menos concorridas têm, mas isto tem de acabar. E agora, vários anos depois, percebo o encanto do Lidl!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

#888

Reparo que agora que estão a chegar as férias e que as pessoas já têm férias marcadas, dá-se muitos palpites sobre a vida dos outros. Alguém marca férias num destino mais caro ou vai duas semanas de férias e já é rico. As pessoas gostam muito de dar palpites sobre a vida dos outros, sem saber de nada. Já vi várias vezes isto acontecer, já vi queixas sobre isto acontecer, e já aconteceu comigo também. Já me chateei com uma amiga porque ela pelos vistos achava-se no direito de julgar o dinheiro que eu tenho ou não tenho pelas férias que faço ou não faço.
A grande questão aqui é: quem comenta, na maioria dos casos, não sabe nada da vida das pessoas sobre quem fala. Nem tem que saber, nem tem que comentar. As pessoas podem ser ricas até. E depois? Ou até podem passar grandes privações para irem uma semana de férias. E depois? Isso é lá com elas. Cada um sabe do dinheiro que tem e que pode ou não pode gastar. Que mania das pessoas de fazerem julgamentos e mandarem bitaites sobre assuntos que não lhes dizem respeito.

#887

Para verem como este blog é um blog actual e fala dos assuntos tendência hoje vou-me debruçar sobre um dos assuntos mais fortes dos últimos tempos: ananás na pizza. Este blog é contra a utilização de ananás ou outras frutas na pizza. Mais, a mentora deste blog é também contra a utilização de carne na pizza, apesar de o blog não ser. A mentora deste blog só come pizza com cogumelos, azeitonas, queijo e rúcula.

terça-feira, 11 de abril de 2017

#886

Li noutro dia num blog a expressão 'a minha ilimitada capacidade de desprezo'. E revi-me.

#885

Para ir do meu local de trabalho até minha casa, o caminho mais perto é pela VCI. No entanto, se estiver trânsito, demoro menos se for pela auto-estrada. Então a regra é se sair à hora certa, como é hora de ponta, vou sempre pela auto-estrada. Se sair meia hora mais tarde ou mais, vou pela VCI porque já não há trânsito. Ora o que tem acontecido é que sempre que saio mais tarde e vou pela VCI há um acidente que cria trânsito anormal e demoro na mesma imenso tempo a chegar. Se calhar devia alertar os serviços de apoio sempre que saio mais tarde e vou pela VCI, porque já se sabe que vai haver um acidente entre carros no sentido em que eu circulo. Assim já estão preparados para intervir e resolver a situação rapidamente.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

#884

Ao contrário da maioria dos adultos e da totalidade das crianças, eu não gosto de andar descalça. O chão é sujo, afinal anda lá calçado normalmente, e em minha casa como tenho animais tenho quase sempre pêlos chão, a única altura em que não há são aqueles 5 minutos a seguir a aspirar. O chão é frio, e mesmo no Verão quando está muito quente acho desagradável. Ando sempre calçada. Às vezes abro uma excepção e posso andar só de meias, por exemplo quando vou à casa de banho a meio da noite, para não estar a calçar os chinelos, mas mesmo isso incomoda-me. Tenho de usar calçado mesmo. Descalça é que não. Uuuggghh.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

#882

Carnide. “Contra a política de imposição” moradores arrancam parquímetros e devolvem-nos à Câmara


Isto é exactamente o tipo de protesto que eu apoio. Não estragaram os parquímetros, só os arrancaram e vão devolver. É verdade que se calhar não adianta nada, daqui a uns dias estão de novo no mesmo sítio. Mas até podem não estar. E mesmo que estejam, atrasa, chateia, causa tanstorno. E assim a classe política e outros decisores percebem que a população também tem uma palavra a dizer nas suas decisões, ainda que não mande nada. É isso que nos falta em Portugal, sermos mais activos, fazermos mais protestos que valham a pena.

#881

Às vezes ouço expressões como 'trânsito Via Norte no sentido norte-sul'. E penso, como é que eu vou saber que sentido é esse? Não é mais fácil dizer Maia-Porto ou Porto-Maia? Como é que as pessoas sabem onde é o norte e o sul? Em exemplos tipo A1, Lisboa-Porto, é mais fácil, mas mesmo assim que mania é essa de usar os pontos cardeais? Não podem dizer logo o nome das cidades e evitam que as pessoas tenham de pensar mais?

quarta-feira, 5 de abril de 2017

#880

Há um fenómeno engraçado que acontece no meu carro. Sempre que tenho o limpa pára-brisas no modo automático, mesmo que nem sequer esteja a chover lá fora, quando entro na garagem ele liga-se e limpa o pára-brisas umas 2 ou 3 vezes. Não sei o que é que a garagem tem que o faz achar que está a chover lá dentro, mas isto acontece sempre. Magia!

#879

Às vezes reparo que as pessoas usam construções com preposições erradas. Uma muito comum é 'parecido a'. Como em 'és muito parecido ao teu irmão'. Mas está errado, parecido é usado com a preposição 'com'. O correcto seria 'és muito parecido com o teu irmão'. A minha teoria para este erro é que as pessoas fazem a construção por analogia com 'igual a' e aplicam a mesma regra.
Há uns dias ouvi uma nova, e na televisão! Ouvi alguém dizer que as pessoas têm 'receio à mudança'. A construção certa deveria ser 'receio da mudança', temos receio de coisas.
Acho engraçado ir registando estas coisas.

terça-feira, 4 de abril de 2017

#878

Acho que às vezes subvalorizo óculos limpos. Eu não uso óculos para ver ('óculos para ver', eu sei, mas é a forma fácil de os distinguir dos de sol) normalmente, uso só em situações excepcionais (dores de cabeça, cansaço, etc.) e nesse caso limpo-os sempre antes de os colocar. Mas ando muitas vezes de óculos de sol. E com estes normalmente não me preocupo tanto em limpá-los. Deve ser porque as lentes são mais escuras e disfarçam melhor a sujidade. Só que quando me lembro disso e os limpo... ui, é uma diferença enorme. Consigo ver tudo bem, focado, sem esforço. Devia lembrar-me de limpá-los mais vezes, mas já sei que agora só daqui a mais umas semanas, porque as lentes vão disfarçar a sujidade de novo.

