segunda-feira, 12 de março de 2018

Outra vez?




Já deu para perceber que o problema com os nomes é da Luciana Abreu e não dos namorados dela.
As primeiras filhas chamam-se Lyonce Viktória e Lyani Viktória. Agora estas duas chamam-se Amoor Viktória e Valentine Viktória. Já que ela não tem um bocado de bom senso, porque é que os namorados dela e pais das crianças não lhe metem um travão? Eu sei que cada um chama o que quiser aos filhos, mas... foda-se, eu nem sei o que isso é, esses nomes... Fico revoltada porque, quer dizer, coitadas das miúdas, não é?
Pronto, precisava de tirar isto de dentro de mim. Ela que chame o que quiser aos filhos de novo, já passou. Já agora, ideias para os próximos:


-Aliance Viktória
-Adoooro Viktória
-Tigresse Viktória
-Nuncamaissão5horas Viktória



Gatinhos


(a já normal pirâmide de gatos em cima de mim no sofá)

Reciclagem II

No meu trabalho, há vários caixotes de lixo para os diferentes resíduos. Fiqeui contente quando vi esta melhoria, eu sou obcecada com reciclagem e não desperdiçar resíduos que podem ser aproveitados.
Até que um dia eu ia deitar uma embalagem ao lixo. Estava uma empregada de limpeza junto aos caixotes que me disse para deitar no contentor do lixo indiferenciado. E eu, muito expedita, disse: 'Não, é para reciclar!' e dirigi-me ao caixote das embalagens. E ela, com ar resignado, disse de volta entredentes: 'Vai tudo para o mesmo sítio...'. Whaaaaat? Aquilo tudo é uma farsa? Depois disso comecei a ver as empregadas separarem o lixo e confirma-se, juntam tudo num saco e levam para o contentor. Que choque que foi. Agora tenho de levar todas as embalagens atrás de mim para deitar eu no contentor da reciclagem, lá fora ou em casa. Mais uma vez, uma pessoa sofre para fazer o que está correcto.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Dúvidas

Dúvida da semana: os gatos também dão peidos? Os cães sei perfeitamente que sim, a minha cadela de vez em quando solta uma bombas de mau cheiro. Mas dos meu gatos nunca ouvi nem senti nada. Ou não dão ou então como os gatos são tão pequenos nem se nota.

Faith in humanity restored

Pedro Dias condenado a 25 anos de prisão


E mais anos de prisão se lhe pudessem dar, mais anos ele havia de levar.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Reciclagem I

Tenho uma máquina Dolce Gusto em casa e fazia-me confusão deitar as cápsulas no lixo. Fui procurar e descobri que a Dolce Gusto tem alguns (poucos) pontos de recolha de cápsulas para reciclagem e um deles é perto do meu trabalho. A questão é que na última vez deixei as coisas escalarem demasiado. Eu tenho um pequeno balde em casa onde vou deitando as cápsulas e quando enche levo num saco para a reciclagem. Mas julgo que tudo começou com as férias de natal, depois mais alguma coisa e fui juntando, juntando, juntando... Quanto me apercebi, os sacos todos que tinha em casa davam para encher uma bacia gigante que tenho para a roupa da máquina de lavar, que leva 8 kg. Não imaginam o filme que foi transportar aquilo tudo, porque não dá para trazer em sacos, o café junta-se no fundo e acaba por verter dos sacos e ia sujar-me o carro todo (como já aconteceu, aliás). Tive de usar mesmo a bacia para o transporte e depois deitar para sacos para ir levar ao contentor. O que uma pessoa sofre para fazer o correcto! Agora percebo porque a maior parte das pessoas não quer saber, deita no lixo e pronto, problema resolvido.
Já que estou a falar disto aqui, aproveito para pedir mais pontos de reciclagem e contentores maiores e com uma abertura maior. Não custa sonhar e achar que alguma pessoa que trabalha da Dolce Gusto possa ler este post eventualmente.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Ecrã verde





The Great Gatsby

São escolhas

Há uns tempos falava com uma amiga minha sobre tarifários e disse-me ela: ‘com 5 Gb de internet no telemóvel, quem é que precisa de falar com os colegas no trabalho?’. Hoje em dia, com 3 Gb, percebo perfeitamente o que ela quis dizer.

terça-feira, 6 de março de 2018

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.


Burros



Eu e os outros

Eu vejo pessoas no meu trabalho a comerem ao pequeno-almoço e/ou lanche tostas integrais com queijo fresco, torradas com manteiga light, e iogurtes magros com sementes e outras coisas super saudáveis. Eu como uma peça de fruta ou umas bolachitas quando tenho fome. Fico na dúvida se o problema é meu ou das outras pessoas.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Jackpot


Descobri no fim-de-semana que os canais Fox Comedy e Fox Movies fazem parte do pacote básico da Vodafone desde 1 de Janeiro, e já não é preciso pagar extra para ter acesso a eles. Melhor notícia do ano até agora.

