terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MRW

Estou farta de incompetentes. Há demasiados incompetentes em todo o lado, não estou a conseguir lidar. Só hoje já aconteceram duas situações, mas a pior é com a MRW, que se arrasta há mais de uma semana. Ainda não posso enxovalhá-los aqui porque a história ainda não terminou, mas quando terminar eu conto a novela completa. Mas por alguma coisa, toda a gente os odeia, especialmente desde que começaram a fazer as entregas da Amazon. Ide pro caralho, MRW!
À noite, quando estou no sofá sem energia para fazer mais nada sem sem ver televisão, quando nem sequer consigo ligar a netflix, costumo ver aquele programa da SIC Mulher dos dois irmãos que arranjam casas. Dá pelo menos dois episódios seguidos, se calhar mais até. A meio do segundo já não estou com grande paciência e acabo por distrair-me, adormecer ou dar uma vista de olhos na internet. Quando dou por mim, já tenho gajos a cozinhar na tv. E às vezes o comando está longe e não me quero mexer. Então fico ali incomodada com esses programas da culinária. Não estou a ver, mas só de saber que está a dar isso na minha televisão chateia-me. Tipo, esta moda dos programas de culinária é uma cena que me ultrapassa. Nunca se viu tanta gente a cozinhar em televisão. Eu não gosto nada de cozinhar, pode ser por aí que detesto isso tudo. Antes ainda tinha paciência para o Rudolph, mas era mais para me divertir a ouvir a sua língua que faz ferida nos ouvidos e vê-lo a ser assim todo despachado a mexer na comida com as mãos. Nunca fiz uma única receita dele. Mas esses masterchefs, pratos do dia, jamie olivers e todos os outros irritam-me. Lá em casa há uma regra, ou três regras, vá, quando tenho a tv ligada, nem que seja só para fazer companhia e não esteja a prestar atenção: nunca estar nos quatro canais portugueses generalistas, em canais portugueses de notícias ou em programas de culinária.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Há pessoas burras. Acho que ninguém tem dúvidas disso. Ok, se calhar o termo correcto não será burro, mas alguém que tem uma capacidade menor para apreender a realidade, para perceber certas coisas, um nível de inteligência mais baixo, etc. A minha dúvida é: será que as pessoas burras (vamos chamar-lhes assim para facilitar, vá) têm consciência disso? Ou acham-se todas espertas? É fácil termos consciência de alguns traços do nosso carácter, como se somos simpáticos ou antipáticos, ou se somos pessimistas ou se somos teimosos. Mas a burrice será auto-consciente? Eu estou aqui a falar disto e posso ser uma grande burra e não me achar. Lembro-me de alguns casos de pessoas que assumem que acham que não têm capacidade para certas coisas, por exemplo que não são boas a falar inglês ou a matemática, ou a lançar facturas ou a entender livros, mas será que se acham burras? Gostava mesmo de saber.

Lixem-se

Pessoas que se queixam constantemente do trabalho, que não estão contentes, não gostam, o chefe é mau, pagam mal, não gostam do fazem, é sempre a mesma merda, estou farto/a, não aguento mais, mas depois não mexem uma palha para mudar seja o que for. Pfffff.

Meditar

Sempre achei, e acho que não estou errada (ver Priberam) que meditar era pensar sobre algo. Do género ‘ tenho de meditar sobre a minha vida, tomar uma decisão sobre o caminho que quero seguir’. Agora que ando no yoga e estou mais familiarizada com o conceito de meditação, acho curioso que a meditação seja uma técnica onde devemos esvaziar o pensamento e, idealmente, não pensar em nada.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Engenharia IV

A construção de pontes, outro mistério. Como é que firmam os pilares no fundo do mar/rio? Aquilo tem água! Até consigo perceber que dê para furar, mas como é que depois constroem os pilares? De novo, aquilo tem água! São construídos dentro de água? Mas como é que os materiais se aguentam? Tantas dúvidas. Precisava de um engenheiro civil por aqui. Ou de documentários sobre estes assuntos.

You can run but you can't hide

E quando não se podia levar comida para o cinema, só podíamos levar as pipocas que comprávamos lá? Eu escondia as bebidas em lata na carteira, para ninguém me ver entrar com elas e comprava só as pipocas. As bebidas eram (são?) infinitamente mais baratas num supermercado. Hoje em dia podemos levar o que quisermos. A última vez comi uma sandes do Subway que me soube pela vida.


Escravatura?


http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhadores-de-supermercado




Tinha aqui este post em draft esquecido, aparentemente há meses. Mas ainda vale a pena ler.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Lord Nelson


Agora já sei onde foram buscar o nome Lord Nelson para os chás do LIDL:




(foto de um desses concursos de perguntas da RTP1 que tinha há imenso tempo no telemóvel para pôr aqui)

Nome mais engraçado de sempre para chá!

Os empresários que temos

Dúvida da semana: todas as pessoas que aparecem na imprensa cor-de-rosa que não têm uma profissão são ‘empresárias’? A Lili Caneças é empresária, todas essas modelos decadentes de há 15 anos são empresárias, aquele moço que entrou no Big Briother e foi preso também é empresário.

Gatinhos