terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MRW

Estou farta de incompetentes. Há demasiados incompetentes em todo o lado, não estou a conseguir lidar. Só hoje já aconteceram duas situações, mas a pior é com a MRW, que se arrasta há mais de uma semana. Ainda não posso enxovalhá-los aqui porque a história ainda não terminou, mas quando terminar eu conto a novela completa. Mas por alguma coisa, toda a gente os odeia, especialmente desde que começaram a fazer as entregas da Amazon. Ide pro caralho, MRW!
À noite, quando estou no sofá sem energia para fazer mais nada sem sem ver televisão, quando nem sequer consigo ligar a netflix, costumo ver aquele programa da SIC Mulher dos dois irmãos que arranjam casas. Dá pelo menos dois episódios seguidos, se calhar mais até. A meio do segundo já não estou com grande paciência e acabo por distrair-me, adormecer ou dar uma vista de olhos na internet. Quando dou por mim, já tenho gajos a cozinhar na tv. E às vezes o comando está longe e não me quero mexer. Então fico ali incomodada com esses programas da culinária. Não estou a ver, mas só de saber que está a dar isso na minha televisão chateia-me. Tipo, esta moda dos programas de culinária é uma cena que me ultrapassa. Nunca se viu tanta gente a cozinhar em televisão. Eu não gosto nada de cozinhar, pode ser por aí que detesto isso tudo. Antes ainda tinha paciência para o Rudolph, mas era mais para me divertir a ouvir a sua língua que faz ferida nos ouvidos e vê-lo a ser assim todo despachado a mexer na comida com as mãos. Nunca fiz uma única receita dele. Mas esses masterchefs, pratos do dia, jamie olivers e todos os outros irritam-me. Lá em casa há uma regra, ou três regras, vá, quando tenho a tv ligada, nem que seja só para fazer companhia e não esteja a prestar atenção: nunca estar nos quatro canais portugueses generalistas, em canais portugueses de notícias ou em programas de culinária.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Há pessoas burras. Acho que ninguém tem dúvidas disso. Ok, se calhar o termo correcto não será burro, mas alguém que tem uma capacidade menor para apreender a realidade, para perceber certas coisas, um nível de inteligência mais baixo, etc. A minha dúvida é: será que as pessoas burras (vamos chamar-lhes assim para facilitar, vá) têm consciência disso? Ou acham-se todas espertas? É fácil termos consciência de alguns traços do nosso carácter, como se somos simpáticos ou antipáticos, ou se somos pessimistas ou se somos teimosos. Mas a burrice será auto-consciente? Eu estou aqui a falar disto e posso ser uma grande burra e não me achar. Lembro-me de alguns casos de pessoas que assumem que acham que não têm capacidade para certas coisas, por exemplo que não são boas a falar inglês ou a matemática, ou a lançar facturas ou a entender livros, mas será que se acham burras? Gostava mesmo de saber.

Lixem-se

Pessoas que se queixam constantemente do trabalho, que não estão contentes, não gostam, o chefe é mau, pagam mal, não gostam do fazem, é sempre a mesma merda, estou farto/a, não aguento mais, mas depois não mexem uma palha para mudar seja o que for. Pfffff.

Meditar

Sempre achei, e acho que não estou errada (ver Priberam) que meditar era pensar sobre algo. Do género ‘ tenho de meditar sobre a minha vida, tomar uma decisão sobre o caminho que quero seguir’. Agora que ando no yoga e estou mais familiarizada com o conceito de meditação, acho curioso que a meditação seja uma técnica onde devemos esvaziar o pensamento e, idealmente, não pensar em nada.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Engenharia IV

A construção de pontes, outro mistério. Como é que firmam os pilares no fundo do mar/rio? Aquilo tem água! Até consigo perceber que dê para furar, mas como é que depois constroem os pilares? De novo, aquilo tem água! São construídos dentro de água? Mas como é que os materiais se aguentam? Tantas dúvidas. Precisava de um engenheiro civil por aqui. Ou de documentários sobre estes assuntos.

You can run but you can't hide

E quando não se podia levar comida para o cinema, só podíamos levar as pipocas que comprávamos lá? Eu escondia as bebidas em lata na carteira, para ninguém me ver entrar com elas e comprava só as pipocas. As bebidas eram (são?) infinitamente mais baratas num supermercado. Hoje em dia podemos levar o que quisermos. A última vez comi uma sandes do Subway que me soube pela vida.


Escravatura?


http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhadores-de-supermercado




Tinha aqui este post em draft esquecido, aparentemente há meses. Mas ainda vale a pena ler.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Lord Nelson


Agora já sei onde foram buscar o nome Lord Nelson para os chás do LIDL:




(foto de um desses concursos de perguntas da RTP1 que tinha há imenso tempo no telemóvel para pôr aqui)

Nome mais engraçado de sempre para chá!

Os empresários que temos

Dúvida da semana: todas as pessoas que aparecem na imprensa cor-de-rosa que não têm uma profissão são ‘empresárias’? A Lili Caneças é empresária, todas essas modelos decadentes de há 15 anos são empresárias, aquele moço que entrou no Big Briother e foi preso também é empresário.

Gatinhos


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017


Sábado à noite, Hard Club, concerto de Lacuna Coil. Não quis ver as bandas de apoio, por isso fui mais tarde sozinha. Entro no Hard Club e dirijo-me para fila, grande. Achei estranho fila àquela hora mas pensei que se calhar mais gente tinha chegado mais tarde como eu, para ver só Lacuna Coil. Começo a olhar à minha volta, na fila, e as pessoas que estavam lá eram assim gunas. Achei estranho, os concertos de metal não costumam atrair gunas, é mais velhinhos metaleiros. Mas pronto, se calhar Lacuna Coil era assim. Imenso tempo na fila e chega a minha vez. O senhor olha para o bilhete e diz-me que o bilhete não está certo. What? ‘Isto não é aqui, é na sala 2.’ Raios! Perdi tanto tempo para nada. Mas pelo menos estava certa, os concertos de metal realmente não atraem gunas. Os velhinhos metaleiros estavam todos na sala 2. Ufa!

Mulheres-sansão


Vocês também conhecem alguma mulher-sansão? Mulheres-sansão é o que eu chamo àquelas mulheres que não querem cortar o cabelo. Que se a cabeleireira lhes cortar mais do que 3 cm do seu longo cabelo à Rapunzel entram em depressão. Que acham que os seus longos cabelos até ao fundo das costas lhes dão uma aura sensual. Errado, claro, parecem ciganas. Por algum motivo que não sei qual é, reparo que só as ciganas e pessoas de bairros é que usam cabelo até ao rabo. Cabelo muito comprido nem se usa já, mas, a quererem, tenham alguma noção e nunca passem o meio das costas, no limite. É verdade que nem toda a gente precisa de ser como eu, uma aventureira das experiências capilares, mas o cabelo cresce, pessoas! E o cabelo comprido, na minha opinião, não favorece ninguém com mais de 30 anos. Até essa idade, fica bem a algumas pessoas. Mais do que isso, já dá um ar muito pesado. Cabelo pelos ombros, ou um pouco abaixo, dá um ar muito mais leve. Todas as pessoas que conheço que trocaram cabelo comprido por um corte mais curto ficaram sempre melhores. E nem que não fiquem, o cabelo cresce!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Para não me esquecer

Assumptions are the mother of all fuck ups.

Nomes gourmet

Eu ia jurar que as 'suculentas' antes se chamavam cactos e as 'aromáticas' antes se chamavam ervas. Que mania de darem nomes fancy às coisas para parecem chiques e gourmet. Para mim, vão ser sempre cactos e ervas. Prefiro esses nomes mais rústicos mas menos armantes. Quando chamam suculenta a um cacto, iamgino sempre assim o cacto muito snob, de nariz empinado, a achar-se melhor do que os seus amigos que são simples cactos.

Engenharia III

Depois há outras coisas ‘menores’ no mundo da engenharia mas que me suscitam algumas dúvidas e/ou admiração. Os cabos da internet no fundo do mar, a ligar continentes. Como é que fizeram isso? Os peixes não os destroem? São os mesmos cabos ou têm vindo a ser substituídos? Os cabos não ficam presos em coisas? Foi lá alguém abaixo pousar os cabos? Mas não se consegue mergulhar até ao fundo do mar, há sítios super profundos. Tão difícil.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

SyFy


É impressão minha ou aquele canal SyFy só dá filmes com tubarões? As poucas vezes que passo por lá a fazer zapping está quase sempre a dar um filme com tubarões. Os Sharknado todos, que repetem dezenas de vezes por mês, e mais filmes com tubarões, muito tubarões, sempre tubarões. Que obsessão!

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Edredons.




sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Com calma tudo se resolve

Aprendi recentemente uma lição preciosa: às vezes os nossos erros resolvem-se sozinhos. Normalmente quando faço alguma coisa mal no trabalho ou alguma coisa corre mal, quero corrigir na hora e peço ajuda para ficar tudo direito. Uma segunda-feira de manhã, tinha duas coisas mal. Uma que me enganei mesmo e outra que deixou de funcionar de um momento para o outro. Mas era segunda de manhã, estava mal disposta, não me apetecia falar com ninguém e deixei estar. Segunda ao fim do dia fui analisar melhor a que não estava a funcionar e, milagre!, já estava tudo bem. Fiquei muito contente e animei-me quando percebi que já só tinha de tratar de um erro.
No dia seguinte, abro o outloook e tinha recebido um email a dizer que alguém tinha feito um erro, maior do que o meu, por isso era preciso anular tudo e fazer de novo. E pronto, resolveu-se!
O meu trabalho baseia-se muito em reconciliações e perceber onde estão os erros e diferenças. Às vezes não consigo chegar lá sozinha e tenho de pedir ajuda. Mas a partir daí tenho estado bem mais poderada a pedir ajuda para resolver coisas. Afinal muitas resolvem-se sozinhas se lhes dermos tempo suficiente. Outras vezes deixo estar a marinar e eventualmente acabo por, a meio de outra coisa qualquer, ver a luz e perceber o que está errado. Ou então vou ler e procurar tudo o que esteja disponível para ver se há alguma coisa que me ajude. Já resultou também. Mas ter calma, ter calma é fundamental.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Everybody's doing it


Comprei um casaco há menos de duas semanas. Ainda não o usei. Hoje passei na loja novamente e vi que está com desconto de 20% em tudo até domingo. A diferença são 30 euros. Vou devolver e comprar de novo, certo? Eu tenho uma certa vergonha de fazer essas coisas mas depois toda a gente faz isso, e pessoas com mais dinheiro do que eu. Por isso, tenho de deixar de ser anjinha. Vou lá amanhã devolver e comprar de novo, certo? Certo?

