quarta-feira, 2 de março de 2022

Mais filmes e séries

Filmes

Carol - a história do romance entre duas mulheres nos anos 50, quando as relações com pessoas do mesmo sexo eram proibidas. Gostei do filme, não é muito dramático, a história é bonita e está cheio de estrelas.

Lady in the Water - um clássico do Shyamalan que ainda não tinha visto. Um ser fantástico aparece na piscina de um condomínio e as pessoas juntam-se para ajudar esse ser a ir de volta para o seu mundo. O que eu não aprecio muito no Shyamalan é esta tendência para coisas sobrenaturais, mas gostei de alguns dos filmes deles. Apesar disso, também gostei deste, quando me consegui abstrair da cena 'ser de outro mundo'. 

Two Distant Strangers - uma curta da Netflix que até ganhou o Oscar. A história de um rapaz que fica preso num loop, em que é morto por um polícia, vezes e vezes sem conta. Inspirado na história de George Floyd, um dos loops é tal e qual o que aconteceu com ele. Gostei muito.

Nightmare Alley - o novo filme de Guillermo del Toro. Fui ao engano por causa disso. E também achei que a história ia ser diferente, apesar de os resumos que vi estarem certos. Não detestei, mas se estivesse em casa, teria mudado de canal a meio do filme. Como vi no cinema, fiquei até ao fim. A história não me cativou por aí adiante. E tem a ver com feiras e circos, e odeio circos. Julgo que tenho trauma de criança, porque eu perdi a minha boneca preferida num circo e depois disso nunca mais quis ir. E não ajuda à festa os circos não tratarem bem os animais, etc.. É um film noir, e sendo noir a fotografia do filme era noir também e aquelas cores já me estavam a aborrecer um pouco. Cate Blanchett a fazer de Cate Blanchett. Há algum filme que esta pessoa faça em que não esteja vestida e maquilhada e arranjada como se fosse a um jantar de gala? Gostava de a ver normal, sei lá, para ser diferente. Ou num papel disruptivo, tipo Monster da Charlize Theron. A Cate Blanchet, para mim, já é um typecast. Dei três estrelas no Letterboxd mas se calhar fui muito generosa.

Diana - conta o romance da princesa Diana com Hasnat, um cirurgião, nos últimos dois anos da sua vida, antes de acabar com ele, começar o seu flirt com Dodi e depois morrer em Paris. Gostei bastante, mas não me perguntem se é fidedigno ou não, não seguia essas novelas da vida real.

Suite Française - filme sobre a ocupação de uma aldeia francesa pelos soldados alemães, na Segunda Guerra Mundial, e a relação que se desenvolve entre um soldado e uma das habitantes da aldeia. Adorei, a história é linda e é sobre a guerra, tema que eu gosto muito. Uma bela surpresa.

The 355 - mais um filme pipoca, que não traz nada de novo, mas entretém. Este tem vários clichés e é um bocado abaixo do nível que costumo aceitar, mas ainda assim vê-se bem num domingo à tarde. Apesar da pontuação fraca, minha e do mundo, tem várias caras conhecidas que eu gosto bastante (mixed feelings para Jessica Chastain, de quem não consigo decidir se gosto ou não, porque embiro com ela há vários anos, pois a ex-namorada de um ex-namorado meu era um pouco parecida com ela).

Menções desonrosas para Lady in the Van e Berlin I Love You que comecei a ver, mas vi 20 minutos de cada e desisti. Não estava a gostar e ia ser perda de tempo. Despachei logo com duas estrelas no Letterboxd, para prevenir novas incursões em erro.


Séries

The Woman in the House Across the Street from the Girl in the Window - uma mini-série Netflix, de oito episódios de menos de meia hora cada um. Não é nada genial, há ali dois ou três plotholes, mas, se não formos picuinhas, é uma série que entretém e vê-se muito bem. Ajudou ter a Kristen Bell, de quem gosto, e que tem alguma piada.

