sexta-feira, 29 de abril de 2016

#484


Há situações em que me sinto a perder o controlo de mim própria. Há dois exemplos muito fáceis.
Um quando recebo contactos de televendas ou marketing por telefone. Eu atendo e dizem o nome da empresa (NOS, MEO, Barclays, DECO, Círculo de Leitores, os chatos do costume, portanto) e quando eu me apercebo de onde me ligam fico imediatamente nervosa. A minha cabeça diz-me para ter calma, para ser educada, que são pessoas que estão a fazer o seu trabalho, mas pela boca saem-me palavras rudes e vontade de insultar as pessoas por me estarem a incomodar.
O mesmo acontece quando estou numa fila de carros e aparecem aqueles espertos numa faixa de trânsito ao lado sem fila e se querem meter à minha frente. A minha cabeça diz-me 'Maat, hoje vais ser simpática, nem estás com pressa sequer, e vais deixar essas pessoas entrarem' mas depois é ver-me acelerar e colar-me ao carro da frente para não lhes dar hipótese. Aliás, ultimamente até peço mentalmente para eles conseguirem entrar à frente dos carros que estão à minha frente ou meterem-se à minha frente sem eu contar, para nao o impedir, para nem me meter em confusões.
Nestas duas situações sinto mesmo que o meu cérebro tenta acalmar-me e dizer-me para fazer a coisa correcta, mas depois a emoção só me permite ser uma besta. Não sei o que fazer para ultrpassar isto. Sessões de anger management?

#483

As paredes de pedra são muito giras e estão super na moda, mas não se metam nisso. O arquitecto também sugeriu uma para minha casa, que ficava muito bonito e tal, e até conservava parte da estrutura original da casa, e eu caí na esparrela. Agora o problema é limpá-la. Fica tudo cheio de pó e tenho até uma espécie de humidade branca em alguns sítios perto do chão e da porta. O que vale é que o meu chão é de tijoleira, por isso estou a pensar neste Verão tirar todos os móveis e lavá-la com água e uma escovinha. Só problemas.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

#482


#481

Ainda um pouco relacionado com o post da Via Verde, reparei noutro dia que o estacionamento no Porto é caríssimo. Como pago sempre os parques com Via Verde, acabo por não saber quanto paguei de facto. Não tenho o trabalho de ir ver o extracto ao site. Aquilo sai da conta e pronto, até porque também tenho portagens a serem descontadas, por isso na conta não dá para ver a que se refere e sou demasiado preguiçosa para ir confirmar. De qualquer forma, tenho a ideia que devo pagar sempre no mínimo 4 ou 5 euros por cada vez que vou à baixa, contando em média períodos de 2 a 3 horas, que é o que demoro quer seja para jantar ou para ir beber um copo. Um dia destes arranjei lugar na rua e estacionei. Percebi que ainda eram cerca de 19h30 por isso ainda teria de pagar parquímetro até às 20h. Levava umas moedas e na minha cabeça não seria mais de 20 ou 30 cents (eu recuso-me a escrever cêntimos que é muito mais comprido que a versão inglesa e desnecessário). Meto uma moeda e aquilo dá-me nem mais 10 min. Outra moeda e mais uns minutinhos. Só quando meti a terceira moeda da 20 cents é que deu até às 20h01. Ou seja, meti 60 cents para menos de meia hora! Que roubo. Se tivesse chegado a meio da tarde tinha de deixar lá quase um dia de trabalho. Poça.

#480

Queria deixar aqui o meu agradecimento público à Via Verde por me ter facilitado a vida e nunca mais precisar de ter moedas para pagar parques de estacionamento. É realmente muito prático e uso sempre agora. Ainda não usei em bombas de gasolina, tenho de experimentar também.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

#479

Luxo hoje em dia é ir a uma esplanada que não tenha mesa e cadeiras Tarno do Ikea.

#478

Leitores do Porto, desde quando é que o limite da VCI passsou a ser 80 km/h? Mudam uma coisa dessas e ninguém diz nada? Todas as placas de velocidade agora dizem 80 e mesmo os radares também mostram 80 em vez de 90. Reparei nisso semana passada, mas sabe-se lá há quanto tempo aquilo estava assim. Não tenho muito o hábito de olhar para as placas de sítios onde passo todos os dias. Ninguém avisa, não há notícias sobre isso, nada. Não entendo.