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Gatinhos

Já não há gatinhos há muito tempo. Geez, só palavras neste blog. Não admira que as visitas estejam a diminuir esta semana. Overload de gatinhos agora, para compensar.


 
 


Outro momento tragicómico. Só que é só trágico agora.

Daniel Oliveira: "A sociedade tende a desvalorizar ou até mesmo a troçar das emoções"


Este artigo chamou-me a atenção e decidi abrir para ler e enxovalhar. Eu detesto esse tipo. Como toda a gente, aliás. O pior, muito pior, foi logo o primeiro parágrafo:

Eis que Daniel Oliveira deu mais um passo importante na sua carreira como escritor. Esta terça-feira, o famoso entrevistador lançou o seu terceiro romance - ‘Sobre o Amor’.


Não consigo ler mais. É demasiado para mim. Escritor? TERCEIRO ROMANCE?! ELE JÁ TEM DOIS LIVROS?!
Entre isto e aquela situação do José Rodrigues dos Santos ser considerado o melhor escritor nacional não sei qual é pior.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Ir ou não ir, eis a questão


Hoje quero debruçar-me sobre fins-de-semana fora.
Toda a gente gosta muito de ir passar fins-de-semana fora, sair da rotina, conhecer sítios, etc. A minha experiência não é assim tão positiva. Quer dizer, é, não me percebam mal, é semrpe fixe sair de casa, mas não são só rosas.
Primeiro, sítio para se ir. Nunca pode ser muito longe senão perde-se mais tempo em viagem do que a aproveitar. Tenho um limite de 1h30 de viagem.
Depois nunca vou à sexta à noite. Saio tarde do trabalho. Com trânsito, nunca chego casa cedo. Era preciso fazer as malas ainda e ir estrada fora. Nunca chegaria muito cedo, era chegar e ir dormir praticamente, e ia sentir que estava a pagar mais uma noite mas sem aproveitar grande coisa por isso prefiro dormir descansada em casa e ir só no sábado.
Os meus planos são sempre ir sábado cedo de manhã, mas nunca acontece. O mais cedo que consegui ir foi tipo meio-dia. O que mais uma vez não compensa, para ir a esta hora mais vale almoçar em casa e ir a seguir, senão já sei que vou ter de comer numa estação de serviço, cara e sem nada de jeito.
A correr bem, chego ao destino entre as 14h e as 15h. Check-in, ir ver o quarto e tal e sair para passear. Pronto, tenho a tarde toda para conhecer, certo. Depois jantar e acabo por não sair mais do hotel. Dormir. No dia seguinte acordar a tempo para o pequeno-almoço. Depois às vezes dormir mais uma pequena sesta enquanto não é hora do check-in. Sair ao meio-dia do hotel e voltar para casa, que não me apetece andar à tarde e ver coisas.
Ou seja, gasto dinheiro em gasóleo, portagens, hotel, restaurantes, para ter umas horas de passeio num sítio e dormir fora de casa. Com a chatice de ter de fazer as malas, levar milhares de produtos de higiene, roupa, etc. para uma noite só. Acaba por não compensar muito, por isso tenho ido cada vez menos. Acho que compensa mais ir juntando o dinheiro e ir para fora uma vez apenas e mais uns dias, tipo apanhar um fim-de-semana prolongado e ficar 3 ou 4 dias.
E as vossas experiências de fins-de-semana fora como são?

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Eu podia ser socióloga

Já alguma vez repararam que, no facebook, nas contas das duas pessoas que formam um casal, é sempre a mulher que tem foto dos dois na foto de perfil? O homem tem sempre uma foto só dele, a mulher tem foto dos dois.


Gostava de analisar este facto e tirar conclusões parvas:
-as mulheres têm mais necessidade de mostrar que são parte de um casal, possivelmente por insegurança; os homens não querem mostrar que fazem parte de um casal, para terem mais oprtunidades de engate
-as mulheres têm orgulho dos seus cônjuges, os homens têm vergonha
-as mulheres dão mais importância à situação 'casal', os homens são mais individualistas


Pode ser resposta múltipla. Ou então nenhuma acima e é apenas uma grande coincidência.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Séc. XXI, pessoas!

Falta de cinto. É cada vez mais difícil escapar à multa de 200 euros

Ainda há mesmo pessoas nos dias de hoje que não usam cinto? Pensei que isso tinha deixado de ser um problema desde 1988 para aí. Eu confesso que odeio usar usar cinto, não sou como aquelas pessoas que dizem que sentem mais seguras, mas já está tão interiorizado que nunca me esqueço. Mesmo porque o carro não deixa, lá com o pipipipipi incessante.

Querem mesmo saber em que estou a pensar?

Quando entro no facebook e me aparece aquela porcaria do 'em que estás a pensar?', não me lembro de alguma vez ter tido um pensamento positivo.
Hoje estou a pensar que é uma merda o meu telemóvel ter caído na sanita. Ontem estava a pensar que estou na merda, enterrada em trabalho. No dia anterior estava a pensar que era uma merda ser segunda-feira. Etc.
Por isso, petição já para remover essa frase de porcaria!

Pobres serão sempre pobres


O meu telemóvel, um iphone 6 comprado em segunda mão há uns meses (só consigo ter modelos dois anos para trás pelo menos), caiu na sanita. Já me estou a preparar mentalmente para a possibilidade de ter um iphone 5 de novo. As boas notícias é que pelo menos a água era limpa.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Engenharia II

Outro dos feitos da engenharia que eu admiro é o Túnel da Mancha. Quilómetros de túneis construídos por baixo do mar. Eu já li sobre isso e já sei como foi feito e o tempo que todo que demorou, mas parece-me sempre uma obra impossível. Um túnel debaixo do mar! Extraordinário.

Inércia

As pessoas sentem-se incomodadas com coisas diferentes. O que numa pessoa me irrita muito pode outra nem sequer reparar. Há muito por onde escolher: mentirosos, preguiçosos, tolos, chatos, dramáticos, falsos, sonsos, totós, brutos, burros. Tanta e tanta coisa. Ao longo do tempo, uma das coisas que me começou a fazer mais confusão foi a inércia. Pessoas que não se mexem para nada, nem para seu próprio benefício. Falta de vontade para toda e qualquer coisa. Há pessoas preguiçosas, eu própria sou um pouco, mas pessaos inertes são completamente diferentes. São pessoas que não querem saber. E isso irrrita-me profundamente.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Contradições II

Polónia. Extrema-direita avança pelas ruas com cânticos xenófobos




Corrijam-me se eu estiver errada, mas não são os polacos que são na sua maoria judeus e que são odiados por muitos (nazis, etc)? E não são eles que estão em Londres, por exemplo, aos milhares? Não entendo muito bem esta manifestação, mas devem ser 'os outros', que não são judeus e não se inserem nesse grupo.
E não me entendam mal, não tenho absolutamente nada contra os polacos. Muito pelo contrário, uma das minhas melhores amigas é polaca. E até tenho uma certa pena deles, porque é como ela diz, a Polónia está sempre a ser fodida, por um lado (Rússia) ou pelo outro (Alemanha).

Contradições

Nunca se viu tanto ateu a sentir-se abençoado ('feeling blessed') como hoje em dia no facebook.

Actualidade

Bem, seguindo as tendências, vou também falar aqui brevemente do jantar no Panteão Nacional, para verem que este é um blog actual. Não me choca assim tanto que tenham feito lá o jantar, em termos de desrespeito. Quer dizer, só estiveram lá a comer, não fizeram nenhum ritual satânico, não é? O que me choca é alguém querer fazer lá o jantar efectivamente. Pah, também se podem fazer piqueniques na beira da estrada, mas ninguém quer fazer isso, não é?

Só para ricos


Eu nunca poderia ter aquele iPhone X com revestimento de vidro. Isso para mim era meio caminho andado para a desgraça. A Apple parece que faz estas coisas mesmo a pedi-las, para ganharem mais dinheiro com as peças. Se bem que quem gasta 1300 euros num telemóvel também deverá ter disponíveis mais umas centenas para consertos extra.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Dúvidas

Dúvida da semana: porque é que nos shoppings nunca apanhamos rede suficiente para termos internet? Nem consigo carregar uma simples página no browser. Não sei se é porque a estrutura do shopping é tão forte que nem deixa a rede passar lá pra dentro ou então, a hipótese que eu prefiro, se eles bloqueiam isso propositadamente. Muitos têm a sua rede wifi grátis mas que também nunca funciona, provavelmente porque está toda a gente a tentar aceder. A minha teoria é que é para não conseguirmos consultar sites para confirmar se os produtos que queremos comprar são mais baratos noutros sítios. Demasiado elaborada...?