Poirot - já tinha visto todas as seasons de Poirot, até à sete, há muito, muito tempo, e da oito até à final mais recentemente quando deu na Fox Crime. A Fox Crime agora está a repetir as seasons um e dois, e estou a ver de novo. Poirot é Poirot, não falha, adoro o David Suchet como Poirot e tudo na série. Espero que repitam tudo, para eu ver de novo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Top 8

Prosseguimos no top dos mais sexy do cinema com Aragorn, do Senhor dos Anéis. Que homem tão sexy! O cabelo, a barba, as roupas de vagabundo. Este é outro caso em que o Viggo Mortensen não é assim tão sexy, até porque ele é loiro e costuma usar o cabelo curto e o que dá o charme ao Aragorn é o cabelo escuro comprido.





quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

A ansiedade

Nunca se viu tantos transtornos relacionados com a ansiedade como hoje em dia. Eu conheço pelo menos duas pessoas que sofrem de transtorno de ansiedade, e mais as outras dezenas que devo conhecer mas que nunca me disseram. Nem que as pessoas não sofram de transtorno de ansiedade, sofrem de ansiedade, em doses menores e não incapacitantes, mas em doses que muitas vezes ainda precisam de uns ansiolíticos ou em doses que tiram o sono e o sossego. Longe de mim dizer mal do nosso tempo, temos coisas que nunca ninguém teve antes e que nos facilitam imenso a vida. Sendo que ainda há pobreza (segundo dados oficiais, cerca de 16% da população), diria que a maioria das pessoas tem agora condições que não teria há 30 anos, com o mesmo poder de compra. Mas a vida cria muita ansiedade. Há grandes expectativas para tudo e as pessoas sofrem com a ideia de descerem desses padrões. Temos de estar bem apresentáveis, sendo que isto é ainda pior no caso das mulheres, com merdas como ter as unhas arranjadas, o cabelo impecável, depilação feita, roupas modernas e bonitas, etc e etc. Temos de arranjar um bom trabalho e ganhar bem. Temos de nos manter informados, seja com a vida em geral, as notícias, a cultura, as novidades, os estudos contínuos, em alguns casos. Temos de ter um iphone, um carro, e tudo mais que for possível. Temos de ser educados e não dizer coisas que possam ofender as pessoas, que são cada vez mais hoje em dia, e ter uma conversa interessante e ser fixes e cool. Tantos 'temos de', tanta expectativa, tantas coisas para nos causarem ansiedade. Não me admiro nada quando pessoas me revelam que tomam ansiolíticos e não fico nada surpreendida quando saem aquelas notícias dos números das vendas de ansiolíticos e anti-depressivos em Portugal e no mundo. É muita coisa para acompanhar, é muita pressão, e mais vale tomar um comprimido e ser funcional do que andar constantemente um farrapo. Vivemos tempos fantásticos e não trocava por mais nenhuma altura, mas eu vejo a ansiedade a espreitar em cada esquina, a olhar para todos nós.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Não és tu, sou eu

Cenário: Jantar com mãe e outros potenciais convidados

Situação: Enchemos o prato como se fosse uma pirâmide, com comida suficiente para uma pequena aldeia, e comemos tudo até ao fim.

Todas as mães do mundo, invariavelmente: Não vais comer outro prato? Não gostaste? Não estava bom?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Dúvidas

Dúvida da semana: pessoas que usam o cabelo comprido mas andam sempre com o cabelo preso, para quê terem cabelo comprido? Já que nunca o soltam, não daria menos trabalho terem cabelo curto?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Top 8

Depois de tantas séries e filmes vistos, estava a faltar um top dos homens mais sexy do mundo do cinema. Pensei muito bem e cheguei ao número final de oito homens que eu acho muito sexy, apesar de alguns deles apenas serem sexy dentro da personagem.

