quarta-feira, 29 de março de 2017

#871

Tenho experenciado várias situaçoes em que tenho horas marcadas mas mesmo assim não sou atendida a horas. Na oficina, no médico, em restaurantes. Ora eu acho que, se há a possiblidade de marcar hora, é para este compromisso ser mantido. Se não dá para marcar, as pessoas chegam e esperam pela sua vez, sendo atendidas por ordem de chegada. Se as pessoas marcam uma hora, assumo que a outra parte se compromete a atender os clientes a essa hora. Com um pequeno atraso de 10, 15 mnutos, vá. Muto mais do que isso já é abuso. Mas não acontece. O que eu gostava de saber é se isso só acotnece comigo, e se assim for devo ter um azar do caraças, ou então se acontece com toda a gente. E no caso de acontecer com toda a gente, se as pessoas esperam caladas ou se se importam e reclamam. É que eu pareço sempre a bruxa má, a reclamar constantemente. Eu não quero estar sempre a reclamar, mas também não aceito de bom grado ter horas marcadas e depois ter de esperar imenso tempo. Não é aceitável. Se calhar sou eu que tenho padrões muito elevados. Se calhar isto só acontece comigo. Se calhar ninguém quer saber. Se calhar isso de marcar horas é tudo um engodo. Não sei mesmo.

#870


terça-feira, 28 de março de 2017

#869

Não se esqueçam que podem submeter o vosso IRS a partir de sábado. Serviço público neste blog! Eu já marquei na minha agenda.

#868

Andava à procura de umas sapatilhas e fui ter à Sports Direct. E encontrei lá sapatilhas tão baratas que até estou desconfiada. Nunca comprei nada lá, nunca sequer entrei numa loja. Alguém que alguma vez lá tenha ido pode dar-me o seu feedback? É assim normal ter lá produtos tão baratos? Quer dizer, é óbvio que não as roubaram e que são sapatilhas da última colecção que foram descontinuadas, mas tão baratas... não sei, quando a esmola é demais o pobre desconfia. Na Sport Zone tinha sapatilhas iguais, com 50% de desconto e ainda assim eram mais caras. Aqui são super mais baratas e até têm muitos números disponíveis. Tenho mesmo de passar lá e ver ao vivo.

segunda-feira, 27 de março de 2017

#867

Mais um fim de semana que passou. Fiz menos do que o que queria, tarefas e planos que acabaram por não se realizar e acabei por sentir que foi um fim de semana um pouco inútil. Chateei-me mais do que o que esperava. Consegui ver a season 1 toda da série Love da Netflix, é engraçada. Não estou contente por vir trabalhar mas pelo menos comi uma nata ao almoço para me dar alento. Só não fui comer porcaria porque tinha uma reunião cedo e não podia chegar atrasada. Reuniões, reuniões, essa praga. Quero que o dia chegue ao fim para ir para casa dormir. Falando nisso, como a hora mudou, vou conseguir sair de dia, acho eu. Vou chegar a casa de dia e assim vou conseguir ver melhor todos os relógios que tenho para acertar. Nunca se pode ter tudo, não é? É assim que a minha cabeça está, como este post, muitas ideias misturadas, muitos mixed feeelings, não consigo perceber se estou contente, chateada, com sono, aborrecida, triste, ansiosa. Preciso de dormir bem para assentar as ideias.

sexta-feira, 24 de março de 2017

#866

Tenho reparado que há muitas pessoas que não conseguem ser breves, que não têm capacidade de síntese. Pede-se-lhes para fazerem um resumo e não conseguem, perdem-se em pormenores e explicações detalhadas. Detalhe e explicação ao pormenor é bom, mas há situações em que precisamos de ser rápidos e dar uma idea geral. Não quer isto dizer que não há mais nada para além disso, é só um resumo, uma explicação por alto. Se essas pessoas tivessem de fazer um pitch daqueles de 2 minutos falhariam redondamente.

quinta-feira, 23 de março de 2017

#865

Pessoas a fazerem apresentações com chiclas ou rebuçados ou outro tipo de comida na boca: NÃO. Nem que tenham mau hálito ou muita fome, não há desculpa nunca. Comem a seguir.

quarta-feira, 22 de março de 2017

#864

Falei no KFC ontem, mas quero dizer já agora que vou lá poucas vezes. De facto, quando lá vou sabe-me bem, mas aquilo parece-me ser comida muito industrializada e por isso também não deve ser muioto aonselhável comer muito frequentemente. Não quero arrasá-los aqui, até porque não tenho bases científicas para o fazer, mas tenho a sensação que a carne que usam deve estar cheia dessas coisas más todas que se dão aos animais para crescerem, para engordarem e para fazerem tudo rápida e artificialmente. Acredito que não seja tão mau aqui em Portugal como aquelas histórias e vídeos horríveis que vemos, quase sempre dos Estados Unidos, mas também nao sou inocente ao ponto de pensar que são galinhas que crescem e vivem felizes. Tenho de investigar isso quando tiver tempo. E estou também a pensar deixar de comer carne branca, mas isso também não me parece que vá ser tão fácil como foi deixar de comer carnes vermelhas.