Os filmes do costume


Sempre que vou para fora do Porto, encontro sempre algum animal perdido, normalmente cães na auto-estrada. É certinho. Não me lembro de uma vez que não tenha acontecido. Nunca consegui resolver o assunto, mas o filme é sempre o mesmo: o cão anda a correr feito louco na auto-estrada, páro o carro, chamo o cão que nunca vem porque está super assustado. O cão acaba por fugir para o meio do monte com medo, depois de algumas peripécias, e não o vejo mais. Não é óptimo porque eventualmente ele vai sair de lá de novo, mas também não há nada mais que eu possa fazer. Ligo para o 112, alerto a GNR, que normalmente são simpáticos e dizem que se vão deslocar ao local para ver a situação e pronto. Depois vou embora triste a pensar no cãozinho e a rezar para que ele não volte à auto-estrada e que não lhe aconteça nada de mal. E a pensar também que se foi alguém que o deixou ali à sua sorte, se espete contra um muro e morra.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Gotta love them commies

PCP acredita que o mundo está pior sem URSS


Nem sei bem o que diz a notícia, não consegui ler tudo. Ali o primeiro e segundo parágrafos deixaram-me logo K.O.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Segunda-feira

É mais difícil voltar ao trabalho depois de fins de semana fora. Uma pessoa fica ainda mais deprimida quando volta e tem de aceitar a realidade de que não podemos andar sempre a passear.
Hoje estou com humor mesmo de segunda. Não quero falar com ninguém. Quero só morrer ou então ir para casa dormir com os gatinhos. dormir com os gatinhos é fixe. Quero ir para casa dormir com os gatinhos.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Artigo

Eu nem costumo gostar do Henrique Raposo, ele tem um estilo muito peculiar, ainda que faça de propósito para irritar as pessoas, e eu nem sou mãe, mas este artigo dele parece-me muito acertado, para quem quiser ler:


http://rr.sapo.pt/artigo/97361/porque-e-que-tantas-maes-se-sentem-mal-no-papel-de-mae

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Almofadas.




Falta de noção q.b.

Há uma situação de que quero falar: quartos partilhados. Vou acrescentar agora uma palavra-chave: quartos partilhados por adultos. Ultimamente deparo-me com alguns casos em que se acha aceitável pedir a adultos que partilhem quartos em hotéis. Eu gostava de conseguir definir uma idade a partir da qual isso deixa de ser aceitável, mas é difícil. Sendo assim, eu acho que deixa de ser aceitável a partir do momento em que as pessoas têm dinheiro para pagar um quarto só delas. Se calhar a partir do momento em que arranjam um trabalho. Pessoas de 30+ anos não deviam nunca sequer ser postas numa situação em que têm de dizer que não querem partilhar quartos, porque as outras pessoas deviam ter noção suficiente para nunca lhes pedirem isso. As pessoas querem fazer cocó à vontade, querem ressonar à vontade, querem andar nuas à vontade, querem dormir à vontade. Querem estar num quarto de hotel como estariam em sua casa. A única situação em que isso poderia ser pensado é quando há duas pessoas que são amigas há muito tempo, mas quando digo há muito tempo digo tipo desde a infância, e realmente não se importam nada em partilhar o quarto com a outra pessoa. E por vontade própria. Fora esta situação excepcional, NUNCA é aceitável pedir a adultos para partilharem quartos, a não ser que estejam numa relação romântica. Percebido? Percebido, pessoas que organizam eventos e se lembram dessas parvoíces?

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dica

Dica preciosa para as televisões, especialmente para as que passam notícias: invistam num bom corrector ortográfico de português. Eu diria invistam no melhor corrector ortógráfico de português que encontrarem, ainda que custe bom dinheiro. Aqueles erros todos que passam nos rodapés e nos títulos das notícias podiam ser facilmente evitados se tivessem um bom corrector ortográfico que assinalasse as palavras mal escritas.

Fuck this shit!


Resumo dos últimos dias: não quero saber do Halloween, nem sequer é uma festa portuguesa. Mas mesmo assim, pior Halloween de sempre, doente e debilitada. Terça-feira foi um dia para esquecer, tudo a correr mal. Ontem dormir o dia todo para esquecer. Acabou, finalmente.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Dúvidas

Dúvida (honesta) da semana: estou sempre a deparar-me com publicidade a um aparelho de cozinha chamado Borner. E já vi menções a ele em blogs ou fóruns ou em outros sítios na internet. O que é isso afinal? É só um cortador de legumes? Porque é que é tão conhecido e melhor do que um cortador de legumes da loja do chinês? Qual é a loucura à volta do Borner? Juro que não entendo.

Halloween


O preço das abóboras deve estar pela hora da morte, não?

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Engenharia I

Uma das coisas mais fascinantes do mundo da engenharia para mim é o Maglev. É um comboio mágico. Eu sei que aquilo é ciência mas, caramba, um comboio que levita nos carris? Isso só pode ser magia!

Personal shopper


Vejo moças que usam sempre roupas de marca, caras, de boa qualidade, mas que depois parecem umas pobres coitadas porque as roupas não lhes assentam bem. Muito largas nuns sítios, demasiado justas noutros, roupas que não favorecem o seu tipo de corpo... Penso sempre que eu, uma nulidade em moda, podia dar bons conselhos a essa gente. Conselhos tipo ‘não compres isso que te fica mal’.

Momento tragicómico da semana


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Fail


Tinha as unhas das mãos compridas, não tinha previsão de ter tempo (e peciência) brevemente de as cortar, então decidi muito excepcionalmente ir fazer manicure num cabeleireiro, à hora de almoço. Não sei se já falei sobre isso aqui, mas é uma coisa que não faço fora porque poucos são os sítios que fazem tudo tão bem feito que eu ache que vale a pena pagar para isso. Sou muito perfeccionista, por isso basta ficar uma coisinha mal que acho logo que foi deitar dinheiro fora, porque eu teria feito melhor em casa. Até hoje houve apenas dois sítios onde gostei mesmo e ficou tudo exactamente como eu queria.
Como já poderão ter assumido, e bem, o sítio onde fui hoje de facto não foi um desses. A senhora era muito simpática, simpática demais até, porque não parou de falar um segundo e eu já estava farta de tanta conversa fiada e de ter de fazer sorriso amarelo. Eu pedi as unhas bem curtas, e ela insistia que não ficavam bem, que não gostava de unhas muito curtas. Pois, mas eu é que estava a arranjar as unhas e eu é que ia pagar, por isso acho que têm de ficar como eu quero e não como ela quer, não?
Logo aí percebi que não ia acabar bem. Depois sugeriu pô-las quadradas e arredondadas nos lados. Eu disse que não gostava quadradas, queria redondas. Acabei por sair de lá com elas quadradas, claro, como ela gosta. Não tirou as cutículas, fingiu que não existiam. E com cutículas, claro que ia ficar tudo mal pintado. Verniz por cima das cutículas numas unhas, noutras não, verniz por fora, uma cagada. Cheguei ao trabalho e ainda estive a limar umas unhas que ainda estavam a arranhar, logo também não ficaram bem limadas. Resumindo, não houve nada que eu tivesse gostado, saiu tudo ao contrário.
Agora quero chegar a casa, tirar este verniz todo, voltar a cortar as unhas, arredondá-las e pôr tudo ao meu gosto. E nunca voltar lá, naturalmente. E lembrar-me nos próximos anos desta experiência para não abrir mais excepções que calham mal.

Os conselhos que vos dou

Se calhar toda a gente já sabe menos eu, mas se gostam de Água das Pedras não bebam Água Carvalhelhos para substituir. Geez, que aquilo não sabe nada bem!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Gatinhos



Viver no passado

Às vezes tenho a noção que vivo no passado. Só ouço bandas que conheço há muitos anos, são poucas as bandas que gosto que descobri mais recentemente. Em relação a livros nem se fala, poucos são os livros com menos de 100 anos que eu leio, exceptuando Saramago e mais um punhado deles, mas isso é um problema que eu já detectei quando estava na faculdade. Dou por mim às vezes a pensar aquelas parvoíces tipo 'no meu tempo...'. Please, o meu tempo é enquanto eu estou viva, nem que tenha 70 anos, é o meu tempo. Mas lembro-me tão bem de coisas que ja se passaram há 15 ou 20 anos e parece que foram há tão pouco tempo e nem dei pelo tempo passar. Ou lembro-me de produtos ou objectos que se usavam há uns anos e fico assim nostálgica. Para além de eu ser super resistente à mudança tecnológica e só aderir às coisas quando estão praticamente obsoletas, como já disse aqui várias vezes. Será que sou um velho do Restelo?
Tenho um grupo de amigos que, sempre que estamos juntos, falam do secundário e de coisas que aconteceram nessa altura. Eu também achei tudo muito fixe, mas mais importante do que estarmos sempre a reviver os mesmos bons momentos é fazer novos bons momentos. Eu sei que antes eramos mais novos, mais giros, mais magros, mais cool, tínhamos mais tempo. Mas hoje em dia até temos mais dinheiro para fazer as coisas que queremos porque trabalhamos, e temos um carro para ir passear que antes não tínhamos, e somos autónomos e não precisamos do consentimento dos nossos pais, e podemos ir viajar mais facilmente e há mais oferta de voos, hotéis, restaurantes, concertos, experiências, tudo e mais alguma coisa, e até estamos sóbrios mais tempo para podermos lembrarmo-nos melhor das coisas que fazemos! Temos de construir novas memórias para daqui a uns anos dizermos 'ui, quando eu tinha 30 anos é que era!'.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Dúvidas

Dúvida da semana: os ricos gostam de ténis porque são ricos ou são ricos porque gostam de ténis? Não que o ténis faça as pessoas ficarem ricas, naturalmente, mas será que quem gosta de ténis já tem aquele jeito natural para coisas de rico e, eventualmente, fica rico durante a sua vida? Ou a partir do momento em que enriquecem desenvolvem um gosto por desportos de rico, tipo o ténis? É que é muito raro eu ver algum pobre a jogar ténis, mas nem sequer tenho a ideia de ser um desporto assim tão caro. Não é só comprar a raquete e ir para um ginásio que tenha um court?