Sem nenhuma ordem especial, vamos começar com Lucifer Morningstar, da série Lucifer. Sexy as hell (pun intended). É um caso em que a personagem que ele faz é super sexy mas depois o actor, o Tom Ellis, não é assim tão sexy. O sex appeal do Lucifer é todo da personagem dele. 


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Mais filmes

The Two Faces of January - conta a história de um casal, em que o homem é um vigarista, que estão de férias na Grécia e acabam por envolver um guia turístico num homicídio e depois têm de fugir todos. Apesar das caras conhecidas e de eu achar que o Viggo Mortensen ia elevar a qualidade deste filme, foi bem reles. Quando estava a ver, estava com aquele sentimento de quem está a ver aqueles filmes de TV, que são por definição fracos. Não sei bem porquê, mas não achei mesmo nada bom. No IMDb tem 6.2 estrelas mas eu daria 4.5, no máximo.

Licorice Pizza - mais um dos filmes sensação do ano passado, que ainda apanhei no cinema. É do Paul Thomas Anderson, de quem eu não gosto especialmente (quer dizer, não é dele, dos filmes dele), mas fui ver na mesma depois de ouvir tantas críticas boas. Conta a história de um adolescente que se apaixona por uma miúda de 25 anos, e depois vemos as suas várias aventuras juntos, tudo isto em LA nos anos 70. É engraçado e tem detalhes engraçados mas também tem coisas que me pareceram mesmo de filme. Mas gostei.

El Buen Patrón - filme que eu queria muito ver, por ser espanhol e por ter o Javier Bardem, que foi nomeado para vários prémios e ganhou alguns pelo seu desempenho. É a história do dono de uma fábrica, que faz tudo para ganhar um prémio para o qual a sua fábrica foi nomeada. Quando dizemos tudo, é tudo. Eu estive a primeira meia hora do filme ainda um pouco desconcentrada, a tentar perceber se ele era um chefe bonzinho que se preocupava com os seus funcionários a sério ou se só queria mesmo resolver os problemas para ganhar o prémio. A meio do filme já pensava que pesadelo que devia ser trabalhar naquela fábrica, com aquele chefe metediço e que achava que podia fazer tudo e decidir tudo. Gostei muito, apesar de ser um um exemplo de como não ser ou o que não fazer. Espero que os donos de fábricas portuguesas que o vejam percebam que o filme é irónico.

I, Tonya - a história da patinadora artística Tonya Harding e a história de como se passou o 'incidente', em que uma das suas rivais foi atacada. Gostei bastante do filme, apesar de ter várias coisas que me enervam (o problema também pode ser meu, que me irrito com pouco ultimamente), como ela sempre a levar pancada do marido ou como ela era maltratada pela mãe. Enerva-me prque supostamente era verdade, e ninguém merece. São todos um pouco redneck, e até foi esse um dos motivos para ela nunca ter ganhado mais prémios, e essa cultura do alcoolismo, violência física e psicológica deixa-me para lá de nervosa. Mas bem, é so um filme, agora, e essas pessoas estão todas mais velhas e mais sábias, em princípio.

E umas séries 

After Life - vi a terceira e última season de After Life. Sendo eu uma fã de longa data de Ricky Gervais, não acho este de longe o seu melhor trabalho. Extras e The Office são os melhores, para mim. An Idiot Abroad também está muito bom. Esta série, ainda que bem feita e bem escrita, e tem lá frases que se vê que tinha mesmo de ser o Ricky Gervais a escrever, é muito deprimente e muito triste. No fim, há ali um pouco de esperança, mas é muito dark. É fixe mas super overrated.

Ozark - claro que não podia adiar muito a visualização da primeira parte da quarta e última season de Ozark, com o meu adorado Jason Bateman. Tenho noção de que não consigo ser imparcial com esta série, mas adoro, apesar de estarem a inventar mil cenas escusadas. Mas já nas seasons anteriores era assim e eu vi sempre e gostei. Ansiosa por saber o final que escolheram para os Byrde. Na Netflix.