#877

Este fim de semana ouvi uma senhora dizer uma coisa muito engraçada: 'respiro muito'.
Segundo esta lógica, as pessoas dividir-se-iam em pessoas que respiram muito, as piores porque devem gastar imenso oxigénio, e as que respiram pouco, que têm mais respeito pelo ar dos outros. Eu claramente seria das que respiram pouco, até porque tenho asma e não consigo absorver tanto ar como o que necessito.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

#876

Vou começar a semana com uma exposição algo raivosa, facciosa e provavelmente injusta acerca de pneus e pneus suplentes, motivada por um furo que tive no fim de semana, o que me dá assim direito a poder insultar quem quiser.
Primeiro quero revoltar-me contra os fabricantes de carros que agora inventaram esta moda de os carros não trazerem pneu suplente. Isso não devia ser proibido por lei? Antes, há muito tempo, vinha um pneu normal. Depois começaram a usar aquele pneu meio manhoso, muito fininho, com o qual só se podia andar até 80 km/h. Agora metem pra lá uma lata de espuma e está feito. Quem quiser um pneu inteiro tem de pagar mais, é um extra. Isto é só um esquema para ganharem mais dinheiro com os clientes a pagarem mais por pneus que deviam vir logo no carro de origem. Para além disso, aquela espuma é inútil, como toda a gente sabe, caso seja um rasgão maior, ou caso o pneu rebente, por exemplo. Ter aquela espuma ou ter nada é igual, ficamos sempre apeados no meio da rua. Há uns anos, quando íamos para um evento da empresa no carro (da empresa) de um colega, rebentou-nos um pneu e ficamos na beira da estrada imenso tempo até chegar o reboque. Depois tivemos de ficar à espera que trocassem o pneu na oficina e só depois pudemos continuar viagem. Escusado será dizer que quando chegamos já o evento ia quase a meio. E o carro era um Audi A4. Será que na Audi não têm orçamento para meter lá um pneu, ainda que seja daqueles pequenos? Pffff.
Segundo quero revoltar-me contra as oficinas de pneus ou contra a lei (não sei se está na lei ou não, para ser sincera) ou contra a regra estabelecida de que quando trocamos um pneu temos de trocar os dois. Mas porquê? Se eu furar um pneu e o outro pneu estiver quase bom, tenho de o trocar porquê? Quem inventou isso? Por acaso o meu pneu que não estava furado, não estava novo, mas ainda era capaz de me durar mais um ano, ou por aí. E só porque furei um, tive de adiantar já o dinheiro e trocar um pneu que ainda não estava em final de vida. Existe alguma lei que multa os condutores de carros que têm pneus diferentes? Ou isso é só uma história inventada pelas oficinas para fazerem negócio a dobrar? É que pneus não são propriamente baratos, não custam 20 ou 30 euros. E se trocar um já não é barato, esta invenção de ter de trocar os dois faz um simples furo tornar-se numa despesa que nos dá cabo do orçamento mensal. E já agora, o que é que as oficinas fazem aos pneus bons que trocam? Destroem? Dão para caridade? Ficam com eles para venderem?
Raios para todos estes esqeuemas que existem para extorquirem dinheiro aos clientes!

sexta-feira, 31 de março de 2017

#875

Assim numa de antecipação do dia de amanhã, odeio o dia das mentiras. Odeio tudo acerca dessa efeméride, que é uma parvoíce. Não acho piada às partidas, às típicas notícas falsas da empresa, às piadas parvas que se fazem nesse dia. Agradeço que toda a gente que me conheça me mantenha à parte de toda essa situação.

#874

E por falar em Ikea, eu também passei naquela secção das oportunidades, onde têm produtos descontinuados, de exposição, etc, com descontos (nem sempre) grandes. E o que é que estava lá? Pois, era o poster de que já falei aqui. Tinham uma caixa cheia de posters a 50 cents cada. Podiam ter falado comigo antes e eu tinha-lhes dito que esse poster não estava destinado ao sucesso, que nem valia a pena pôr isso à venda que ia ser uma grande fail.

#873

Ontem fui ao Ikea. Tinha os meus objectivos definidos: comprar pilhas e ver como era aquela promoção em que dão prémios. Não queria comprar absolutamente mais nada, porque não preciso, não tenho espaço, nem quero gastar dinheiro. Pilhas AAA e ver a situação prémios. Mas o grande problema do Ikea é que não se consegue sair de lá com apenas aquilo que queríamos. Acabei por comprar mais dois itens. Porque uma pessoa anda lá, a ver, a passar o tempo, e vai sempre encontrando coisas que gosta. E que nem precisa, mas é tão giro e está tão barato. E até ficava tão giro no banco que também é desta colecção... Raios, Ikea!
E já agora, para quem também tiver curiosidade sobre aquela promoção, eu não ganhei nada daquilo que está anunciado no site. Ganhei um vale de desconto a ser utilizado de 15 de Junho até ao final de Agosto. É um desconto de 10% sobre dois dos artigos que comprei, as pilhas não tiveram desconto. Estranho, porque uns artigos tiveram desconto e outros não e porque os vales nem sequer estão referenciados no site. Gostava de saber o que as outras pessoas têm ganho.

quinta-feira, 30 de março de 2017

#872


Há uma questão que há muito tempo me atormenta, especialmente quando vou a um restaurante chinês/japonês. Toda a gente sabe que quem se quer empanturrar de camarão vai a um restaurante chinês, onde o camarão é barato. E nos restaurantes japoneses com buffet de sushi há sempre a secção dos fritos e massas, etc, onde é possível também comer grandes quantidades de camarão. Mas porque é que o camarão é tão barato para eles? Se nós formos ao supermercado o camarão é caro Nunca se arranja a muto menos do que 10 €/kg e isto as variedades mais pequenas. Será que eles compram várias toneladas e por isso conseguem desconto de quantidade? Ou vão comprar a um sítio diferente? Será que o camarão deles vem da China? Ou é camarão a fingir? Alguém que saiba por favor que me esclareça. Gostava muito de descobrir a verdade.

quarta-feira, 29 de março de 2017

#871

Tenho experenciado várias situações em que tenho horas marcadas mas mesmo assim não sou atendida a horas. Na oficina, no médico, em restaurantes. Ora eu acho que, se há a possiblidade de marcar hora, é para este compromisso ser mantido. Se não dá para marcar, as pessoas chegam e esperam pela sua vez, sendo atendidas por ordem de chegada. Se as pessoas marcam uma hora, assumo que a outra parte se compromete a atender os clientes a essa hora. Com um pequeno atraso de 10, 15 mnutos, vá. Muto mais do que isso já é abuso. Mas não acontece. O que eu gostava de saber é se isso só acotnece comigo, e se assim for devo ter um azar do caraças, ou então se acontece com toda a gente. E no caso de acontecer com toda a gente, se as pessoas esperam caladas ou se se importam e reclamam. É que eu pareço sempre a bruxa má, a reclamar constantemente. Eu não quero estar sempre a reclamar, mas também não aceito de bom grado ter horas marcadas e depois ter de esperar imenso tempo. Não é aceitável. Se calhar sou eu que tenho padrões muito elevados. Se calhar isto só acontece comigo. Se calhar ninguém quer saber. Se calhar isso de marcar horas é tudo um engodo. Não sei mesmo.

#870


terça-feira, 28 de março de 2017

#869

Não se esqueçam que podem submeter o vosso IRS a partir de sábado. Serviço público neste blog! Eu já marquei na minha agenda.