#477

Coisas que me recuso a usar: relógios e óculos de sol rascas. Óculos porque não quero estragar os meus olhos com lentes foleiras e relógios porque se atrasam/adiantam ou avariam.

terça-feira, 26 de abril de 2016

#476

Estes dias o Facebook apresentou-me, naqueles suggested posts, um Jaguar. Até agora só via posts manhosos da Avon, de repente sai-me um Jaguar. Será que o Facebook pensa que sou rica agora? Será que o Facebook sabe alguma coisa que eu não sei?

#475

Deixar de fumar é tão fácil. Não sei como as pessoas se queixam. Só eu já o fiz quatro vezes (...).

#474


Pedi à minha mãe para levar um cinto a um sapateiro lá perto de casa para fazer mais dois furos.
Quando a minha mãe me apresenta o cinto, vem assim:


-três furos em vez de dois
-furos mais largos do que os originais (cerca do dobro em diâmetro)
-espaço entre furos cerca de metade do original


Resumindo, a única coisa que o sapateiro acertou foi mesmo fazer furos, e não, sei lá, coser o cinto ou pôr-lhe uma sola.
Pergunto-me como conseguiu subsistir estes anos todos na profissão dele, a fazer cagadas como esta.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

#473


Coisas a que não consigo resistir: almofadas decorativas. Mas tenho feito um esfoçro, porque já não sei onde meter tantas almofadas lá em casa.

#472


A minha cadela descobriu os reflexos nos vidros. Infelizmente ainda não percebeu que é um reflexo. Então é vê-la a ladrar para as portas, a cobertura da lavandaria, o forno, etc. Agora só estamos descansados em casa com a luz apagada, para ela não ver o mundo paralelo do outro lado do vidro.

#471



quinta-feira, 21 de abril de 2016

#470

As únicas razões válidas para irmos ao nosso local de trabalho quando estamos de férias são as seguintes:
-esquecemo-nos lá de alguma coisa vital para a nossa sobrevivência e temos mesmo de ir buscar (ex: carregador de telemóvel quando não temos outro, chaves de casa, etc.)
-ver se o edifício está de pé e não foi por acaso destruído por um tornado, para termos a certeza que é para ir trabalhar depois das férias.
E é só.

#469

Folgo em ver que as sobrancelhas das portuguesas estão muito melhor hoje do que há 10 anos ou 15 anos atrás. Lembro-me de quando era adolescente e comecei a embirrar com as minhas sobrancelhas, que não são naturalmente belas. Um bocado farfalhudas, como aliás a maior parte delas são. A diferença é as pessoas que cuidam delas e as que não cuidam. Há 10 anos, eu via muitas sobrancelhas ao natural, muito pêlo desalinhado.
Hoje em dia nota-se que as pessoas já têm mais cuidado, em grande parte graças a esses quiosques dos shoppings. Também se usam hoje mais grossas do que há 10 anos, mas ainda assim fica bem ver sobrancelhas arranjadas e não selvagens, para quem não as tem com aquele arco perfeito.
Lembro-me também sempre de uma crónica do mestre MEC em que ele fala das sobrancelhas das portuguesas vs. a das inglesas. MEC, a dar cartas há mais de 20 anos.

#468

Disclaimer: não tenho nenhum contrato de publicidade, como é óbvio. Quem queria fazê-lo, com as minhas parcas visitas diárias?


Anyway, venho hoje falar da Skechers. Vou fazer ao estilo composição de criança de 8 anos. Porque me apetece.


A Skechers é a marca mais confortável que eu conheço. Eu gosto muito da Skechers. Eu tenho 4 pares de sapatilhas da Skechers e estou muito satisfeita com todos. A Schekers agora está na moda, mas eu já gostava da marca antes disso. As sapatilhas Skechers são bonitas. Andar com sapatilhas Skechers é como andar em cima de nuvens. Eu gosto muito da Skechers.


Marketeers da Skechers, depois deste belo post, acho que me podiam dar mais uns pares para eu experimentar e fazer críticas. Sempre positivas, claro. Prometo que faço um post bonito, desta vez não como se fosse uma criança, mas como a adulta de 30 e tal que sou. Vá lá. Pretty please?

quarta-feira, 20 de abril de 2016

#467

Hoje é um dia óptimo para ir para os copos depois do trabalho. Nada como ter uma semana de merda para aumentar o consumo de gin tónico em bares da baixa.

#466

Eu nunca me tinha apercebido desta dificuldade, mas se calhar até agora só tinha lidado com pessoas que tinham completado a primária com aproveitamento. Nos últimos dias, tenho lidado com um número preocupante de pessoas que não sabem usar o conjuntivo. Pessoas que dizem 'embora é' ou 'mesmo que somos'. O que é isto? Pessoas licenciadas que dizem barbaridades destas? Nunca na vida terão ouvido a construção 'embora seja' ou então 'mesmo que sejamos'? Pufavô, isto é demais para mim.