The Sopranos - comecei a ver os Sopranos, esse grande clássico das séries. Precisava de uma série destas grandes, para ver durante dois ou três meses e me apegar às personagens. Desde Mad Men, há cerca de dois meses, que só tenho visto mini-séries ou séries com seasons pequenas, que nos obrigam a conhecer as personagens e entrar na história, para logo depois acabarem. Agora precisava de um pouco de estabilidade e continuidade na minha vida, e então aventurei-me nesta série de 86 episódios. Mais uma das série em que cheguei a ver alguns episódios quando dava na RTP2, e lembro-me que até cheguei a ver o último episódio, para saber o final, portanto agora estava na hora de ver tudo do início, direitinho. Sendo que é uma série de culto, não tenho dúvida que esteja bem feita. Para já, estou a gostar, mas ainda não vi o suficiente para achar que é genial (estou a chegar ao final da primeira season).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Matriz jornalística

Isto já está tudo muito batido, já toda a gente sabe, mas fica aqui para lembrança pessoal: 'notícias' que começam com


Saiba como...

Porque é que...

Descubra qual/quais...

Saiba qual/quais...

O motivo/razão pelo qual...


são sempre merda.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

HM

Na Black Friday, comprei um casaco na HM, no tamanho M, por 40 euros (custava 50 originalmente). O casaco chegou, vesti, era gigante. Decidi devolver o M e comprar o XS. Mas quando comprei o XS a promoção já não existia, mas como eu tinha um vale de 10% de ter aderido ao programa de membro, comprei o casaco por 45 euros. Entretanto o casaco XS chegou rapidamente, e eu fiquei com ele, assunto arrumado. Mas a devolução ficou perdida nos CTT. Eu tinha o código de seguimento e vi que ficou parada 10 dias no centro de distribuição em Lisboa. Mandei email aos CTT, que rapidamente encontraram a encomenda e a fizeram chegar ao destino. Mas com isto, demorou cerca de duas semanas a chegar lá, mais 4 ou 5 dias que eu demorei a ir deixá-lo nos correios. Eu ia vendo o estado da encomenda, que já devia aparecer como devolução no site, mas nada acontecia, e então decidi mandar email para o suporte, para confirmar que estava tudo bem. Umas horas depois de enviar um email, recebi uma chamada. Era um rapaz muito simpático, a dizer que tinham visto o meu contacto e que, dado o tempo que o casaco demorou a chegar devido aos CTT, que iam proceder ao reembolso manual imediatamente, para eu não ter de esperar que o casaco fosse processado e só depois fosse reembolsada. Já fiquei bastante contente com isto, pois com toda a demora da devolução, não tive de esperar mais tempo para receber o meu dinheiro de volta. O rapaz reparou também que eu já tinha comprado o tamanho certo, e perguntou se foi ao mesmo preço. Eu disse que não, que a promoção já não estava válida quando comprei e então usei o meu vale de 10%, mas ainda assim paguei mais 5 euros do que com a promoção. Ele disse que nestes casos, de compra de um tamanho diferente do mesmo artigo, não temos de usar outros descontos, podemos ligar e pedir o preço da promoção. E que ia fazer imediatamente o reembolso doo 5 euros da diferença. Imaginem a minha alegria! Eu nem pedi nada, ele é que percebeu a situação e imediatamente se prontificou a resolvê-la, e ainda por cima resolveu logo as duas coisas. Fiquei muito impressionada com este bom serviço ao cliente e por isso queria deixar aqui a história, para que quem estiver na mesma posição possa usufruir. E quando sou bem atendida, gosto de partilhar. E desde então, estou bem mais atenta à HM e sinto-me mais 'fidelizada'. Bom marketing é assim.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Back to life