Modernices

Quem tem carros com 6 velocidades deve saber a chatice que são. Basicamente anda-se sempre a mudar de velocidade, não se faz mais nada. Para cima e para a baixo. Aquela luzinha das velocidades está sempre a acender, um gajo já não pode ir na sua vida em quarta ou quinta um bocado, a luz sempre acesa, sempre acesa, a mandar-nos aumentar ou reduzir. É isso e as reduções de duas ou três de uma vez. No início, passava de sexta para quinta, de quinta para quarta, quarta não é suficiente, mete terceira. Agora é logo de sexta para terceira está feito. Que canseira! Por favor, senhores engenheiros, nada de inventarem caixas manuais de 7 velocidades daqui a uns anos. Mais do que 6, só automáticas.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Designers de andar por casa

Sabem aqueles blocos de magnéticos de pendurar no frigorífico? Tenho a dizer que claramente os designers desses blocos magnéticos nunca os usaram. Os que comprei até hoje foram sempre um fail. O íman atrás está normalmente mal posicionado e as folhas acabam por fazer muito peso e o bloco todo descai e fica assim pendurado, todo pendurado. Pfffffff.





Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Casacos. Quentinhos, especialmente. (e apesar de ter imensos, já andei a ver as lojas e que perdição!)


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Parvoíces e similares

Tem sido uma semana difícil, tanto em termos de trabalho como em termos de situações que me irritam, por isso nem tenho tido muito tempo nem motivação para vir aqui escrever.
Hoje já estou um bocadinho mais à vontade em termos de tempo e vou aproveitar para deixar aqui uma série de queixas e de parvoíces que tenho vindo a pensar e que preciso deitar para fora, para poder avançar bem disposta para o fim de semana.


-vou começar pelo início, ainda o assunto incêndios que agora já acalmou. Li um post de alguém no twitter que dizia que deixaram um bilhete nos bombeiros de qualquer localidade que agora não recordo e que dizia ‘gostaram? A próxima é a serra’. Não sei se é verdade ou não, prefiro nem investigar o assunto, mas comecei a sonhar com snipers escondidos em sítios, a controlar os matos com binóculos e aqueles aparelhos de detecção do calor e que quando um incendiário ia atear um fogo, no momento exactamente antes de acender o isqueiro ou o que quer se seja que usam para começar o fogo, levam um tiro certeiro na cabeça e morrem. A parte melhor vem agora: isto não aparecia nas notícias nunca, que era para os outros incendiários pensarem que estavam seguros e continuarem todos a atear incêndios, até terem morrido todos e não sobrar nem um para contar a história. Eu sei, tenho uma imaginação muito fértil.


-se aquela teoria de haver uma rede terrorista é mesmo verdade, então tenho de lhes dar os parabéns, porque são mesmo espertos. Fizeram a escolha acertada do país. Se tivessem ido para qualquer outro país, os incêndios eram combatidos com melhores meios e dificilmente chegavam ao ponto que chegou aqui, as autoridades investigavam, os autores eram presos e nao iam longe. Vieram para um país onde se apaga o fogo como se pode, e onde nem podemos contar com os bombeiros, nas palavras de um idiota qualquer, onde não se investiga nada, onde mesmo que se apanhe algum incendiário por alguma razão do destino não lhe vai acontecer nada, vai para casa com termos de identidade e residência. Por isso, acho que só temos de ficar contentes por termos pessoas espertas no país, ainda que usem a esperteza para o mal.


-e para terminar isto dos incêndios, também li uma notícia que dizia que o Estado ajuda à Europa e que ninguém respondeu. Pudera, eu fazia o mesmo. Um amigo pede-vos o carro emprestado porque o dele está avariado. Vocês emprestam. Na semana seguinte, volta a pedir e vocês emprestam. Até que percebem que ele vos pede o carro todos os dias porque só não quer arranjar o dele e gastar dinheiro. Vocês aí deixam de emprestar, não é?


-leitores do Porto, alguém sabe qual é a situação do trânsito? A situação que de cerca de há 2 ou 3 semanas para cá se tornou impossível andar de carro no Porto, de manhã e ao final do dia. Sempre houve trânsito sim, mas havia horas piores e horas melhores. Agora se sair às 7h30 de casa está tudo parado. Às 8h igual, às 8h30, às 9h, às 9h30 igual e por aí fora. Nunca demoro menos de 45 minutos a chegar ao trabalho de manhã quando antes demorava cerca de 25 min. À tarde é o caos total, em todo o lado, tenho demorado 1h, em dias piores 1h15, quando antes fazia o percuso em meia hora. Não acredito na teoria da chuva porque isto acontece mesmo em dias sem ela. Ando a ficar tola com isto mas também não encontro alternativa que não seja alugar uma casa em frente ao trabalho ou comprar uma mota.


-para terminar a lista de queixas, e aquela notícia do dinheiro que foi angariado pela CGD para as vítimas de Pedrogão Grande que agora parte dele (500 mil em 2,6 milhões) vão ser doados aos hospitais para comprar equipamento? Eu não sei vocês, mas SE eu tivesse dado queria que o meu dinheiro fosse mesmo para as vítimas do fogo, que ficaram sem nada, e não para o SNS que deve ser gerido pelo Estado, apesar de estarem a tratar as vítimas dos incêndios. Eu disse SE porque eu não doei nada. Já fui essa pessoa, quase todos os meses dava um donativo para alguma coisa, mas hoje em dia não dou dinheiro nenhum para caridade a instituições. Eu sei que estou errada, que algumas fazem de facto alguma coisa e se ninguém der, o que será das pessoas que são ajudadas por elas? Mas já soube de vigarices tantas vezes que estou completamente descrente. Sou capaz de dar uma moeda a um sem abrigo que está a pedir na rua. Compro a CAIS sempre que vejo à venda. Se conhecesse algum daqueles grupos que foram a Pedrogão nos seus carros distribuir coisas pessoalmente daria também. Agora dar o meu dinheiro a organismos que vão distribuir o dinheiro como bem entenderem, ou então nem sequer o vão distribuir, como esse dinheiro todo que se angariou em concertos e em chamadas telefónicas e que agora grande parte dele nem se sabe onde está? O que é isso? É tipo aquela história do Continente, por exemplo, que nos pede para arredondarmos a conta para as vítimas não sei do quê. As pessoas dão e eles depois dão o dinheiro das pessoas e provavelmente ainda conseguem deduzir o donativo no IRC (estou a espcular, mas até pode ser possível). Se eles querem mesmo ajudar que dêem o seu próprio dinheiro. Eu sei que sou muito radical nisto agora mas não consigo mais acreditar em nada.


- agora uma coisa mais positiva e bem mais divertida: vai haver uma feira alternativa no Porto, com workshops, produtos à venda, palestras, etc, e eu quero ir por isso sigo o evento no facebook. Então eu via lá posts sobre sessões Braco e ficava intrigada porque não sabia o que era isso. Imaginava algo tipo ler as mãos, ou as runas, horóscopos, ou uma cena do género. Acabei por ir procurar na internet e não vão acreditar nisto, eu fiquei completamente embasbacada: Braco é um senhor que faz sessões para olhar para as pessoas. What? Sim, supostamente as pessoas ‘olham’ para ele e ficam curadas. Ele está numa sala parado, só assim lá, sem falar, sem se mexer, sem fazer nada, só ali parado na sua vida a olhar para as pessoas e as pessoas curam doenças, cancros, mudam a sua vida instantaneamente, tornam-se melhores pessoas naquele momento, sentem uma revelação. Eu nem queria acreditar que isto é real, mas é. E pelos vistos há milhares de pessoas que acreditam nisso. Eu estava de boa aberta a ler tudo isso na internet, intercalado com ataques de riso. Melhor cena da semana.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Promessas promessas

Eu não quero ser picuinhas com isto da chuva mas onde é que está o Ophelia? Prometem-nos um furacão, com temperaturas baixas e chuva e vento e eu vejo céu limpo e sol, apesar do chão ainda húmido da pouca chuva da manhã. Os senhores do tempo pregam-nos sempre estas partidas.

História da minha vida


Dúvidas

Dúvida da semana: porque é que aquela frase ou ditado ou lá o que era dizia ‘caracol, caracol, põe os corninhos ao sol’ se eles só saem dos seus esconderijos quando há chuva?

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Novo design

Os mais atentos vão reparar que as cores do cabeçalho estão diferentes. Não que não gostasse das outras, mas tento sempre deixar o blog o mais work friendly possível, para que tanto eu como os leitores o possam abrir no trabalho, caso desejem, sem grande alarido.
Acho que assim com menos cor está mais sóbrio, mas estou sempre aberta a outras sugestões.

PS: é só no meu pc ou também têm de fazer scroll para os lados para apanhar o blog todo?

PS2: julgo que era do meu pc ter zoom, tenho sempre zoom para ver melhor. Se puser a 100% já me parece bem, mas se estiver mal por favor avisem para arranjar.