#465

E estou a ter uma semana horrível. Começou logo segunda bem cedinho a correr mal e desde então tudo tem vindo a piorar mais ainda. Estou ansiosa que chegue sexta-feira para ver como isto está. Não me admiraria muito se tivesse cortado os pulsos até lá e já não estivesse cá para ver.

#464

Não me lembro de ter passado pela típica crise de adolescência em que achamos que o mundo não nos compreende, que estamos à margem da sociedade, que só nos apetece ficar em casa a deprimir. Se calhar por não ter passado por isso na altura, estou a passar agora, aos trinta e tal. Vocês nunca têm este sentimento de que conhecem as pessoas erradas e/ou ninguém vos compreende? Ou estarei a ser drama queen? Que odeio pessoas já se sabia, mas cada vez tenho menos paciência para falar com pessoas que não me interessam e por quem não tenho a mínima empatia. Devia trabalhar em casa sozinha, com os meus gatos. E só saía para ir comprar mantimentos, mantendo a conversação no mínimo possível. Ou então encomendava online, melhor ainda, e só tinha de abrir a porta a quem vinha entregar.

#463

Coisas que me recuso a usar: sabrinas. E sou bem mais feliz desde que tomei esta decisão.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

#462

Quando se acaba um namoro, de muito ou pouco tempo, as pessoas sofrem. Sofrem mais ou menos, sofre mais um ou o outro. A questão é que as pessoas, por orgulho, muitas vezes acabam por fazer um bocado figura de ursas.
É sempre o mesmo cliché: a pessoa que foi deixada começa a ir sair muito à noite e põe fotos no Facebook, vai de férias e põe fotos no Facebook, vai jantar muitas vezes fora e põe fotos no Facebook. Eu percebo esta tentativa de mostrar que não vos afecta, mas sabem uma coisa? A outra pessoa não vai querer saber, porque foi ela que vos deixou. Se calhar podem ir sair à noite na mesma, de férias na mesma, jantar fora na mesma, mas mostrar menos.
Não sei se sou só eu a achar isso, mas esta atitude cheira demasiado a desespero. Acho muito bem que se tentem ocupar e fazer coisas para esquecer o que aconteceu, mas não é preciso mostrar a toda a gente. Assim como também podem fazer o vosso luto se é isso que realmente querem, não há nada de mal em ser deixado e ter ficado triste por causa disso. Toda a gente já passou por isso, uma ou doze vezes. Não têm de andar logo no dia seguinte com um sorriso nos lábios e serem super espectaculares, ok?

#461

Ainda no tema dos carros, algum dos meus leitores tem um Hyundai, qualquer modelo que seja? Querem-me falar da vossa experiência com a marca por favor? Em relação a avarias, fiabilidade, ruídos, conforto, etc, tudo o que se lembrarem, bom e mau.

#460

Dúvida da semana: será que todos os vendedores de carros usados são aldrabões?

sexta-feira, 15 de abril de 2016

#459


#458

Good things (should) happen to good people.

#457

Também vos acontece terem aqueles dias em que têm a sensação que são ultrapassados por todos na estrada? Aqueles dias que até estamos com pressa, mas sentimos que toda a gente consegue ir à nossa frente, até aqueles carros conduzidos por velhinhos que vão cheios de tempo mas que a fila deles anda mais rápido do que a nossa e somos sempre os últimos. Ontem tive um desses dias.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

#456

Saber escrever é o nosso cartão de visita. Não dar erros, escrever frases claras e com sentido é uma coisa que fica bem a toda a gente e toda a gente deveria ser capaz de fazer. Isso de as pessoas serem das matemáticas ou das artes não é um álibi válido. Português é a única disciplina que as pessoas têm desde o 1º ao 12º ano. Se as pessoas tiverem gosto e brio, então é tempo suficiente para aprenderem a escrever correctamente. E não é por serem engenheiros ou por serem designers gráficos que não vão ter de escrever. Escreve-se em todas as áreas e profissões. E é feio escrever mal, com erros, às vezes frases que nem se percebe o que as pessoas querem dizer. Começa logo pelo CV. Acreditem que CVs com erros são na maior parte das vezes postos de lado. Eu já fiz isso e conheço pessoas que fazem isso. Se a pessoa não sabe que é você e não voçê, não se espera que saiba fazer coisas mais complexas, certo?

#455

Se cada Batmobile (carros com pintura baça) que vejo nas ruas for conduzido por um super herói, estamos safos. Por outro lado, se for conduzido por parolos que gostam de pintura mate...