#868

Andava à procura de umas sapatilhas e fui ter à Sports Direct. E encontrei lá sapatilhas tão baratas que até estou desconfiada. Nunca comprei nada lá, nunca sequer entrei numa loja. Alguém que alguma vez lá tenha ido pode dar-me o seu feedback? É assim normal ter lá produtos tão baratos? Quer dizer, é óbvio que não as roubaram e que são sapatilhas da última colecção que foram descontinuadas, mas tão baratas... não sei, quando a esmola é demais o pobre desconfia. Na Sport Zone tinha sapatilhas iguais, com 50% de desconto e ainda assim eram mais caras. Aqui são super mais baratas e até têm muitos números disponíveis. Tenho mesmo de passar lá e ver ao vivo.

segunda-feira, 27 de março de 2017

#867

Mais um fim de semana que passou. Fiz menos do que o que queria, tarefas e planos que acabaram por não se realizar e acabei por sentir que foi um fim de semana um pouco inútil. Chateei-me mais do que o que esperava. Consegui ver a season 1 toda da série Love da Netflix, é engraçada. Não estou contente por vir trabalhar mas pelo menos comi uma nata ao almoço para me dar alento. Só não fui comer porcaria porque tinha uma reunião cedo e não podia chegar atrasada. Reuniões, reuniões, essa praga. Quero que o dia chegue ao fim para ir para casa dormir. Falando nisso, como a hora mudou, vou conseguir sair de dia, acho eu. Vou chegar a casa de dia e assim vou conseguir ver melhor todos os relógios que tenho para acertar. Nunca se pode ter tudo, não é? É assim que a minha cabeça está, como este post, muitas ideias misturadas, muitos mixed feeelings, não consigo perceber se estou contente, chateada, com sono, aborrecida, triste, ansiosa. Preciso de dormir bem para assentar as ideias.

sexta-feira, 24 de março de 2017

#866

Tenho reparado que há muitas pessoas que não conseguem ser breves, que não têm capacidade de síntese. Pede-se-lhes para fazerem um resumo e não conseguem, perdem-se em pormenores e explicações detalhadas. Detalhe e explicação ao pormenor é bom, mas há situações em que precisamos de ser rápidos e dar uma idea geral. Não quer isto dizer que não há mais nada para além disso, é só um resumo, uma explicação por alto. Se essas pessoas tivessem de fazer um pitch daqueles de 2 minutos falhariam redondamente.

quinta-feira, 23 de março de 2017

#865

Pessoas a fazerem apresentações com chiclas ou rebuçados ou outro tipo de comida na boca: NÃO. Nem que tenham mau hálito ou muita fome, não há desculpa nunca. Comem a seguir.

quarta-feira, 22 de março de 2017

#864

Falei no KFC ontem, mas quero dizer já agora que vou lá poucas vezes. De facto, quando lá vou sabe-me bem, mas aquilo parece-me ser comida muito industrializada e por isso também não deve ser muioto aonselhável comer muito frequentemente. Não quero arrasá-los aqui, até porque não tenho bases científicas para o fazer, mas tenho a sensação que a carne que usam deve estar cheia dessas coisas más todas que se dão aos animais para crescerem, para engordarem e para fazerem tudo rápida e artificialmente. Acredito que não seja tão mau aqui em Portugal como aquelas histórias e vídeos horríveis que vemos, quase sempre dos Estados Unidos, mas também nao sou inocente ao ponto de pensar que são galinhas que crescem e vivem felizes. Tenho de investigar isso quando tiver tempo. E estou também a pensar deixar de comer carne branca, mas isso também não me parece que vá ser tão fácil como foi deixar de comer carnes vermelhas.

#863

Falando nela, agora é este abuso:

Vou tomar banho, por exemplo, e quando saio ela já está na cama a dormir. Ou saio para ir deitar o lixo no contentor, e lá vai ela para a cama. Aproveita todas as oportunidades para ir para a cama dormir. A cama dela ou o sofá já não são suficientes. Tsss tsss.

#862

O único problema dos cães é serem amigos demais. Querem sempre ser amigos, sempre, sempre. Festas sempre, lambidelas sempre, saltos sempre, andar ao nosso lado sempre, estar connosco sempre, ser amigos sempre. Em casas pequenas especialmente, como a minha, não dá muito jeito, porque estou sempre a tropeçar na minha cadela, que quer sempre ser minha amiga. Sempre, sempre.

segunda-feira, 20 de março de 2017

#861

Gosto de comida picante. A sentir-se o picante. Quando peço picante e não se nota nada é uma desilusão. O KFC é um dos sítios que nunca desilude em termos de picante. Quando peço picante, a comida vem mesmo com picante. Não com demasiado picante, para não se conseguir comer, mas com picante a sentir-se bem. Recomendo.

sexta-feira, 17 de março de 2017

#860

Eu acho que já poderei ter dito isto por aqui eventualmente, e se o fiz peço desculpa pois não quero maçar os meus leitores com conversas repetidas, mas, oh pah, adoro ler os comentários de notícias políticas. Quando tenho algum tempo para queimar, é diversão na certa. É preciso é escolher as notícias certas, mais polémicas e com mais comentários, claro.

#859

http://observador.pt/2017/03/17/motoristas-dos-servicos-prisionais-e-de-reinsercao-recuperam-subsidio-de-lavagem-de-carros/


Ufa, afinal os carros vão poder andar limpos de novo, com o regresso do subsídio de lavagem de carro. Já estava a imaginar carros cheios de lama e sujidade por falta de verbas para os lavar, mas felizmente tudo se resolveu. Acho muito bem, podemos ter um governo de esquerda, mas pelo menos somos limpinhos, não somos nada como aquelas pessoas de esquerda que não tomam banho e cheiram mal e vão aos festivais fumar erva.

#858

Estão a fazer 'renovações' no edifício onde trabalho. Apesar de haver vários outros problemas que há muito tempo estão por resolver, estão apenas a pintar as paredes. Isto é muito tipicamente português. Não interessa arranjar os problemas estruturais ou os problemas que não estão à vista, interessa sim dar uma nova cara às coisas e parecer bem. Uma demão de tinta faz milagres, pelos vistos. Julgo que este método é aplicado por muita gente. Não interessa o que está estragado mas que se pode continuar a utilizar sem arranjar. Até a casa cair abaixo, deixa-se andar. Mas pintar, sim, convém dar sempre uma pintura nova de 5 em 5 anos no mínimo. Gastar dinheiro a resolver os problemas que impedem as pessoas de utilizar os edifícios como deve ser não vale a pena, não é importante e de certeza que aguenta mais tempo. Fechos das portas das casas de banho, por exemplo, são completamente super valorizados. Quem é que precisa de fechar a porta da casa de banho? Agora a pintura, que toda a gente vê, sim, é prioritário. Infelizmente, esta situação espelha também a mentalidade dos portugueses em relação a tudo, não só em relação aos edifícios. Interessa o que os outros vêem, não o que está lá dentro.

quinta-feira, 16 de março de 2017

#857

Tenho um carro que tem uma buzina que parece de mota. Até tenho vergonha de apitar, porque sinto que as outras pessoas se vão rir de mim. Devia dar para escolher o tom da buzina dos carros. Se bem que já estou a ver o caos a acontecer se assim fosse, com carros pequenos com buzinas típicas de camiões, a assustar todas as pessoas no seu caminho. Se calhar não é grande ideia.

quarta-feira, 15 de março de 2017

#856


#855

Acho que os palhaços, no geral, não são muito apreciados pela maioria das pessoas. Por mim, decididamente não, nunca achei piada a palhaços, nem quando era criança. Acho por isso que o novo emoticon do palhaço no whatsapp não ajuda nada a esta fobia.