Corridas


Correr. Hoje vou falar sobre correr. Eu a correr é uma daquelas coisas que eu não achei que fosse ver enquanto fosse viva. Eu não me lembro de fazer nunca exercício na vida sem ser nas aulas de Educação Física e quando me inscrevi num ginásio e andei lá durante dois meses, há muito tempo atrás.
Tudo começou no ano passado, quando um amigo que costumava correr e ir a trails, me disse que eu devia ir a uma caminhada dos trails, no monte, que ia achar giro. Um dia resolvi inscrever-me e fui. Fui fazer uma caminhada de 8 kms. Lembro-me perfeitamente como fiquei depois, cerca de uma semana com o corpo todo dorido, sem conseguir andar. Mas gostei muito de estar lá, no meio da natureza, e acabei por me inscrever noutra caminhada, três semanas depois, quando recuperei a mobilidade na totalidade. E depois comecei a inscrever-me frequentemente nas caminhadas, sempre nas distâncias 8-12 km aproximadamente. Claro que, com o tempo, comecei a habituar-me a andar muito e comecei a correr aos poucos. Primeiro nas descidas só, depois nos planos também (subidas no monte nem hoje, esqueçam isso). Fui ao primeiro trail a sério quatro meses depois. Mas claro que não corri o percurso todo. Quase ninguém corre, vim eu depois a descobrir. Continuei a ir a trails, a corridas de estrada, a fazer treinos com os meus colegas.
Dez meses depois consegui finalmente correr 10 km seguidos, sem parar nunca, nem para beber água, e, acreditem, foi uma vitória. Nunca achei que conseguiria tal coisa. Eu tenho asma, tenho pouca resistência, nunca fiz exercício e ali estava eu, a correr 10 km seguidos sem parar uma única vez. Para mim, foi a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos. Depois disso, consegui manter o rimo de corrida e até melhorar tempos, com mais treinos. O estranho disto tudo é que eu comecei a gostar mesmo de correr, até em estrada. Custa, a meio só me apetece desistir e acho sempre que não vou conseguir, que tenho de parar, apetece-me insultar os meus colegas que me obrigam a fazer subidas, mas no fim da corrida tenho sempre aquela sensação de satisfação e até de dever cumprido. E apetece sempre voltar.
Este ano tem sido mais atribulado. Tive uma pequena lesão no início do ano e tive de parar de correr durante duas semanas. Logo a seguir estive doente e estive mais três semanas parada. Tanto tempo parado é basicamente voltar ao início. A corrida que tentei fazer a seguir correu mal, senti-me mal aos 2 km e tive de desistir. Tive que voltar às corridas devagarinho. Tenho corrido menos agora, tenho evitado o frio para não me lesionar de novo, fiquei com medo. Mas as pernas não esquecem, como diz um colega meu. Eu não quero ganhar medalhas, não preciso sequer de fazer grandes tempos e bater recordes todas as semanas. Quero só continuar a correr, ou mais ou menos, o que eu conseguir, o que me apetecer e me deixar feliz, mas saber que consigo, isso, caros leitores, é verdadeiramente extraordinário para mim. E realmente, para acabar com um cliché, quem corre por gosto não cansa (ok, cansa, mas não se importa).

sexta-feira, 2 de março de 2018

Resolução tardia

Este ano, não dou cedência de passsagem a nenhum carro das marcas BMW, Mercedes e Audi, entre outras marcas premium e caras. Antes que me chamem já invejosa, ao longo de todos estes anos a conduzir reparei que mais de 90% das vezes que deixo passar alguém com um carro destas marcas não agradecem. Refleti sobre o assunto e cheguei às seguintes conclusões:


-os que têm estes carros porque são mesmo ricos não agradecem porque, sendo ricos, naturalmente acham que estão acima do comum mortal e que estes não fazem nada mais do que a sua obrigação senão deixá-los passar;


-os que têm estes carros porque são pobres mas decidiram comprar um carro caro (provavelmente usado, vá) porque têm a mania, lá está, têm a mania e por isso também não agradecem a ninguém.


Há, claro, excepções em cada um dos casos mas são aqueles 10% que agradecem. Como eu não consigo perceber se a pessoa que vai a conduzir vai fazer parte da minoria e agradecer, não deixo nenhum.
Deixo já aqui um pedido de desculpas ao meus leitores que têm carros caros, para o caso de algum dia nos cruzarmos na estrada.