#454

Coisas a que não consigo resistir: colchas e edredons (edredons ou edredões? Pelo que consegui apurar, ambas as formas estão correctas, apesar de edredons ser mais usado no Brasil e eu preferir esta forma por ser mais 'suave' acusticamente).

quarta-feira, 13 de abril de 2016

#453

Alguém se lembra dos desperdícios? Eram aquela espécie de panos feitos de fios que os mecânicos usavam para limpar as mãos. Será que isso ainda se usa? Eu tinha ideia que isso tinha sido proibido pela ASAE há uns naos.

#452

E aquelas pessoas que têm medo de cortar o cabelo? Senhoras, é cabelo, cresce. Eu sei que às vezs fazemos desastres e custa até aquilo voltar ao sítio.
Eu mais do que ninguém tenho legitimidade para falar sobre este assunto e para vos dizer que é só cabelo e cresce. Já passei por vários desastres ao longo dos anos: uma ondulação em que saí de lá a parecer um caniche, e um mês mais tarde tive de cortar à rapazinho; pintei o cabelo de preto e depois para voltar à minha cor tive de descolorar o cabelo todo e pintar de castanho novamente; extensões que odiei e tirei um mês depois; cortes simétricos que ficaram assimétricos sem querer e tive de cortar curto para acertar; eu própria cortar a minha franja que ficou torta e depois tive de andar com uma franja de 2 cm (este nem foi assim tão mau, deu aquele ar de pessoal das cenas); uma daquelas espumas para ficar com o cabelo preto e no dia seguinte tinha o cabelo lilás.
E sabem o que aconteceu de todas as vezes? O cabelo cresceu. Por isso não tenham medo de arriscar ou fazer um corte mais radical. Contei-vos todas estas peripécias, mas acreditem que a maioria das vezes o resultado foi bom.
Se calhar há um penteado espectacular que vos está a passar ao lado, e que vos fica muito melhor do que esse cabelo comprido, liso e praticamente sem corte que usam há 17 anos.

#451

Não que o mundo queira saber, mas apetece-me dizer isto em voz alta.
Em protesto pelo desprezo e, pior, maus tratos que os açorianos (especialmente em São Miguel) dão aos animais, decidi que é uma terra que eu não quero visitar nunca. Não hão-de pagar injecções para abater animais em massa, como fazem, com dinheiro que eu gaste lá.

terça-feira, 12 de abril de 2016

#450

Sabem aquela teoria de que com fita-cola e WD40 conseguimos reparar qualquer coisa no Universo? Pois eu gostaria de acrescentar abraçadeiras de plástico. Abraçadeiras são a melhor coisa que inventaram depois da fita cola. Ora vejamos:


-fios soltos e emaranhados > abraçadeiras
-plantas que crescem muito e queremos usar uma estaca para segurar os ramos > abraçadeiras
-perna da mesa partida às 19h da véspera de Natal > abraçadeiras (história verídica)
-etc.


Adoro abraçadeiras de plástico.

#449


#448

Será que há alguém no mundo que não goste de alheira? Nunca conheci ninguém.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

#447

Coisas a que não consigo resistir: pulseiras de prata (baratas).

#446

Conselhos para a vida: nunca dêem o nome de um vizinho a um animal de estimação. Depois estão a chamar o vosso gato e o vosso vizinho com o mesmo nome pensa que lhe estão a dar gozo.

#445


Não estou preparada para pagar bilhetes de cinema a preço normal. Digam-me por favor que truques podem usar pessoas com menos de 65 anos, que não são estudantes e que não têm cartão NOS para comprar bilhetes de cinema com desconto.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

#444

Agora que toda a gente está super feliz já, coragem, falta pouco para o fim de semana, só umas horas!

#443



#442

Para contrariar a tendência pessimista desta semana, já que pasei a semana toda a ranhosar e a queixar-me, vou fazer hoje um post mais positivvo, para imprimir um tom mais animado à sexta-feira e, por arrasto, ao fim de semana.
Vou publicar fotos de flores dos meus vasos. São flores fraquinhas e até repetidas, acho que já tinha mostrado aqui, mas é o melhor que consigo arranjar assim de repente.
E flores > primavera > sol > vitamina D > pessoas bem dispostas e contentes.



quinta-feira, 7 de abril de 2016

#441

Ser adulto sucks.

#440

Com a minha sorte, ainda vou ganhar agora dívida pública no sorteio da Fatura da Sorte. Carros grandes e caros que é bom, nada. Agora dívida pública... quem é que quer ganhar dívidas? Pufavô (ler 'por favor' com sotaque brasileiro).

