quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Há pessoas burras. Acho que ninguém tem dúvidas disso. Ok, se calhar o termo correcto não será burro, mas alguém que tem uma capacidade menor para apreender a realidade, para perceber certas coisas, um nível de inteligência mais baixo, etc. A minha dúvida é: será que as pessoas burras (vamos chamar-lhes assim para facilitar, vá) têm consciência disso? Ou acham-se todas espertas? É fácil termos consciência de alguns traços do nosso carácter, como se somos simpáticos ou antipáticos, ou se somos pessimistas ou se somos teimosos. Mas a burrice será auto-consciente? Eu estou aqui a falar disto e posso ser uma grande burra e não me achar. Lembro-me de alguns casos de pessoas que assumem que acham que não têm capacidade para certas coisas, por exemplo que não são boas a falar inglês ou a matemática, ou a lançar facturas ou a entender livros, mas será que se acham burras? Gostava mesmo de saber.

Lixem-se

Pessoas que se queixam constantemente do trabalho, que não estão contentes, não gostam, o chefe é mau, pagam mal, não gostam do fazem, é sempre a mesma merda, estou farto/a, não aguento mais, mas depois não mexem uma palha para mudar seja o que for. Pfffff.

Meditar

Sempre achei, e acho que não estou errada (ver Priberam) que meditar era pensar sobre algo. Do género ‘ tenho de meditar sobre a minha vida, tomar uma decisão sobre o caminho que quero seguir’. Agora que ando no yoga e estou mais familiarizada com o conceito de meditação, acho curioso que a meditação seja uma técnica onde devemos esvaziar o pensamento e, idealmente, não pensar em nada.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Engenharia IV

A construção de pontes, outro mistério. Como é que firmam os pilares no fundo do mar/rio? Aquilo tem água! Até consigo perceber que dê para furar, mas como é que depois constroem os pilares? De novo, aquilo tem água! São construídos dentro de água? Mas como é que os materiais se aguentam? Tantas dúvidas. Precisava de um engenheiro civil por aqui. Ou de documentários sobre estes assuntos.

You can run but you can't hide

E quando não se podia levar comida para o cinema, só podíamos levar as pipocas que comprávamos lá? Eu escondia as bebidas em lata na carteira, para ninguém me ver entrar com elas e comprava só as pipocas. As bebidas eram (são?) infinitamente mais baratas num supermercado. Hoje em dia podemos levar o que quisermos. A última vez comi uma sandes do Subway que me soube pela vida.


Escravatura?


http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhadores-de-supermercado




Tinha aqui este post em draft esquecido, aparentemente há meses. Mas ainda vale a pena ler.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Lord Nelson


Agora já sei onde foram buscar o nome Lord Nelson para os chás do LIDL:




(foto de um desses concursos de perguntas da RTP1 que tinha há imenso tempo no telemóvel para pôr aqui)

Nome mais engraçado de sempre para chá!

Os empresários que temos

Dúvida da semana: todas as pessoas que aparecem na imprensa cor-de-rosa que não têm uma profissão são ‘empresárias’? A Lili Caneças é empresária, todas essas modelos decadentes de há 15 anos são empresárias, aquele moço que entrou no Big Briother e foi preso também é empresário.

Gatinhos


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017


Sábado à noite, Hard Club, concerto de Lacuna Coil. Não quis ver as bandas de apoio, por isso fui mais tarde sozinha. Entro no Hard Club e dirijo-me para fila, grande. Achei estranho fila àquela hora mas pensei que se calhar mais gente tinha chegado mais tarde como eu, para ver só Lacuna Coil. Começo a olhar à minha volta, na fila, e as pessoas que estavam lá eram assim gunas. Achei estranho, os concertos de metal não costumam atrair gunas, é mais velhinhos metaleiros. Mas pronto, se calhar Lacuna Coil era assim. Imenso tempo na fila e chega a minha vez. O senhor olha para o bilhete e diz-me que o bilhete não está certo. What? ‘Isto não é aqui, é na sala 2.’ Raios! Perdi tanto tempo para nada. Mas pelo menos estava certa, os concertos de metal realmente não atraem gunas. Os velhinhos metaleiros estavam todos na sala 2. Ufa!

Mulheres-sansão


Vocês também conhecem alguma mulher-sansão? Mulheres-sansão é o que eu chamo àquelas mulheres que não querem cortar o cabelo. Que se a cabeleireira lhes cortar mais do que 3 cm do seu longo cabelo à Rapunzel entram em depressão. Que acham que os seus longos cabelos até ao fundo das costas lhes dão uma aura sensual. Errado, claro, parecem ciganas. Por algum motivo que não sei qual é, reparo que só as ciganas e pessoas de bairros é que usam cabelo até ao rabo. Cabelo muito comprido nem se usa já, mas, a quererem, tenham alguma noção e nunca passem o meio das costas, no limite. É verdade que nem toda a gente precisa de ser como eu, uma aventureira das experiências capilares, mas o cabelo cresce, pessoas! E o cabelo comprido, na minha opinião, não favorece ninguém com mais de 30 anos. Até essa idade, fica bem a algumas pessoas. Mais do que isso, já dá um ar muito pesado. Cabelo pelos ombros, ou um pouco abaixo, dá um ar muito mais leve. Todas as pessoas que conheço que trocaram cabelo comprido por um corte mais curto ficaram sempre melhores. E nem que não fiquem, o cabelo cresce!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Para não me esquecer

Assumptions are the mother of all fuck ups.