PS3: de qualquer forma, ajustei um pouco a largura para quem, como eu, gosta de usar zoom, não ter de estar sempre a fazer scroll para os lados.
Hoje não estou a conseguir concentrar-me no trabalho. Estou a ler de forma obsessiva as notícias todas sobre os fogos, as actualizações, as declarações dos políticos, as teorias, os vídeos que as pessoas partilham, o número de vítimas mortais, todas as casas, florestas, fábricas e tudo o resto que ardeu e arde, e estou sem palavras suficientes para exprimir a minha revolta.
Não quero fazer disto um caso político de direita vs. esquerda, e sendo eu completamente anti-esquerda, a minha posição naturalmente é parcial, mas caramba, não há quem cale e afaste do poder estas pessoas que só debitam disparates em público e que são completamente incompetentes face a tragédias? Eles próprios assumem que não bastou uma tragédia (Pedrogão Grande) para aprenderem, precisam de mais tempo para ler o relatório, dizem eles completamente sem vergonha.
Eu sei que não é culpa de ninguém o tempo que faz, as condições propícias para a propagação dos incêndios, e até posso acreditar na teoria de isto ser tudo orquestrado, mas se eles próprios acham isso, não era de estarem mais bem preparados?
Não há memória de um ano como este. Tivemos dezenas de mortos no fogo de Pedrogrão Grande há uns meses e ontem outra tragédia, menos vítimas mortais para já, mas em extensão e danos provavelmente muito pior e eu só consigo pensar 'e se fosse eu?' e não consigo sequer imaginar a aflição, a revolta, a frustração, o medo. Aquele mapa de Portugal com os pinos vermelhos a assinalar os fogos activos provoca-me arrepios.
Nem se pode esperar que isto tudo sirva de lição porque, como já vimos, não serve. Assim sendo, e se fosse um partido de direita nestas condições seria absolutamente igual, espero que os 'políticos' e restantes boys incompetentes no poder tenham uma réstia de vergonha na cara e se demitam (ou os demitam, não interessa muito, desde que vão embora) para dar lugar a pessoas mais capazes. Não interessa o partido, é só preciso serem mais capazes.

Vómito. Vómito infinito


Vigo



Vigo também está a arder. Uma amiga minha que mora no centro da cidade, perto do Castro, um parque urbano que ardeu, também passou uma noite má, com as malas prontas para fugir caso fosse preciso. Tudo muito triste.

Sem comentários


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Gatinhos

Gato preto numa sexta-feira 13. É aquela minha teoria, uma superstição anula a outra, como nas duplas negativas.
Boa sexta para todos!



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Quem nunca

As mães ao telefone são todas iguais. Falam, falam, falam, de coisas irrelevantes muitas vezes, e não ouvem nem deixam falar. Que atire a primeira pedra quem nunca tirou o telefone do ouvido à espera que elas se calassem para finalmente falar.

Sugestão para gulosos

Ontem fui ao Ikea à hora de almoço e aproveitei e almocei por lá. Nunca tinha almoçado lá no restaurante. Que quantidades industriais de comida que eles deitam! Comi almôndegas vegetarianas com espinafres salteados e batatas fritas. Só almôndegas tinha dez! Eu em casa como cinco e já fico cheia. Os espinafres eram assim um monte gigante e as batatas fritas tive de pedir para pararem de deitar no prato. Um exagero. Eu, que como praticamente até se ver comida ao fundo da garganta, tive de deixar comida. Não consegui, era muita coisa. E este prato gigante custa 4 euros. Para quem gosta de comer muito (e bem, a comida estava bem confeccionada), é o sítio para se ir!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Actualidade

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/governo-portugues-apela-a-preservacao-da-unidade-em-espanha-219173


Eu gostava de saber se os outros governos também fazem 'apelos' quando se trata de situações em Portugal, ou se é só parolice típica de português.

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Velas (giras).






Para todos os idiotas que não querem saber

Queria só mandar aqui publicamente à merda todas as pessoas que, sabendo da seca que o país está a passar, continuam a ligar a rega todos os dias sem excepção, alegremente.
Conheço uma pessoa que faz isso, mesmo depois de eu ter visto os seus aspersores a regarem o seu relvado extenso, e lhe ter dito que estamos em seca e que há sítios em que as populações já têm de ser abastecidas com camiões cisternas, que não têm água para dar aos animais, em que as torneiras nãio deitam água durante o dia, etc. Mas ele não quis saber, aparentemente. É muito bom ser-se menino da cidade e não querer saber dos problemas dos outros que, para já, não nos afectam.

Para começar bem


Hoje distraí-me enquanto infundia o meu chá de manga e morango e acabei com um chá de hibisco. Raios, odeio hibisco! (para quem está atento, eu de facto não compro chás que tenham hibisco, mas este foi uma amiga que me trouxe de Inglaterra)

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Depois do apocalipse, vão sobrar as baratas e os arrumadores

Com o desenvolvimento da tecnologia nos carros para o estacionamento, seja com sensores e sinais sonoros, câmaras ou até aqueles sistemas mais completos de estacionamento assistido ou automático, seria de prever que a 'profissão' (uso livre do termo) de arrumador de carros estivesse para ser extinta rapidamente. Nós todos queríamos que eles se extinguisse rapidamente, aliás. Mas eles são resistentes como as baratas e não caem nessas tangas das modernices. Vão ajudar, sim, nem que os condutores não queiram. Nem que atrapalhem mais do que ajudam. Isso sim, é resiliência.

Calma, afinal há países menos desenvolvidos do que Portugal

No domingo à noite estava jantar na baixa, numa esplanada. Estava calmo, era domingo à noite, não anda muita gente a passear, alguns locais e alguns turistas apenas. O camião do lixo parou para despejar um daqueles contentores grandes, subterrâneos. Aqueles camiões que têm uma espécie de grua que pega no saco do lixo e o sobe e despeja no camião. Não imaginam a quantidade de gente que se juntou para ver o lixo a ser despejado. Pessoas a tirarem fotos e/ou a gravarem vídeos! As pessoas vieram não sei de onde e juntaram-se todas à volta do camião do lixo, um espectáculo pelos vistos bastante interessante. Por momentos, quase imaginei que nenhum daqueles pobres turistas vive num país civilizado onde há recolha de lixo. Que o lixo do país deles se acumula nas ruas e vão lá os senhores à mão limpar tudo, sem recurso a camiões ou maquinaria. Como é que uma cena tão simples como um camião a despejar o lixo pode despertar tanta curiosidade e admiração? Muito bizarro.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A felicidade está nas pequenas coisas

E hoje, para ser diferente, fui tomar o pequeno-almoço ao café, para vir mais animada para o trabalho. É que não basta vir trabalhar numa ponte, ainda tenho mesmo de trabalhar a sério, porque tenho um prazo para cumprir. Grrrrrrr.


Dia Mundial do Animal 2

Como prometido, e para alegrar o dia dos pobres coitados que hoje tiveram de trabalhar, como eu, ficam aqui fotos dos animais todos que andam lá por casa.


Os três dos costume:







  
 



Mais o gatinho Lopes, uma adição recente, que ainda não se sabe se é temporária ou permanente.





O que interessa é que eu acho que tiveram todos um bom dia do animal, como têm todos os dias aliás. Quem me dera a mim ter a vida boa destes animais!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Dia Mundial do Animal

Apesar de ser um cliché, não queria passar o dia sem felicitar todos os nossos amiguinhos, que tanta alegria nos dão - a maior parte do tempo, vá, que às vezes também só me apetece chorar.
Hoje não tenho mesmo tempo para seleccionar fotos, mas amanhã (well, sexta, provavelmente, que amanhã é feriado) ponho fotos dos amiguinhos todos (e são bastantes!).



Razão pela qual tenho mesmo de tomar banho de manhã

Há manhãs que acordo assim.


terça-feira, 3 de outubro de 2017

Mais ainda


E pessoas que não tomam banho? Conheci ao longo da minha vida pelo menos cinco pessoas que não tomam banho e que têm agarrado a si aquele mau cheiro característico de odor corporal que deixa os outros mal dispostos. Mau cheiro e mau aspecto, cabelo oleoso, dentes amarelos de sujidade, o pack completo. Pah, não entendo como as pessoas podem ser tão porcas. A chatice é quando temos de trabalhar com estas pessoas. Há uns anos tive o azar de ter um colega assim a trabalhar na secretária ao lado da minha durante uns meses e foi uma tortura. Tinha de aguentar o mau cheiro o dia todo. E quando ele falava para mim, eu tinha de conter a respiração para não levar com o mau hálito em cima. Ainda por cima o estúpido tinha o hábito de virar-se para o meu lado quando espirrava, ficava piursa com isso! Não consigo compreender o que vai na cabeça destas pessoas. São porcas e desistiram da vida. Só pessoas que desistiram da vida é que não têm cuidados básicos de higiene, não é?

Há dois tipos de pessoas

As que tomam banho de manhã e as que tomam banho à noite. Eu prefiro de manhã. Para além de não poder sair de casa com o cabelo como acordo (uso franja e acordo com o cabelo todo no ar), ajuda-me a acordar e a sentir-me fresca para um novo dia. Nunca conseguiria sair de casa para vir trabalahr sem tomar banho. Mesmo nos dias em que tomo à noite (nos dias em que faço exercício), tomo na mesma de manhã, até porque à noite não lavo o cabelo. E vocês, que tipo de pessoa são?