Estou viciada em eye patches. Nunca tinha usado, até que decidi comprar uma embalagem para experimentar. Sentia os olhos cansados e achei que isto seria uma boa opção para os revigorar e refrescar. E tão bom que é! É fresco e hidratante e agradável. Pelo menos uma vez por semana, ponho os eye patches e vou para o sofá ver alguma coisa na tv, ao mesmo tempo que sinto os meus olhos a ficarem revigorados, com uma nova vida mesmo. Não sinto nenhum efeito visual, em termos de olheiras, mas em termos de sensação, é muito bom. Como não tinha descoberto isto antes?!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Cenas que me irritam

Quando comento com alguém que não como carne, e me perguntam logo 'ah mas e as proteínas?' Nunca se viu tanta preocupação com a ingestão de proteínas como hoje em dia. Deixem isso. Deixem-me em paz. Evoluam. Esta pergunta parece saída de 2004, não de 2022.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Reticências

Depois de conhecer várias pessoas que usam as reticências como se fossem pontos finais, e as põem literalmente em todas as frases (também já me cruzei com a variação de dois pontos, em vez dos três, que suponho que seja para poupar caracteres e tempo, já que são usados em todas as frases, mas isso é ainda mais abominável, porque nem sequer é um sinal de pontuação), fiquei tão traumatizada que nunca mais usei reticências na vida. Mesmo nas poucas situações (sim, poucas, há poucas frases em que nós precisamos mesmo de reticências) em que eu precisaria de reticências, tento dar a volta de alguma forma para não usar esse sinal de pontuação tão reles. Sinto-me capaz de escrever um ensaio inteiro contra o uso de reticências.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Georginette

A propósito do documentário sobre Georgina Rodríguez, a namorada de Cristiano Ronaldo, que não vi nem tenciono ver, tenho lido notícias em que se reproduzem comentários que a acusam de estar com ele pelo dinheiro. Eu não sigo o Ronaldo, a Georgina, nem nada que tenha que ver com eles, mas independentemente do que possa ter dado origem a estes comentários, é óbvio que só são feitos por ela ser mulher. Se fosse ela a rica e ele o homem do povo, ninguém o ia acusar de estar com ela por dineiro. As mulheres é que são umas interesseiras sempre. Pro caralho com o patriarcado e comentários machistas da piça.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Demodé

Sapatos de inverno. Queria comprar uns sapatos rasos para não andar sempre de botas ou de sapatilhas e não gosto de nada. Só há aqueles tipo brogue, assim mais masculinos, mas sendo que eu normalmente me visto como um mendigo, não me iam ficar bem. Em termos de rasos, se tirarmos os brogues e as sabrinas, que deixei de usar praí em 1997, não sobra nada. Sobram sapatos de vela, e eu tenho dois pares, mas dão aquele ar demasiado beto que não é sempre o que me apetece. E, de novo, com roupa de mendigo, não fica grande coisa. O que aconteceu aos sapatos normais, de atacadores, sola de borracha, normais, sem feitios em cima e cenas estranhas? Só uns sapatos normais, não há?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Milloomers

Estava a pensar e cheguei a um termo que eu achei que podia inventar: milloomers. Entretanto fui procurar na internet, porque hoje em dia está quase tudo inventado, e já há algumas menções a essa palavra, apesar de poucas e apesar de eu nem saber muito bem a que se referem. Milloomers para mim iam ser os millenials que têm atitudes de boomers. Pessoas que nasceram depois de 1985 mas que não gostam de mandar mensagens escritas e preferem telefonar. Millenials que telefonam sem avisar antes. Millenials que são desconfiados de aplicações e da internet e que acham que os bancos e as operadoras ainda nos tiram dinheiro sem motivo e sem nós sabermos. Millenials que preferem chamar um táxi do que usar a Uber. Eu conheço um ou dois milloomers.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Fábulas do tempo moderno

Acabaram as histórias da cigarra e da formiga ou do Pedro e do lobo. As fábulas do século XXI são pessoas que compraram 50 euros de bitcoin há 10 anos, depois esqueceram-se que tinham isso e, quando foram a ver, tinham 700k euros. Ou a variação acções de uma qualquer empresa da moda, mas a história é a mesma.