Nomes gourmet

Eu ia jurar que as 'suculentas' antes se chamavam cactos e as 'aromáticas' antes se chamavam ervas. Que mania de darem nomes fancy às coisas para parecem chiques e gourmet. Para mim, vão ser sempre cactos e ervas. Prefiro esses nomes mais rústicos mas menos armantes. Quando chamam suculenta a um cacto, iamgino sempre assim o cacto muito snob, de nariz empinado, a achar-se melhor do que os seus amigos que são simples cactos.

Engenharia III

Depois há outras coisas ‘menores’ no mundo da engenharia mas que me suscitam algumas dúvidas e/ou admiração. Os cabos da internet no fundo do mar, a ligar continentes. Como é que fizeram isso? Os peixes não os destroem? São os mesmos cabos ou têm vindo a ser substituídos? Os cabos não ficam presos em coisas? Foi lá alguém abaixo pousar os cabos? Mas não se consegue mergulhar até ao fundo do mar, há sítios super profundos. Tão difícil.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

SyFy


É impressão minha ou aquele canal SyFy só dá filmes com tubarões? As poucas vezes que passo por lá a fazer zapping está quase sempre a dar um filme com tubarões. Os Sharknado todos, que repetem dezenas de vezes por mês, e mais filmes com tubarões, muito tubarões, sempre tubarões. Que obsessão!

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Edredons.




sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Com calma tudo se resolve

Aprendi recentemente uma lição preciosa: às vezes os nossos erros resolvem-se sozinhos. Normalmente quando faço alguma coisa mal no trabalho ou alguma coisa corre mal, quero corrigir na hora e peço ajuda para ficar tudo direito. Uma segunda-feira de manhã, tinha duas coisas mal. Uma que me enganei mesmo e outra que deixou de funcionar de um momento para o outro. Mas era segunda de manhã, estava mal disposta, não me apetecia falar com ninguém e deixei estar. Segunda ao fim do dia fui analisar melhor a que não estava a funcionar e, milagre!, já estava tudo bem. Fiquei muito contente e animei-me quando percebi que já só tinha de tratar de um erro.
No dia seguinte, abro o outloook e tinha recebido um email a dizer que alguém tinha feito um erro, maior do que o meu, por isso era preciso anular tudo e fazer de novo. E pronto, resolveu-se!
O meu trabalho baseia-se muito em reconciliações e perceber onde estão os erros e diferenças. Às vezes não consigo chegar lá sozinha e tenho de pedir ajuda. Mas a partir daí tenho estado bem mais poderada a pedir ajuda para resolver coisas. Afinal muitas resolvem-se sozinhas se lhes dermos tempo suficiente. Outras vezes deixo estar a marinar e eventualmente acabo por, a meio de outra coisa qualquer, ver a luz e perceber o que está errado. Ou então vou ler e procurar tudo o que esteja disponível para ver se há alguma coisa que me ajude. Já resultou também. Mas ter calma, ter calma é fundamental.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Everybody's doing it


Comprei um casaco há menos de duas semanas. Ainda não o usei. Hoje passei na loja novamente e vi que está com desconto de 20% em tudo até domingo. A diferença são 30 euros. Vou devolver e comprar de novo, certo? Eu tenho uma certa vergonha de fazer essas coisas mas depois toda a gente faz isso, e pessoas com mais dinheiro do que eu. Por isso, tenho de deixar de ser anjinha. Vou lá amanhã devolver e comprar de novo, certo? Certo?

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Gatinhos

Já não há gatinhos há muito tempo. Geez, só palavras neste blog. Não admira que as visitas estejam a diminuir esta semana. Overload de gatinhos agora, para compensar.


 
 


Outro momento tragicómico. Só que é só trágico agora.

Daniel Oliveira: "A sociedade tende a desvalorizar ou até mesmo a troçar das emoções"


Este artigo chamou-me a atenção e decidi abrir para ler e enxovalhar. Eu detesto esse tipo. Como toda a gente, aliás. O pior, muito pior, foi logo o primeiro parágrafo:

Eis que Daniel Oliveira deu mais um passo importante na sua carreira como escritor. Esta terça-feira, o famoso entrevistador lançou o seu terceiro romance - ‘Sobre o Amor’.


Não consigo ler mais. É demasiado para mim. Escritor? TERCEIRO ROMANCE?! ELE JÁ TEM DOIS LIVROS?!
Entre isto e aquela situação do José Rodrigues dos Santos ser considerado o melhor escritor nacional não sei qual é pior.