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

iOS 11

Preciso de me queixar um bocado do iphone (com letra minúscula para enxovalhar). Antes eu tinha um iphone 5. Comprei a um amigo por uma bagatela mas já vinha também com bastante uso, apesar de estar como novo. O que mais se notava era a bateria, que nunca durou muito e continuou a perder autonomia ao longo do tempo. Usei o iphone um pouco mais de um ano e no fim já tinha de carregar a bateria duas vezes por dia, em certas alturas. Achei que este esforço não compensava, tinha de andar sempre preocupada com isso, e então um outro colega queria vender o seu iphone 6 e eu comprei-o. Os meus problemas deixaram de o ser, porque agora a bateria durava-me um dia inteiro sem problema, e mais até. Deixei de me preocupar com os carregamentos, fazia um uso despreocupado do telefone. Até semana passada, com a malfadada actualização para o iOS 11 que veio trazer-me de novo problemas de bateria. Eu sei que toda a gente se queixa e até já saiu um bug fix, mas este fix não fix nada. É como se tivesse o meu iphone 5 de novo, tenho de andar sempre em modo de poupança de bateria. Se chegar à noite com alguma carga tenho de o deixar a carregar sempre. Estive a ler alguns artigos sobre isso e desliguei os serviços de localização e o background app refresh para poupar a bateria. Para além disso, este novo SO não desliga completamente o wi-fi nem o bluetooth no menu de atalho, por isso tenho de entrar sempre nas settings para desligar completamente estes dois modos, para também poupar bateria. Que pesadelo que é este iOS 11! Eu até estava com bastantes expectativas porque já tinha lido que iam acrescentar o atalho dos dados, até agora inexistente. Mas deram-nos esse e tiraram os outros dois, por isso ainda está pior. Já estive a ver se dá para desinstalar mas é preciso repôr as definições de fábrica, perdendo tudo, o que implica que tenho de fazer backups, voltar a configurar tudo, instalar tudo, etc. Eu estava a tentar evitar isso mas visto que este bug fix não resolve nada parece-me que não tenho outra opção. Eu percebo a Apple, eles querem é que um gajo esteja sempre a comprar os seus telemóveis mais recentes e a estourar dinheiro infinito com eles. Raios os partam a todos!

Actualidade

Já que as eleições são o assunto do dia, eu não me quero alongar muito e vou dizer só que temos os políticos que merecemos.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.

Jasmim.



As maravilhas da língua portuguesa

Adoro a palavra pândego. A sonoridade é gira. O significado é interessante. E leva-me sempre para o imaginários dos livros de Eça de Queiroz. Pândego, pândego. Muito engraçado. E gosto especialmente desta palavra aplicada para enxovalhar políticos. Exemplo: Este João Galamba é um pândego!

Comentadores de bancada

Sinto uma certa pena dos bloggers e outros ‘escritores’ de andar por casa, por exemplo do facebook, quando fazem posts e vão lá as pessoas comentar e deturpam completamente o sentido dos posts. Ou então quando escrevem um post que era suposto ser engraçado, e os leitores vão lá explicar a piada nos comentários ponto por ponto, como se fossem atrasados mentais, tirando toda a graça da coisa. Bons leitores são quase tão difíceis de encontrar como bons escritores. Felizmente os leitores do meu blog, pela amostra dos comentários que recebo, são todos inteligentes!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Os tão falados livros para meninos e meninas


Já que anda toda a gente a falar dos livros da Porto Editora para meninos e para meninas e eles até foram postos de novo à venda e este blog até é meu e eu posso dizer o que eu quiser, aproveito para dizer que sou contra esses livros. Não analisei os livros nem preciso de analisar para ser contra eles. Nem que o conteúdo fosse exactamente igual e as capas fossem diferentes, sendo azul para menino e rosa para menina, eu ia ser contra esses livros. Ou são todos rosas ou são todos azuis ou são todos amarelos ou são todos verdes ou então há livros de todas as cores do arco-íris e cada um escolhe a cor que gostar mais. Essa treta do azul ser para meninos e o rosa para meninas mete-me nojo. É uma coisa muito simples e básica mas é por aí que se começa bem cedo a diferenciação dos géneros. Começa-se por dizer às meninas que têm de usar rosa e facilmente se escala para ensinar-lhes que têm de casar e ter filhos e tratar da lida da casa. Ok, estou a exagerar, mas dá para perceber a ideia. Ainda há pouco tempo aconteceu uma situação que me lembrou disso. Estava em casa de uns amigos que têm um filho de 3 anos. O F. tinha um isqueiro rosa e estava com ele na mão. O miúdo perguntou-lhe, assim muito confiante: ‘esse isqueiro não é teu, pois não?’ Eu fiquei logo muito curiosa e perguntei-lhe porque é que ele achava que o isqueiro não era dele e ele respondeu que era porque era cor de rosa, que era de menina. Claro que eu lhe disse que não era assim. Que o facto de o isqueiro ser cor de rosa não implica que seja de menina. Que os meninos podem usar azul ou rosa e que as meninas também podem usar azul ou rosa, usam o que gostarem mais. Não me pareceu que ele tivesse ficado convencido. Isto porque já deve ter sido muito massacrado em todo o lado com esse cliché. É que nem que não sejam os pais em casa a ensinar essas coisas, é na escola, são os avós, os tios, os conhecidos, toda a gente massacra as crianças com esses clichés de género. E claro que depois é muito normal que cresçam a achar que quem usa cor de rosa são os gays. São coisas que à partida parecem inofensivas mas que se podem transformar facilmente em preconceitos mais tarde e criar limitações. Por isso, sim, sou contra os livros para meninos e para meninas da Porto Editora.

OCD

Vou partilhar um truque que uso convosco. Quando vou a casas de banho públicas, quando tenho de descarregar o autoclismo, pego sempre num bocado de papel higiénico e uso-o para não tocar no botão. Penso na quantidade de pessoas com mãos sujas que o deve ter feito antes de mim e não quero tocar nisso. Uma vez li em algum sítio que nas casas de banho dos homem isso era o cúmulo do nojo, porque todos os homens mexem no autoclismo depois de tocarem na pila! Ahahah!

Gatinhos


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

First world problems

A bateria do iPhone com o novo iOS gasta-se ao dobro da velocidade. O meu relógio Garmin não está a sincronizar as minhas corridas com a app do telemóvel. O Spotify não me está a deixar ouvir músicas em modo offline, apesar de eu ter feito download das músicas todas para o telemóvel para as poder ouvir sem usar a internet. Só problemas.

Ignorance is not bliss


Fico espantada e chocada ao mesmo tempo como ainda há mulheres, jovens e adultas, com estudos, que não sabem o que é o HPV ou que não fazem citologias (ou papanicolau, como é vulgarmente chamado) frequentemente ou então que até fazem mas não sabem para quê, não sabem que é para detectar o HPV numa fase inicial, quando ainda não apresenta perigo. Julguei que em 2017 isso já seria assim uma informação ao alcance de todos. É verdade que eu tive contacto com isso quando uma amiga próxima detectou que tinha HPV, e por isso acabei por, de alguma forma, ter informação que se calhar não teria caso isso não tivesse acontecido. Mas já antes disso, eu ia à ginecologista frequentemente e sabia para que servia o exame. Por isso acho estranho, triste e perigoso, sobretudo, que outras mulheres tenham ainda tanto desconhecimento em relação a este assunto.

Incongruências

Seria de imaginar que um povo que ingere tanta cafeína como o povo português fosse menos preguiçoso e inerte e se mexesse mais.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Dúvidas


Dúvida da semana: 'to the moon and back', ou 'até à lua' na versão portuguesa, é a nova medida hipster, assim ao nível dos sistemas métrico ou imperial?

Drama queen

Voltei ontem ao trabalho. Que dia. Trânsito infinito em todo o lado causado por 3 ou 4 acidentes na A3. E mais 3 ou 4 acidentes fora da A3 que eu também vi. Quem é do Porto deve ter percebido que ontem era um daqueles dias infernais. Eu também já devia saber que não se volta ao trabalho numa segunda-feira. Mais vale perder mais um dia de férias e voltar numa terça. Que ainda tem a vantagem de assim ser só uma semana de 4 dias e acabar muito mais rápido. Cheguei ao escritório às 10h30. Foi uma manhã curta, mas a tarde foi infinita. Nunca mais acabava, que tortura. Fui ao almoço a casa para fazer reset e fiquei um pouco mais bem disposta. Só coisas a acontecerem enquanto eu estive de férias. Mails sobre tudo e sobre nada. Demasiadas coisas para lidar num dia só. À noite tentei acabar um livro que estou a ler, faltavam-me só cerca de 30 páginas, mas quase adormeci em cima do livro e desisti. Percebi que ontem não era mesmo o dia. Mas tinha terminado, enfim. Hoje já consigo falar disto sem ficar transtornada. Ontem apetecia-me morrer. Cenas.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Ódios de estimação


Adoro posts e comentários a cascar no Nilton <3






Reboques

É impressão minha ou quando chamamos um reboque para transportar o nosso carro, os senhores tentam sempre fazer-nos mudar de ideias? Fiquei com essa impressão das poucas vezes que precisei.


-O pneu está furado, é preciso levar para a oficina para meter um novo.




-Troque aqui o pneu.
-Não tenho pneu suplente, tenho kit.
-Então use o kit.
-Está fora de prazo, não posso usar.
-E não consegue ir assim até lá?
-O pneu já está todo roto e está a começar a estragar a jante.
-Mas não vale a pena levar o carro à Norauto só para mudar o pneu. Ande em três rodas. (esta última frase é imaginação minha, mas de certeza que eles pensam isso)






Se eles já vieram até ali, porque não querem continuar o serviço e levar o carro para onde ele tem de ir? Querem sempre arranjar uma solução temporária para não terem de transportar o carro. Só se eles receberem igual das companhias de seguro, quer transportem o carro ou não, a partir do momento que se deslocam, é a única explicação que encontro.

Youtube faz de conta


Share de músicas no facebook. Qual é o objectivo? As músicas estão no youtube, disponíveis para toda a gente as ouvir quando quiser. Será que é para as pessoas mostrarem ao mundo as suas músicas preferidas, e assim ganharem mais respeito dos seus pares? Ou então é uma espécie de favoritos. Metem aquilo no facbook e quando querem ouvir vão lá, em vez de irem procurar noutro site qualquer?
‘Ainda bem que o Roberto partilhou esta música, não tinha mesmo forma de ouvi-la noutro sítio, vou já ouvir!’ said no one ever.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Luxos II

E o preço dos CD de música, que não baixa nem por nada? Desde que se começou a usar CDS que custam cerca de 15 euros e não há maneira de baixar. Eu até gostava de ter muitos, mas por estes preços só dá para comprar mesmo os que são especiais.