#863

Falando nela, agora é este abuso:

Vou tomar banho, por exemplo, e quando saio ela já está na cama a dormir. Ou saio para ir deitar o lixo no contentor, e lá vai ela para a cama. Aproveita todas as oportunidades para ir para a cama dormir. A cama dela ou o sofá já não são suficientes. Tsss tsss.

#862

O único problema dos cães é serem amigos demais. Querem sempre ser amigos, sempre, sempre. Festas sempre, lambidelas sempre, saltos sempre, andar ao nosso lado sempre, estar connosco sempre, ser amigos sempre. Em casas pequenas especialmente, como a minha, não dá muito jeito, porque estou sempre a tropeçar na minha cadela, que quer sempre ser minha amiga. Sempre, sempre.

segunda-feira, 20 de março de 2017

#861

Gosto de comida picante. A sentir-se o picante. Quando peço picante e não se nota nada é uma desilusão. O KFC é um dos sítios que nunca desilude em termos de picante. Quando peço picante, a comida vem mesmo com picante. Não com demasiado picante, para não se conseguir comer, mas com picante a sentir-se bem. Recomendo.

sexta-feira, 17 de março de 2017

#860

Eu acho que já poderei ter dito isto por aqui eventualmente, e se o fiz peço desculpa pois não quero maçar os meus leitores com conversas repetidas, mas, oh pah, adoro ler os comentários de notícias políticas. Quando tenho algum tempo para queimar, é diversão na certa. É preciso é escolher as notícias certas, mais polémicas e com mais comentários, claro.

#859

http://observador.pt/2017/03/17/motoristas-dos-servicos-prisionais-e-de-reinsercao-recuperam-subsidio-de-lavagem-de-carros/


Ufa, afinal os carros vão poder andar limpos de novo, com o regresso do subsídio de lavagem de carro. Já estava a imaginar carros cheios de lama e sujidade por falta de verbas para os lavar, mas felizmente tudo se resolveu. Acho muito bem, podemos ter um governo de esquerda, mas pelo menos somos limpinhos, não somos nada como aquelas pessoas de esquerda que não tomam banho e cheiram mal e vão aos festivais fumar erva.

#858

Estão a fazer 'renovações' no edifício onde trabalho. Apesar de haver vários outros problemas que há muito tempo estão por resolver, estão apenas a pintar as paredes. Isto é muito tipicamente português. Não interessa arranjar os problemas estruturais ou os problemas que não estão à vista, interessa sim dar uma nova cara às coisas e parecer bem. Uma demão de tinta faz milagres, pelos vistos. Julgo que este método é aplicado por muita gente. Não interessa o que está estragado mas que se pode continuar a utilizar sem arranjar. Até a casa cair abaixo, deixa-se andar. Mas pintar, sim, convém dar sempre uma pintura nova de 5 em 5 anos no mínimo. Gastar dinheiro a resolver os problemas que impedem as pessoas de utilizar os edifícios como deve ser não vale a pena, não é importante e de certeza que aguenta mais tempo. Fechos das portas das casas de banho, por exemplo, são completamente super valorizados. Quem é que precisa de fechar a porta da casa de banho? Agora a pintura, que toda a gente vê, sim, é prioritário. Infelizmente, esta situação espelha também a mentalidade dos portugueses em relação a tudo, não só em relação aos edifícios. Interessa o que os outros vêem, não o que está lá dentro.

quinta-feira, 16 de março de 2017

#857

Tenho um carro que tem uma buzina que parece de mota. Até tenho vergonha de apitar, porque sinto que as outras pessoas se vão rir de mim. Devia dar para escolher o tom da buzina dos carros. Se bem que já estou a ver o caos a acontecer se assim fosse, com carros pequenos com buzinas típicas de camiões, a assustar todas as pessoas no seu caminho. Se calhar não é grande ideia.