Não tem um ar super assustador?

terça-feira, 14 de março de 2017

#854

Qual é a ideia desses restaurantes todos da moda dos hamburgueres gourmet de juntarem chouriço ou linguiça ou outra carne vermelha qualquer aos hamburgueres de frango? Não se lembram que as pessoas que comem hamburgueres de frango podem não comem carne vermelha? Raios, agora já não posso ir lá comer. Sobra só o hamburguer vegetariano que normalmente não é grande coisa.

#853

Tenho uma ideia vencedora para oferecer ao Ministério da Administração Interna, mais especificamente para a Brigada de Trânsito. À semelhança do que a Autoridade Tributária fez, ao tornar todos os cidadãos em potenciais fiscais ao pedirem factura com número de contribuinte em todos os serviços que utilizam, a Brigada de Trânsito devia arranjar uma solução análoga para multar os cidadãos que infrinjam o código da estrada enquanto estão a conduzir. Qualquer pessoa que esteja a conduzir, num qualquer pequeno trajecto, vê sempre outros condutores a escreverem mensagens no telemóvel e a conduzirem aos S, ou a passarem linhas contínuas, a passarem semáforos vermelhos, a andarem em excesso de velocidade, no fundo a fazer todo o tipo de infracções que se possam imaginar. A Brigada de Trânsito só tem de arranjar uma forma eficaz de uns condutores poderem denunciar os outros condutores que vão em infracção. Poupa-se o trabalho a dezenas de agentes que podem fazer coisas mais úteis, a receita de multas será inestimável e os acidentes e infrações diminuiriam imenso, colocando Portugal em primeiro nesses tops de países com menos sinistralidade rodoviária. Senhores, já vos dei a ideia, agora só têm de arranjar forma de a concretizar!

segunda-feira, 13 de março de 2017

#852

Há uma coisa que os políticos e os padres têm em comum: é falar muito. Basta meter-lhes um microfone e algumas pessoas à frente e eles estão sempre prontos a discursar, mesmo que ninguém os queira ouvir nem lhes tenha encomendado nenhum discurso.

#851

Dormi por cima do braço esquerdo e tenho o braço a doer desde que acordei. O F. gastou a água quente toda e tomei banho em água fria. Queria estacionar o carro à porta da clínica mas os lugares com parquímetros estavam todos ocupados e só dois dessas dezenas de carros é que tinham talão, nenhum dos outros pagou para lá estar, como devia. Cheguei ao trabalho e algum idiota estacionou no meu sítio, apesar de os lugares terem placas com nome. Quando cheguei à minha secretária percebique me esqueci de trazer comida para lanchar e agora vou ter de comer qualquer porcaria da máquina de vending. Uma boa semana para vocês também.

sexta-feira, 10 de março de 2017

#850



Estas Pringles dizem na embalagem que são uma Intense Experience e são mesmo. Muito spicy mesmo, e isto é dito por mim que adoro picante. São até um bocado demasiado spicy para se conseguir comer muitas seguidas, como é suposto fazer com as Pringles. Para além disso, ontem, enquanto tirava esta fotografia e analisava a embalagem, percebi que têm extracto de carne de vaca e por isso não vou comer nem mais uma. A não repetir.

quinta-feira, 9 de março de 2017

#849

Para além de bons negócios, também se vêem coisas engraçadas na feira. Hoje vi um hoodie que dizia 'NO LIGHT WITHDUT NEW YORK' sic). Oh pah, o D é tão parecido com o O que nem perceberam a diferença. Vi também fatos de treino Adidas, com bom aspecto até e confesso que a malha até parecia boa, mas depois por dentro tem uma etiqueta generalista de uma fábrica qualquer de têxteis e um corte muito mau, que se vê logo que nunca na vida é da Adidas. Mas o melhor que vi foram as imitações de carteiras. Carteiras super normais mas com logotipos de marcas conhecidas. Vi umas com aquele brasão dourado da Cavalinho que nem por imitação rasca passavam. Não é preciso ser grande conhecedor da marca para perceber que aqueles modelos não têm nada a ver com as carteiras deles. Na secção das bancas dos ciganos vêem-se imensas imitações deste tipo, muito pobrezinhas.

#848

Hoje de manhã passei na feira antes de vir trabalhar. Gosto muito de ir à feira, acho que se arranjam alguns bons negócios e quando vou lá, poucas vezes, venho sempre satisfeita. Desta vez fui em busca de meias. Preciso de comprar bastantes meias para caminhadas. Fui à Decathlon e comprei 3 pares por 2 euros e já achei um bom negócio. Hoje comprei 6 pares de meias por 2,5 euros na feira. Aquelas meias tipo de ténis, que eram das raquetes antes mas agora têm outros desenhos, de algodão e grossas e absorventes, muito fixes. Tipo, tão baratas!!!

quarta-feira, 8 de março de 2017

#847

Dia da Mulher. Não quero ser do contra, mas isto serve mesmo para quê? Para as mulheres ficarem todas contentes por serem mulheres? Não deviam sentir isso todos os dias? Para nos inferiorizar num mundo de homens? Enquanto for preciso um dia da mulher, é porque não serve de nada haver um dia da mulher. É um paradoxo, eu sei, mas é verdade.

#846

Sou um bocado obcecada com a renovação do ar. Casa, carro, escritório, gosto sempre de sentir que estou a respirar ar renovado. No escritório, é uma luta perdida, com as pessoas a preferirem respirar ar de há 4 dias em vez de abrir uma janela. O AC tem estado ligado mas continuo com a sensação de que o ar que sai de lá é um bocado manhoso, mas isso já pode ser impressão minha. No carro, excepto em auto-estrada, gosto de andar com um frincha aberta, pelo menos. Normalmente do lado do passageiro, para não me fazer tanto frio mas entrar ar na mesma. Se não for possível, ligo sempre o AC para ter ar a circular. Em casa é um absurdo. Saio de manhã e tenho de deixar as janelas abertas em todas as divisões. Não consigo chegar a casa ao final do dia e sentir que a casa não arejou. O problema é que eu chego a casa tarde e quando chego já está frio. Tenho ligado os aquecedores de novo, agora que o frio voltou, mas a casa demora a aquecer. E depois tenho de vestir montes de roupa enquanto não me sinto confortável. Mas antes isso do que a casa não arejar.