O segredo do Gerês


O Gerês para mim é um mistério. Eu gostava de ir ao Gerês, mas não sei para onde se vai. Aquilo é gigante e eu não sei quais são os sítios giros para se visitar. Eu conheço várias pessoas que adoram o Gerês, que passam férias no Gerês. Mas onde especificamente? Eu fui lá duas vezes. Uma vez fiquei numa casa lá no meio do monte, sem nada de especial à volta. Outra vez fiquei numa casinha de turismo rural, numa aldeia lá perdida, onde também nada acontecia. É para estes sítios que as pessoas vão ou vão para sítios diferentes? Já ouvi falar em cascatas e praias fluviais, mas onde é que isso fica afinal?? Alguém que me explique a situação Gerês, por favor!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.





Lápis, canetas e material de escritório no geral.








The right words


Vocês também conhecem aquelas pessoas que dizem sempre a coisa certa, na altura certa? Quando estamos em baixo ou quando estamos contentes ou preocupados ou nervosos, aquelas pessoas que têm sempre as palavras certas, que sabem sempre o que dizer para nos ajudar? Eu conheço pelo menos uma pessoa assim, e morro de inveja de não ter essa capacidade.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Safety first

E aquelas embalagens com fecho de segurança para crianças que nem os adultos conseguem abrir? Raios partam!

Dúvidas

Dúvida da semana: hoje em dia, para se ser fixe é preciso ter um SUV?

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Gatinhos


Desconversando


No dia nacional de Andorra, Marcelo Rebelo de Sousa desceu em passo acelerado um caminho ao longo de uma encosta, com pedras soltas, até ao Santuário de Nossa Senhora de Meritxell, onde assistiu a uma missa em honra da padroeira do principado.
"Agora viramos à direita, coisa que eu em Portugal já não faço há algum tempo", observou a certa altura, acrescentando: "De vez em quando faço, mas a direita não nota. Eu quando viro à direita em Portugal, a direita está distraída a bater na esquerda, não nota. Em vez de aproveitar, não nota".
Antes, quando lhe sugeriram que se aproximasse da beira da ravina para tirar uma fotografia, o chefe de Estado declarou que essa sugestão só podia partir de alguém "feito com a oposição" e interrogou: "Quem será a oposição ao Presidente que ama todos os portugueses?".
Depois, deu a resposta: "Não há oposição. Tem de ser alguém muito distraído. Com quotas de popularidade de 80 e tal por cento, tem de ser alguém muito distraído".
À conversa com o ministro do Interior de Andorra, Xavier Espot Zamora, Marcelo Rebelo de Sousa falou do início do seu percurso político e considerou que "a política é difícil em todo o lado e, sobretudo, é cada vez mais difícil".
No início deste percurso, o Presidente da República encontrou portugueses, entre os quais uma jovem enfermeira que lhe pediu "para lutar pelos enfermeiros em Portugal". O Presidente da República retorquiu: "Vou recebê-los, vou recebê-los", numa referência aos encontros que terá na próxima semana, no Palácio de Belém, com as ordens profissionais ligadas à saúde.
No final, já no Santuário, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a encontrar emigrantes e, enquanto tirava sucessivas fotografias com os portugueses, comentou a situação nacional declarando: "Aquilo está a crescer, a crescer, a crescer. Turistas, turistas, turistas".


Eu não sei se isto é verdade, ipsis verbis. Mas se é, ele anda a beber...?

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

República das bananas

Pena suspensa para mulher que afogou filho de 6 anos no Douro

Os factos remontam a 2009, quando a arguida “decidiu matar o seu filho de 6 anos de idade e suicidar-se de seguida”. Condenada por homicídio a oito anos e três meses de prisão, viu a sentença confirmada pela Relação e, agora, alterada pelo Supremo.


De facto, o crime compensa em Portugal.

Luxos


Sou eu a única a achar que os preços da mobília de exterior são fortemente inflacionados? É um abuso, é tudo super caro, seja onde for (Leroy, supermercados, Ikea, etc.). Vi hoje um mupi com um conjunto de jardim composto por duas cadeiras (super fatelas!) e uma mesa e custava 95 euros. Se quisermos alguma coisita decente nunca menos de 200 e tal. Aqueles conjunto de um ou dois sofás e uma mesa nunca custam menos de 200 e tal euros, e isto os mais baratos. Facilmente isso vai para os 300 ou 400, e ainda de gama média. Se quisermos bom material, já temos de desembolsar quantias bem consideráveis, de 500, 1000 ou mais euros. Já vi vários conjuntos de 1000  e tal euros, mas de facto nota-se que são bons e grandes e confortáveis e tudo. Não sei se as lojas assumem que quem tem espaço exterior é rico e pode pagar isso, mas não, decididamente não.

Frustrações


Hoje, devido a uma problemática recente, vou expor aqui uma grande frustração minha de há muitos anos. É nunca conseguir ir a concertos das bandas que eu gosto. Comecei a gostar de metal cedo e nunca tive amigos que também gostassem. Há uma ou outra banda que lá vou arranjando companhia (Moonspell por exemplo, arranjo sempre) mas para outras bandas menos conhecidas e mais alternativas ninguém gosta/conhece/está interessado. Então sempre que há concertos eu fico super triste porque nunca arranjo ninguém para ir e nunca consigo ver as bandas de que gosto.
Agora aproximam-se concertos de Moonspell, Lacuna Coil, Epica e Therion. Para Moonspell tenho companhia, para Lacuna Coil também arranjei por milagre, mas para os outros dois nada. E eu queria mesmo ir ver. Estava a pensar na possibilidade de ir sozinha, mas não sei... Não deve ter nada de mal, é só um concerto, pronto, mas é preciso ultrapassar essa barreira mental. Deve ser como ir ao cinema sozinha. A primeira vez foi difícil. Depois comecei a adorar e agora prefiro mesmo ir sozinha do que com outras pessoas e vou muitas vezes. Se calhar compro já o bilhete e depois tenho essa desculpa de não perder o dinheiro para me obrigar a ir. Ou, no pior dos casos, perco 25 euros.
Porque é que eu só conheço totós que gostam de músicas indieprimentes? Aaaarrrrrggggghhhhhh

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Caixinhas.




Estudos

E aqueles estudos parvos que se vêem aos pontapés hoje em dia, tipo 'pessoas que se atrasam são mais criativas' ou 'pessoas com mau feitio vivem mais tempo' ou 'pessoas desorganizadas são mais inteligentes'? A sério que há pessoas que perdem tempo a fazer estes estudos? A sério que há pessoas que acreditam nestes estudos e os usam para desculpar as suas falhas ou para exaltarem as suas virtudes? Isso são só clickbaits, pessoas.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Conselhos sábios da internet


CGD

Ontem ao almoço fui à CGD tentar resolver uma situação. A situação de fechar a minha conta lá. Isto foi a única coisa que me animou no meio de tudo, saber que as minhas idas a esse banco vão terminar. Cheguei lá por volta das 12h e saí de lá por volta das 13h. Uma hora de espera, portanto. Uma hora de espera para nada, porque não tratei de nada, simplesmente tive de vir embora porque senão nem conseguia almoçar. Várias senhas, lá escolhi a que me parecia mais adequada - Outros assuntos. A senha dos Outros Assuntos estava no número 35 e eu era o 48. Iludi-me e pensei que provavelmente grande parte destas pessoas que tiraram essa senha tiraram por engano, que aquelas pessoas todas que estavam ali deviam ser para a caixa, para depositar dinheiro, já que todos os velhinhos vão depositar dinheiro à caixa do banco porque não sabem fazê-lo no multibanco. É verdade que muitos deles eram para a caixa, onde estava uma funcionária que se movia à velocidade de uma lesma. Cerca de 10 minutos para cada pessoa que, pensando que é só meter o dinheiro na máquina que o conta e imprimir um talão para assinar, é uma eternidade. Mas aos poucos, as pessoas que iam para a caixa lá iam desaparecendo, até que começaram a ir para a caixa pessoas que tinham chegado depois de mim. Foi aí que percebi que estava lixada. Todas as outras 12 pessoas iam ser atendidas pela única funcionária que estava numa sala. Contando que ela apenas atendeu um casal no tempo todo em que lá estive e, só mesmo no fim antes de eu me vir embora, chamou finalmente outra pessoa, percebi que nem que estivesse lá até aquilo fechar me conseguiria despachar.
Quando vou a outros bancos, raras vezes, devo dizer, nunca é assim. Despacho-me rápido, apesar de haver pessoas à minha frente. Só na CGD parece o fim do mundo. Isso leva-me a pôr algumas hipóteses:
-ou eles têm muitos mais clientes do que os outros bancos
-ou os clientes deles são muito mais limitados e precisam de muita ajuda presencial
-ou os funcionários são muito mais lentos do que os de outros bancos.
Ou então é uma mistura destes três factores em simultâneo.