#439

Gostava de saber qual é a percentagem da população activa que trabalha realmente naquilo que gosta. Eu atirava aí para os 10%, 15% no máximo. O que me leva a achar que cerca de 85% das pessoas ou são infelizes no trabalho ou, no mínimo, poderiam ser mais felizes. E tu, fazes parte de quais?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

#438

Estou mesmo orgulhosa de mim. Fui almoçar ao shopping, vi algumas coisas que gostei, e a bons preços, e consegui não comprar nada. Perguntei-me: preciso mesmo de mais uma carteira? Não. E andei. Maat, achas mesmo que mais um relógio te vai fazer feliz? Não. E andei. Este porta-moedas está tão barato e é tãããão giro... Mas eu já tenho imensos e só consigo usar um de cada vez.
Parabéns a mim. Posso agora juntar o dinheiro que não gastei e comprar uma coisa mais cara.
























Era brincadeira. Não vou comprar nada.

#437

O programa de acção do PS resume-se a desfazer tudo o que fez o PSD nos anos em que esteve no Governo? Parece que estamos num filme a ver os últimos quatro anos em rewind.

#436

Há um estudo, já antigo, que diz que as pessoas que usam crocs perderam a vontade de viver. Eu consigo pensar em mais algumas coisas que tenho a certeza que significam o mesmo:
-havaianas no local de trabalho
-leggings sem ser em casa ou no ginásio
-raízes de 10 cm ou mais (e não, não sao madeixas californianas, são só raízes enormes)
-fato de treino fora de casa.

terça-feira, 5 de abril de 2016

#435

Agora que vejo bem, quase que podia fazer um blog só com posts sobre comida/restaurantes/refeições.

#434

O que pensar de pessoas que vão comer a restaurantes/espaços de refeição e que sacam da sua garrafa de água da Tupperware para acompanhar a refeição? Sim, eu vi isto acontecer com os meus olhos, ao meu lado.

#433

Tenho dois factores chave para perceber logo à partida se me vou dar bem com uma pessoa ou não: se gosta ou não de picante e/ou de café.
O picante é o factor principal. Se gosta de picante, vamos dar-nos bem de certeza. Se é daquelas pessoas que não suportam o picante, o segundo e último teste é confirmar se gosta de café. Se não gostar também, nem vale a pena perder tempo, já sei que nunca nos daremos bem.
Tenho 92% de certeza que existe uma relação entre estes dois factores e a personalidade das pessoas, desta forma:



Picante
Café
Pessoa Fixe
Sim
Sim
Sim
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Talvez
Não
Não
Não

segunda-feira, 4 de abril de 2016

#432

Um dia destes, estava na praça da alimentação de um shopping a jantar, e qual não é o meu espanto quando vejo uma rapariga a mudar a fralda ao filho, lá no meio, deitado em duas cadeiras. Já tinha visto muita coisa, mas isto foi a primeira vez. Confesso que fiquei um pouco chocada ao início mas depois pus-me a  pensar que podia fazer parte desses movimentos das pessoas que acham que as cenas com as crianças são muito naturais e podemos fazer tudo em qualquer lado. O amamentar em público já está muito batido, assim como pôr as crianças a fazer chichi em qualquer lado sem vergonha, agora a cena é trocar a fralda e escolher alturas estratégicas, como a meio das refeições.

#431


#430

Dúvida da semana: ainda há pessoas que não têm internet no telemóvel? Já não me lembro da última vez que andei à procura de wireless grátis. E hoje em dia toda a gente tem aqueles pacotes de tv + net + telefone + telemóvel + net movel + pipocas + aparelhagem surround + sofá + tudo + tudo.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

#429

Apesar deste dia das mentiras me passar ao lado, nesto momento desejo muito que grande parte das notícias que li hoje sejam apenas uma brincadeira de mau gosto e que amanhã apareçam outras notícias a desmenti-las e que tudo volte ao normal. Só alguns exemplos:


Universitário espancado até à morte numa rua do Porto
Passos Coelho a caminho da candidatura à Câmara de Lisboa?
Arrow Global? “Nunca tinha ouvido falar” até dezembro de 2015, diz Maria Luís Albuquerque
Facebook vai controlar amizades segundo gostos comuns e rendimentos pessoais
Bilhetes de cinema vão variar o preço mediante a importância do filme
Portugal e Hungria alvo de ameaça direta do Daesh

#428

Mas alguém com mais 10 anos ainda quer saber do dia das mentiras?