terça-feira, 7 de março de 2017

#845


#844

Recentemente alguém criou no facebook um grupo da escola secundária onde andei. Rapidamente centenas, milhares de pessoas se juntaram ao grupo e aquilo passou a ser a sensação do momento. Toda a gente ia lá comentar, pôr fotos de quando eram crianças e adolescentes, dezenas de posts a perguntarem por colegas e professores esquecidos, até chegar ao auge de quererem combinar um encontro com toda a gente. Eu ria-me sozinha com aquilo tudo e imaginava na minha cabeça um daqueles encontros decadentes, como vimos nos filmes, as pessoas todas velhas e gordas, a recordarem velhos tempos, e a tentarem esconder a realidade dos tempos modernos, cheios de inveja do colega bem sucedido na vida e a dourarem a sua própria vida para parecerem melhores do que o que são. Entretanto perdi um bocado o fio à meada desde que desliguei as notificações, era impossível estar a receber notificações de 5 em 5 minutos, mesmo que não visse, chateia, e acabei até por fazer unfollow e deixei de saber as novidades. Lembrei-me que esse grupo existia há uns dias e fui lá espreitar. Aquilo tornou-se num espaço decadente, onde pelos vistos já ninguém fala da tão aguardada reunião, houve alguma chatice, não percebi bem o quê, algumas pessoas saíram, e agora há só pessoas a partilharem músicas, como se as restantes pessoas não tivessem acesso ao youtube para irem elas próprias escolher e ouvir as músicas que desejam. Parece-me que o grupo está perto do fim. Este post podia ter sido entitulado 'Uma história de ascensão e queda', mas isto lembra-me demasiado os nazis. As pessoas já deviam ter percebido que essas coisas nunca dão em nada. Se nós realmente gostássemos tanto das pessoas com quem andámos na escola, não teríamos deixado de falar com elas. Excepto raras excepções, se perdemos o contacto, é porque não estávamos interessados em ser amigos. Dificilmente me vão apanhar em algum evento do género. Isso é sempre super desconfortável, porque já nem sequer temos confiança com as pessoas, visto estarmos tantos anos ssem nos vermos ou falarmos. Eu não caio nessa.

segunda-feira, 6 de março de 2017

#843

Não gosto de Nutella. Não é bem uma questão de não gostar, mas não sou fã. Nem sequer alguma vez comprei isso. Se for a algum brunch, por exemplo, e tiver lá, sou capaz de comer, mas não morro de amores. Já me podem odiar agora.

#842

Pergunta da semana: há alguma regra que diga que quando as pessoas vão a restaurantes de chefs famosos, o Cantinho do Avillez por exemplo, têm de pôr fotografias nas redes sociais? Será que é aquela velha máxima de que se não está na internet é porque nunca aconteceu?

sexta-feira, 3 de março de 2017

#841

E para terminar, pegando também no assunto dos comprimidos que falei ontem, por coincidência (ou não. Não há coincidências.) vi ontem uma notícia partilhada que dizia 'um comprimido não resolve problemas. Um comprimido abre uma janela temporária para que a pessoa os possa resolver.' Mas uma janela temporária parece-me óptimo. Vou ao médico e vou dizer isso mesmo 'boa tarde, eu preciso de uma janela temporária, por isso receite-me aí qualquer coisa'.

#840

E falando em conceitos novos, também se podia implementar o conceito íman de merda, de que falei recentemente. São pessoas que, como eu nos últimos tempos, só atraem merda para a sua vida. Doenças, acidentes, incidentes, coisas que não resultam, planos que não se concretizam, coisas que se estragam, the whole bunch.  A minha saga como íman de merda continua, já tive hoje o primeiro sinal de que isto não vai parar por aqui quando comecei a sangrar do nariz numa reunião, sem motivo aparente. Às tantas devia fazer uma reza ou um desses rituais pagãos para ver se isto acaba. Com as coisas que tenho planeadas para hoje e para o fim de semana, julgo que vai haver muito pano para mangas.
Se o conceito pegar, gostava pelo menos de ser lembrada não como a pessoa que inventou o conceito, porque não sei se alguém já se lembrou disto antes de mim, mas pelo menos como a pessoa que deu uma identidade ao conceito.


PS: pouco tempo depois de escrever este post fui almoçar e entornei um copo de água todo por cima de mim. Molhei a roupa toda e tive de ir a casa trocar. Só para verem o nível em que a situação está.

#839

Toda a gente conhece o conceito de casual friday. São as sextas-feiras em que as pessoas vão trabalhar vestidas de forma mais casual. O que as pessoas não conhecem são as super casual fridays. Neste novo conceito, as pessoas podem basicamente vir trabalhar como querem. Podem incluir-se chinelos, hoodies da faculdade onde andaram com prints manhosos, mantas, tudo o que se lembrarem basicamente. Não é um conceito que esteja implementado de forma oficial, mas de forma casual, lá está. O casual aplica-se em todos os aspectos, de forma muito acentuada.

quinta-feira, 2 de março de 2017

#838


#837

Muitos adultos tomam calmantes. E não só, calmantes, anti-depressivos, vitaminas, comprimidos para tudo. Comprimidos para acordar, comprimidos para terem energia, comprimidos para dormir, comprimidos para estarem felizes, há para todos os gostos e necessidades. Eu tomo comprimidos quando preciso, mas por questões de doença física apenas. Quando me dói a cabeça, quando estou com gripe, por causa das minhas alergias e asma, quando me doem os músculos. Mas raramente tomo comprimidos para coisas 'menores', como eu às vezes penso que essas são. Mas não são. Dormir não é uma coisa menor. Ter energia não é uma coisa menor. Estar feliz não é, de todo, uma coisa menor. Tenho de deixar de ter medo disso e tomar comprimidos, como as outras pessoas todas. Se elas podem, eu não posso porquê? Esta semana, e ontem e hoje especialmente, precisava mesmo de uns calmantes e uns anti-depressivos. Tudo me corre mal, problema atrás de problema, imensas coisas para tratar, parece que sou um íman de merda. Às vezes sinto que estou assim no limite, mas durmo um bocado ou choro um bocado e passa, e arranjo energia para continuar. Mas se calhar devia parar com isso e arranjar comprimidos. Estou nervosa? Tomo um calmante. Estou triste? Um anti-depressivo. Não tenho energia para vir trabalhar? Tomo umas vitaminas. Parece que toda a gente tem a cura para tudo e eu, burra, ando aqui com o meu mundo às costas sem necessidade.

quarta-feira, 1 de março de 2017

#836

A maior parte das vezes almoço sozinha. E não me importo. Até já fui jantar sozinha, por isso almoçar é muito mais fácil. Noutro dia, no restaurante onde costumo ir almoçar, eu e mais muitas outras pessoas do meu trabalho, chegou uma rapariga que trabalha na minha empresa. E sentou-se na mesa de outro rapaz que também trabalha na minha empresa, que já estava a almoçar, sozinho. Devem conhecer-se, mas apenas de vista ou pouco mais, porque eles ficaram o almoço todo em silêncio. Ela sentou-se, e ficaram os dois em silêncio, a comer, sempre em silêncio. Eu, que estava sentada numa mesa ao lado, até me estava a sentir desconfortável com aquela situação, por eles. Passado um bocado ele acabou de comer e teve a atitude correcta que foi ir-se embora e terminar com aquele sofrimento. Mas foram uns 15 ou 20 minutos muito estranhos. E eu pergunto-me: valerá a pena passar por isso só para não estarmos sozinhos? Eu almoço sozinha e nunca me senti desconfortável. Posso pelo menos passar em revista as redes sociais, o email, os blogs, tudo com calma. Mais vale isso do que termos minutos estranhos de silêncio ou então aquela situação de tentarmos meter conversa com quem não conhecemos e com quem não temos nenhum tema em comum. Aqui realmente aplica-se o cliché 'mais vale só do que mal acompanhado'.