PS: este post estava escrito desde ontem. Entretanto fui hoje de manhã de novo a uma agência, outra agência, e a coisas correram melhor. Ainda que estivesse na mesma muita gente à espera, os funcionários pareciam mais despachados. A máquina das senhas estiva avariada e tivemos de estar todos em fila indiana a aguardar a nossa vez, mas o serviço foi mais rápido e chegou a minha vez num instante e finalmente tratei de tudo. Ufa!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Saramago



José Saramago, Nas Suas Palavras

Dúvidas

Dúvida da semana, desta vez especialmente dirigida a mulheres que saíram de uma relação longa e estão noutra: com este segundo namorado/marido/companheiro/wtv também tiveram de fingir que eram perfeitas no início? Sabem, aquelas cenas tipo as mulheres não fazem cocó, não dão puns, não andam por casa com roupa velha e larga, andam sempre impecavelmente maquilhadas, etc. Também têm de passar por esse fingimento no início ou já não há paciência para isso? Juro que tenho esta dúvida há imenso tempo. E não digo isto com maldade, é uma dúvida honesta, eu própria já passei por isso, como muitas mulheres que conheço, e sei o alívio que é poder finalmente parar de fingir e sermos simplesmente nós próprias. Mas no início não há muita confiança e queremos parecer perfeitas, julgo que é normal. Eu sei que corro o risco de aparecer por aí uma feminista qualquer a mandar-me hate comments, mas queria mesmo saber. É que hoje em dia penso que não teria paciência de passar por isso tudo de novo, mas não sei bem como é. E digo mulheres porque apenas partilho estes comentários com mulheres, sinceramente não faço ideia se os homens também são assim, nunca ouvi nenhum queixar-se disso mas se calhar também são iguais e eu estou a discriminar.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Bimby low cost


Poucos leitores que me lêem e que nem sequer comentam muito (já sei que provavelmente não vou obter respostas, mas eu não desisto), que opinião têm daquelas máquinas de fazer sopa, tipo a da fotografia? São relativamente baratas, entre 50 e 100 euros, dependendo da marca, mas será que valem a pena? Alguém tem ou conhece quem tenha e tem alguma opinião para partilhar? Confesso que me parecem interessantes, apesar de aquilo ser apenas uma máquina com uma varinha mágica incorporada, mas se depois não fizerem a sopa como deve ser, não vale a pena. Já li algumas críticas nos sites que dizem que não trituram bem os legumes, mas outras diziam bem, por isso não sei bem o que pensar.



Final Destination


Quinta que resistiu aos incêndios de Pedrógão foi destruída pela chuva




Isto quase que parece o plot do Final Destination.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Portuguesices

Madonna já não é só turista. Estrela está a viver em Lisboa e a pagar impostos


Será que teve de ir para a fila das finanças para ter o NIF, como os comuns mortais? Mas o que eu mais adoro na notícia toda é mesmo este trecho (até vou por a bold para se ver melhor): algo a que não é obrigada mas que será útil se optar por descontar em Portugal ou se for exigido no ato de matrícula dos filhos numa escola portuguesa .


AHAHAHAHA a parolice, meu Deus, a parolice do/a jornalista! A construção frásica, as suposições parolas, a arrogância de achar que a Madonna quer descontar em Portugal, é tudo mau. Não consigo parar de rir.

Repetições

Desde domingo até hoje comi quatro vezes atum. E ontem por pouco não comia mais uma vez ao almoço também. Deslarga-me, atum!

Terapias


Uma coisa que me acalma é estender a roupa. Já sei, toda a gente destesta, haters gonna hate. Mas eu gosto. Com tempo, é óbvio que se tiver de despachar isso para a seguir fazer mais mil tarefas não vou gostar. Mas normalmente é uma coisa que gosto de fazer devagar, quando estou aborrecida ou chateada, e acalma-me, quando acabo estou assim mais relaxada. E também me lembro que quando era miúda costumava ajudar a mami e dar-lhe as molas e tinham de ser sempre da mesma cor para a mesma peça. Manias.

Celebration


Até me esquecia: esta é uma semana de celebração. Finalmente acabou a temporada de Game of Thrones e só vou ouvir falar nisso de novo daqui a um ano, se tudo correr bem. E para além disso, ouvi dizer que é a última. Vou encomendar foguetes para quando der o último episódio!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Bem me parecia

Correndo o risco de parecer muito burra, hoje tive uma grande revelação: como escrever letras com acentos no iphone. Eu bem que achava estranho que não conseguisse escrever letras com acentos, não fazia muito sentido, mas pronto, sei lá, é um teclado inglês, pensava eu, não se lembraram dessa possibilidade. Afinal basta pressionar e esperar que as opções apareçam. E julgo que esta revelação só aconteceu porque desactivei hoje a opção 'predictive' para o telefone não escrever coisas parvas em vez do que realmente quero dizer.
Lição a tirar: uma pessoa toma uma boa decisão e o universo premeia-nos.

Gatinhos


Não há coincidências

Não me entendam mal, eu não me estou a queixar, eu sei que era preciso chuva porque estamos em seca extrema e não estarei muito errada se disser que gosto mais de chuva do que muitos de vós, mas, caramba, depois de meses sem uma pinga era mesmo preciso chover no dia em que eu pus tijoleira nova no pátio e o cimento tinha de secar? Era mais um dia apenas, um dia...

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Síndrome do alarme


Eu sofro da síndrome do alarme. Para quem não conhece esta doença, apanha-se quando se passa mas portas das lojas com alarme e este começa a tocar, devido a artigos que já são nossos e estamos a usar e que não foram desctaivados ou que o foram de forma errada, não sei bem. Isto depois origina a chatice de vir um funcionário ter connosco e termos de explicar que não estamos a roubar nada e que provavelmente é a nossa carteira ou as nossas sapatilhas. Depois disso esse funcionário, se for simpático, leva o nosso item que foi comprado noutra loja e já está a ser usado e desactiva-o na máquina da loja onde estamos e elimina-se o problema, pelo menos temporariamente.
Quem já passou por isto mais do que uma vez, acaba por desenvolver esta síndrome que se caracteriza por ter sempre medo de passar por alarmes em lojas, com medo que aquela grande porcaria toque e que tenhamos de passar por tudo de novo, nem que estejamos com roupa e itens que já tenham muito tempo, porque, como se sabe, muitos alarmes activam-se com o calor, que é a tanga que nos dizem quando vamos reclamar à loja onde compramos os artigos porque estamos fartos de passar vergonhas.

Forever and Ever

Quando eu era pequena e andava de carro com os meus pais, o meu pai punha muitas vezes a cassete do Demis Roussos. Passei a minha infância a ouvir Demis Roussos no carro portanto, em longas viagens para casa dos meus avós, enquanto dormia na chapeleira (God, se fosse hoje, a Segurança Social já me tinha retirado aos meus pais) ou no banco de trás quando já era um pouco maior e não cabia na chapeleira. Hoje em dia, quando me sinto desconfortável ou triste ou desanimada, se ouvir Demis Roussos é como se revivesse aquele sentimento de familiaridade e me sentisse outra vez pequena, no banco de trás do carro a adormecer, e fico sempre um pouco melhor. Para as quartas-feiras é fantástico, por exemplo. E acho que vai ser a minha arma secreta para conseguir sobreviver ao dia de hoje, que se avizinha longo e difícil.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Living on the edge


Ando obcecada com o prazo de validade dos produtos alimentares. Antes os prazos de validade eram enormes, mais de um ano para alguns produtos. Agora compro um pacote de batatas fritas e quando vou a ver já passaram 2 ou 3 meses desde o final do prazo. Houve alguma coisa que mudou? Saiu alguma lei que obrigue os produtores a usarem menos conservantes ou a encurtarem os prazos de validade? Não me percebam mal, eu não me estou a queixar, acho que até é bom para os consumidores se for esse caso de se estarem a usar menos conservantes. Só estou a achar estranho porque uma coisa destas não me parece que venha dos produtores, que naturalmente devem preferir ter produtos que sejam válidos durante mais tempo. Ou então não, porque assim as pessoas vêem que passou do prazo e deitam fora e compram novo. Não eu. Eu nem acredito muito nessa história dos prazos de validade, para dizer a verdade. Se quando compro escolho os produtos que têm um prazo maior, por exemplo os iogurtes, que vou sempre ao fundo da prateleira buscar, também é verdade que não me faz diferença nenhuma que depois, em minha casa, passem do prazo. Até porque é fácil ver se os produtos estão estragados em coisas como iogurtes, leites, compotas, queijos, etc. Nos restantes produtos, também não acredito muito que comer umas batatas fritas ou umas bolachas que passaram do prazo há 2 meses me vão fazer mal. Se não estiverem com mau gosto ou outro qualquer sinal de estarem estragados, eu como sem problema. Gosto de viver no limite.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Cremes.




Há dois tipos de pessoas


E vocês, deitam primeiro o leite ou os cereais na taça? Eu deito primeiro os cereais e só depois ajusto o leite necessário, porque gosto que tenha muito leite, sempre a cobrir os cereais.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Norte, sul, este, oeste

Em alguns dos trails em que participo é normal o sítio da partida ser algo tipo 'no largo da igreja' ou 'junto da igreja velha'. Já que eu muitas vezes vou para sítios que não conheço, eu e provavelmente muitas outras pessoas, estas indicações parecem-me bastante vagas. Será assim tão difícil incluírem o nome de uma rua que apareça no GPS ou o número das coordenadas? Já andei mais de meia hora às voltas, a pedir indicações às pessoas que encontrava na rua, completamente perdida em terras que não conheço, por ruas que o meu carro quase não passava, e tudo isto seria evitado com indicações precisas. Nomes de ruas, ok, pessoas que organizam os trails? Nomes de ruas ou coordenadas, lembrem-se.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Chinesices

Como estou rabugenta hoje, vou começar com um post negativo. Não gosto da Parfois. É uma das lojas mais overrated da actualidade. Aquilo são chinesices sem qualidade, com o preço super inflacionado. As únicas ocasiões em que compro são quando quero ter alguma coisa que se usa no momento e que sei que não vou usar muito, por isso não importa se é mais fraco. Tipo quando quis comprar uma mochila, mas já sabia que me ia fartar rápido, então comprei lá. De resto, hoje em dia não compro lá nada. Já cheguei a comprar alguns porta-moedas e carteiras no passado, apesar de nunca ter sido grande fã, mas acabam por se estragar rapidamente, nota-se que os materiais são fracos e começam a descolar ou descascar, para além de não serem nada baratos. Pelo mesmo preço, julgo que se arranja melhor em outras lojas. E é uma empresa que está em super crescimento, de ano para ano, sempre com lojas maiores nos shoppings. Não consigo perceber.