#835

Nota mental: nunca mais aguardar ansiosamente por feriados. Chego ao trabalho e é o fim do mundo, basicamente tenho de trabalhar dois dias num só. Para além de que a maior parte das vezes nunca faço nada de especial no feriado. Ontem, por exemplo, nenhum dos meus planos se concretizou (fazer um trail, ir ao cinema, fazer uma aula de yoga) e acabei por ficar em casa o dia todo a ver séries (pelo menos despachei a season 4 do Sherlock), por isso mais valia ter vindo trabalhar.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

#834

Hoje vou falar de Óscares. Claro.
Ai o La La Land, grande favorito, só ganhou 6 dos 14 Óscares a que estava nomeado, e desses só dois é que eram mais importantes? Buh uh.
Mais a barraca que já li que foi a entrega do Óscar de melhor filme. Tenho mesmo de ver esse momento. Grande flop.
Ainda não tive tempo para ir ver os vestidos, vou ver isso mais tarde.
E é só isto que tenho até agora, não tive tempo para ver mais pormenores, mas não podia deixar de dizer qualquer coisa, para estar a par com os grandes blogs da actualidade.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

#833

Nota mental: quando, nos restaurantes, eu pedir SevenUp e perguntarem se pode ser Snappy, pedir antes outra coisa. Aquilo sabe mal.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

#832

Gosto muito de ir à Decathlon. Não sou uma desportista, como devem calcular, mas tenho alguma roupa e equipamento desportivos, para fazer caminhadas especialmente. E quase tudo o que eu preciso tem lá na Decathlon, e a preços muito simpáticos. Ainda há pouco tempo comprei um casaco de corrida, muito fixe, por 10 euros. Também têm aquelas camisolas polares muito quentinhas e confortáveis que eu gosto de usar em casa e ter uma de cada cor, a preços super baixos. Vi ontem uma dessas camisolas polares por 3,5 euros, super quentinha, e é um modelo novo super giro. Têm sempre promoções e preços baixos e boa qualidade, para o uso que dou aos produtos. Por isso normalmente saio stisfeita de lá e com aquela sensação de que fiz bons negócios. Por outro lado, sempre que vou à Sport Zone, fico sempre com a sensação de que é tudo muito overpriced. Eu sei que eles vendem marcas e que por isso também é tudo mais caro, mas eu não sou profissional e por isso não preciso de produtos caros. Mesmo nos saldos, nunca encontrei lá nada que valesse muito a pena.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

#831

E vai começar o inferno no meu local de trabalho. Hoje, que estão cerca de 21º lá fora, já não se consegue estar cá dentro. Super quente, super abafado. Que Deus me ajude a ultrapassar este Verão. Se eu deixar de vir aqui escrever, já sabem o que aconteceu, morri de hipertermia.

#830

Função pública: Governo corta subsídio para lavagem de carros


Para mim, a novidade é eles terem um subsídio para lavagem de carros e não que vão acabar com ele. Caramba, com 43 euros por mês para limpar carros, deviam andar sempre a brilhar. Segundo uma notícia, José Abraão, dirigente da FESAP considera a decisão "inaceitável". Claro, os motoristas já devem estar a planear uma greve para breve. Aguardemos.

#829

Ora então hoje há futebol, não é? Óptimo, porque até tenho de passar no Ikea e na Decathlon e assim não há filas. Por acaso hoje até entrei mais cedo por causa de uma reunião e também vou sair mais cedo, e assim tenho o final da tarde todo para procurar calmamente o que quero nas lojas. A má notícia é que o jogo é no Dragão por isso tenho de calcular bem as horas a que vou para casa para não apanhar muito trânsito.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

#828

Nunca pensem sequer em ser clientes da Prosegur. Sabem aquelas histórias dos operadores de televisão e telefone, em que as pessoas querem cancelar e é um filme? Pois a Prosegur é bem pior. Primeiro, porque o número de contacto deles é desses 707 de valor acrecentado e qualquer contacto com eles custa os olhos da cara. Segundo, porque o serviço deles é reles. Reles porque enviamos emails e ninguém responde no mês seguinte. Eu mudei a conta do débito directo e demoraram quatro meses a fazer a mudança. Quatro meses para mudar um simples débito directo! Para além disso, aquilo basicamente é uma sirene, que podemos comprar em qualquer chinês, eles não fazem nada se tocar, só ligam e perguntam se está tudo bem e se queremos que liguem para a polícia, o que nós também podemos fazer. A instalação do equipamento é cara, é o preço de um qualquer sistema de alarme que podem comprar em qualquer sítio, mas que tem a agravante de ter mensalidade e mais ainda quando o contrato acaba não é vosso, eles vão buscar o equipamento de volta. E por último, é o filme do costume vezes cinco para cancelar o contrato. É tudo muito simples quando ligamos a perguntar o que temos de fazer, é só enviar um email, mas depois é só problemas e faltam sempre coisas e ligam milhares de vezes a perguntar as razões do cancelamento e põem imensos obstáculos e andamos nisto para sempre e enquanto isso vamos sempre pagando. E eu ainda não consegui cancelar. Nunca caiam no erro de instalar um serviço deles. Se querem um alarme, mais vale comprarem os detectores vocês próprios e instalarem. Fica muito mais barato, não têm metade das chatices e o serviço com que ficam é basicamente o mesmo. Parece que sou o Fausto e vendi a minha alma ao diabo e agora ele vem reclamá-la, e não há como escapar. Não há onde me esconder, nem nada a fazer, vou ter de ficar com esse serviço que não quero para sempre, a pagar 30 e tal euros por mês, para sempre. NUNCA mas NUNCA mesmo sejam clientes da Prosegur. Se com este post eu conseguir impedir uma pessoa só que seja de cair nesse erro, já valeu a pena.

#827

Ontem estive com um colega de trabalho antigo. Perguntei sobre a empresa onde está agora e disse-me que são dez pessoas no total, das quais três vendedores e dois gerentes. O quê? Dois gerentes para três vendedores? Não sei como está estruturada a empresa, mas eles têm basicamente um gerente para cada quatro pessoas. Um gerente para quatro pessoas e outro gerente para as outras quarto. Nessa empresa, 20% das pessoas são gerentes. É isto que está mal em Portugal.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

#826

Estou com uma espécie de writer's block selectivo. Fora do computador tenho montes de ideias, montes de coisas que quero partilhar aqui no blog. Quando chego aqui para escrever, não me lembro de nada. Todas essas coisas que quero partilhar apagam-se-me da memória. Já sei que me vou lembrar disso tudo mais tarde, provavelmente quando estiver a conduzir ou a tomar banho, que é quando não tenho oportunidade de apontar nada para, claro, mais tarde me esquecer novamente. Nem sequer tenho fotos novas de gatinhos hoje, o que quer dizer que não haverá nada de muito interessante por aqui. Também já dei assim uma vista de olhos nas notícias e não me pareceu haver nada para comentar, o destaque são aqueles prisioneiros que fugiram e já capturaram dois. Por falar nisso, será que eles são castigados quando são apanhados? Será que a pena deles aumenta? Eu espero que sim, senão estaríamos a incentivar toda a gente a tentar escapar, se nada lhes acontecesse. Encontrei uma nota de 5 euros no chão, fiquei muito contente, já não encontrava dinheiro há anos e anos. E mesmo essas últimas vezes que me lembro de encontrar dinheiro era sempre moedas de 1 cêntimo ou 2 cêntimos, 5 cêntimos na loucura. Não me lembro de apanhar do chão alguma moeda que não seja uma dessas pretas que valem pouco. Ontem estava a ver o facebook e vi que a gelataria Amorefrato no Porto ia fechar e apeteceu-me ir lá, apesar de nunca lá ter ido nem ser assim grande fã de gelado. Fui lá, de facto, comi um gelado com duas bolas, uma de avelã e outra de Cerelac. Não eram nada de especial, em particular a de Cerelac que não me soube a nada, para ser sincera. E até fiquei meia enjoada, porque era muito e estive ali a forçar para não deixar, atitude típica de pobre, aposto que os ricos deixam comida no prato sem sentimento de culpa. E depois pensei 'ainda bem que vão fechar, não vão deixar pena', e decidi nunca mais desejar comer coisas que vejo na internet e que depois se vai a ver e são um fail. Não que aconteça muito, acho que foi mesmo fruto da circunstância, de estar em casa sem fazer nada e de estar com uma certa fome. Mais valia ter feito os biscoitos que tinha planeado fazer, mas a preguiça de ir ao supermercado comprar os ingredientes venceu.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

#825

E aquelas pessoas que dizem que se tirassem um segundo curso era de Psicologia, 'para se conhecerem melhor'?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

#824

Já se pode não gostar do Marcelo Rebelo de Sousa? Depois de um ano sempre a aparecer, a querer ser popular e amiguinho, a meter o nariz onde não é chamado, já é legítimo não gostar dele e não se ser chamado de hater?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

#823

Não costumo usar maquilhagem frequentemente, mas quando quero comprar algum produto gosto de ler críticas sobre ele antes de tomar uma decisão. Eu seguia um blog com críticas honestas e imparciais aos produtos, mas esse blog acabou entretanto e fiquei um bocado desamparada. Não conheço nenhum blog que faça o mesmo, que analise produtos e que dê uma opinião honesta, sem ser patrocinado por marcas. Alguém que esteja a ler conhece algum blog ou site fiável em termos de críticas a produtos de maquilhagem ou cosméticos no geral?

#822

O dia dos namorados foi ontem, mas como eu sou do contra, só vou contar esta história hoje. É uma história de amor. A minha história. Há muitos anos, eu via-o passar com outras pessoas, mas achava que ainda não tinha pedalada para ele. Sempre suspirava quando o via passar, mas não passava disso, um sonho. Até que um dia olhei bem para mim, olhei bem para ele, e decidi que valia a pena tentar. Valia a pena tentar que ele fosse meu. Afinal, se calhar não estava fora do meu campeonato, como eu julgava. Dei uma hipótese ao nosso amor e, de facto, acabámos por ficar juntos. Eu sabia que ele tinha sido de outras pessoas mas isso não me importava, agora estávamos os dois juntos. Estamos juntos há poucos anos mas somos muito felizes. Já tivemos perto da ruptura uma vez, foi feio, mas eu acabei por perdoá-lo. Afinal, eu também já olhei para outros e cheguei até a pensar trocá-lo, mas ele é mesmo uma paixão e nunca consegui deixá-lo para trás. E hoje ainda estou apaixonada por ele como no primeiro dia, apesar da idade. Adoro o meu Volvo C30.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

#821

Ainda não vi o La La Land. Nem quero ver. Nunca. Era isso.

#820

Gatos em caixas, uma das melhores coisas do mundo!




PS: lembram-se daquelas botas de 20 euros em saldo que vos falei...? Realmente voltei à loja.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

#819

Eu observo os meus gatos e reparo que para eles é tudo tão mais fácil. Resolvem os problemas de forma muito mais sincera, rápida e instintiva. Se um gato está farto de aturar o outro, simplesmente vai embora, nem que estejam a meio de uma brincadeira.
Eu acho que o Marco odeia a Mimi e, às vezes, basta ele olhar para ela para se lembrar disso e ataca-a, assim. E resolve as coisas ali. Não fica com sentimentos recalcados, constantemente pensados e repensados. Ele olha para ela, lembra-se que não a suporta, ataca-a e resolve a situação.
Às vezes um gato está a lamber o outro. Quando o outro se farta, dá-lhe uma sapatada e vai-se embora. Pronto, situação resolvida, não tem de dizer com jeitinho que não lhe apetece mimos agora, com medo que o outro leve a mal. Fazem só o que lhes apetece ou então vão embora, afastam-se da situação. Devia ser assim fácil lidar com humanos, às vezes.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

#818

O meu horóscopo hoje:


Possivelmente sente que, se as outras pessoas conhecessem bem a sua pessoa, não gostariam de si. Fale dos seus medos a uma pessoa em quem confia.

#817

Eu disse que o Trump ia ganhar, antes das eleições acontecerem, e ninguém acreditava, toda a gente dizia que não, não era possível. Toda a gente o desvalorizou e achou muito engraçado gozar com ele e poucas pessoas acharam que ele tinha hipóteses reais.
Hoje, dia 10 de Fevereiro de 2017, quero também afirmar aqui que acho que Marine Le Pen vai ganhar as eleições francesas. As pessoas também acham que não vai acontecer, que um candidato de extrema direita nunca vai conseguir ganhar, e mas eu acho vai ganhar.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

#816

Os asiáticos são obecados com a pele clara, não são? Não tinha essa noção até começar a encomendar cosméticos coreanos. Sempre que recebo algum produto, recebo também duas ou três amostras. E várias dessas amostras são de produtos para branquear a pele, produtos sempre diferentes, o que me leva a pensar que deve haver imensos. Cremes hidratantes e máscaras. Aliás, da última vez até recebi uma máscara de branqueamento para usar à noite por engano. Mandaram-me essa máscara em vez do creme que eu tinha encomendado e foram simpáticos e disseram para ficar com ela como oferta depois de me terem feito o reembolso. Agora estou a pensar se a vou usar ou não. Eu já tenho a pele clara, e se isso funciona mesmo vou parecer de porcelana. Tenho de investigar melhor essa situação.

#815

Este Inverno já fiquei com a garganta dorida tantas vezes e já comi tantos Strepfen que daqui a nada vou ter uma overdose disso. Ou então vou ficar imune e passo a comer isso como simples rebuçados e não como o medicamento que são.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

#814

Ontem foi um dia histórico. Pela primeira vez, deitei fora uma carteira porque estava velha. Nunca me tinha acontecido. Normalmente deixo de gostar delas e dou à minha mãe ou dou para caridade ou vendo no flea market. Não me lembro de alguma vez deitar fora uma carteira por estar demasiado usada. Que, no fundo, também não foi bem o problema desta. Tinha a carteira há alguns anos, usei-a algumas vezes, e depois guardei-a e não a usei por um grande período de tempo, mas não estava velha. Esta semana peguei nela de novo e usei-a dois dias e ela começou a desfazer-se. Literalmente, começou a sair todo o revestimento. Não vou andar com uma carteira que está a cair aos bocados. Então deitei-a fora. Agora tenho a desculpa perfeita para comprar uma nova!

#813

Apercebemo-nos que estamos a ficar velhos quando queremos ler/ver alguma coisa e a afastamos dos olhos para conseguir ver melhor. Tantas vezes gozei com a minha mãe por causa disso e agora sou eu. Como este blog é sobre clichés, posso até dizer 'karma is a bitch'.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

#812

Adoro ir aos saldos/promoções, assim mesmo no fim, quando está tudo quase a acabar e querem despachar o resto do stock, e encontrar super pechinchas. Até posso não precisar de nada, claro que não, mas quem resiste a comprar calças por 2 euros? Kispos grandes e quentinhos por 16 euros? Para além de ser muito mais fácil procurar, porque já há pouca coisa disponível e não temos de perder horas e horas a tentar encontrar uma peça que nos sirva. E vi umas botas giras, de pele por dentro e por fora, por apenas 20 euros que não comprei na altura, mas... não sei se não volto lá.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

#811


Frase do dia: Fui espoliado. Fiquei sem casa, sem filhos, sem biblioteca. Os livros, que são como meus filhos, foram metidos em caixotes como se fossem batatas.

#810

Adoto quando os gatos ficam assim com um bocadinho da língua de fora sem querer!



#809

Mais uma semana que começa. Estou com pouca energia. Ontem fiz uma caminhada e tenho alguns músculos um pouco doridos. Nem sequer tenho energia para reclamar, que é uma coisa que eu faço sempre com vontade. Fui deixar o carro na oficina e nem sequer me enervei nem nada. Para além de falta de energia, tenho também falta de vontade. Estou aqui no meu local do trabalho com ar de frete. Já vi que hoje tenho duas reuniões e preferia ser atropelada e ter de ir para as urgências do que passar por isso. Boa semana para vocês também *smile com sorriso forçado*

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

#808

E aquelas pessoas que dizem kapa em vez de mil? Tipo dizem com a sua voz, como se isso fizesse algum sentido? Isso é usado na escrita, não para se dizer em voz alta. 'Ele recebe cerca de três kapa por mês'. Hã??
Vamos recapitular:


por escrito:
3k euros > ok
3 mil euros > ok
3000 euros > ok


em voz alta:
três kapa euros > não
três mil euros > ok

#807

Há anos e anos que ando de carro e nesses anos todos sou capaz de ter-me esquecido de faróis ou luzes interiores ligadas num carro 2 ou 3 vezes, se tanto. No último mês, é quase diário. Deixo sempre alguma coisa ligada quando saio do carro, mínimos, médios ou as luzes interiores. Impressionante como consigo ser tão distraída. Um dia destes fico sem bateria. Raio de carros que não avisam as pessoas!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

#806

E aqueles carros que têm autocolantes a dizer 'a inveja é feia'? Que são sempre carros antigos e super normais, dos quais ninguém no seu perfeito juízo teria inveja? De rir.

#805

Desde que era pequena e andava de carro com os meus pais, semrpe ouvi o meu pai dizer que não podíamos ter o aquecimento muito quente porque depois ficava constipada quando saísse do carro. Ele punha sempre assim no médio, para se sentir qualquer coisa, mas não o suficiente para se andar de t-shirt, que era o que eu queria. Ora hoje em dia, e conduzindo eu há muitos anos, ainda não me consegui libertar desse ensinamento. Eu quero aquecer muito o carro, mas percebi recentemente que quando fica muito quente, fico com 'sentimento de culpa' e 'medo' de quando sair notar uma grande diferença e adoecer, como ele tanto vaticinava, e acabo por reduzir o aquecimento, apesar de o calor me estar a saber bem. Engraçado como acabamos por interiorizar tão profundamente as coisas que nos ensinam e agir dessa forma até inconscientemente, mesmo que não concordemos com elas. Estou agora a fazer um esforço por me afastar desses pensamentos e aproveitar o calor no carro por completo, não desligando ou reduzindo o quente. Se eu estiver a gostar, o aquecimento tem de continuar na mesma temperatura, nem que apanhe um choque térmico quando sair do carro. E aí sim, se isso acontecer poderei dar razão ao meu pai. Isto lembra-me aquela situação da franja. Quando as meninas querem deixar crescer a franja e os pais dizem 'olha que ficas vesga com o cabelo à frente dos olhos'. Será que alguma criança ficou mesmo vesga por ter o cabelo à frente dos olhos? Há provas disso? Então enquanto não houver, o meu carro vai parecer um país tropical.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

#804

Hoje de manhã fui fazer análises ao sangue. E qual não é a minha surpresa quando me dão um cupão para tomar o pequeno-almoço numa confeitaria lá ao lado? Fiquei tão contente! Eu sei que não é nada de especial e que alguns laboratórios fazem isso mas não estava a contar, até porque já lá fui muitas vezes e nunca recebi nada. E até me tinha esquecido de levar qualquer coisa para comer depois no carro a caminho do trabalho e ia ter de passar em casa de novo, por isso calhou mesmo bem. Happy Friday, como dizem os americanos que trabalham comigo!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

#803

Gosto daqueles relógios que têm o ponteiro dos segundos que anda de forma contínua. Que em vez de fazerem o tic-tic do costume fazem zzzzzzzzzzzzzzz. Sinais de mudança dos tempos!

#802

Desde que decidi que queria uma bimby, uma amiga adicionou-me ao grupo da bimby no facebook, para eu ir vendo o que dá para fazer e decidir se realmente quero uma ou não. Nesse grupo estou constantemente a ser bombardeada por comida, doces principalmente, muitos muitos doces todos os dias. Há também coisas extraordinárias tipo pessoas que têm duas bimbys ou pessoas que fazem 3 ou 4 sobremesas de seguida. O efeito que este grupo teve sobre mim até agora foi deixar-me sempre com vontade de comer tudo aquilo e também sentir-me uma merda porque não percebo onde é que aquelas pessoas arranjam tempo para fazer tantos pratos seguidos. Se calhar a bimby é mesmo muito fácil e rápida e as pessoas fazem aquilo tudo numa hora. No entanto, tenho visto pouca comida como a que desejaria fazer, que seriam coisas mais práticas, simples e saudáveis. Vou continuar a minha pesquisa no mundo bimby e ver o que mais aprendo. Mas continuo a querer uma!