segunda-feira, 31 de outubro de 2016

#719

Há 20 anos que os portugueses não poupavam tão pouco


Com taxas de juro de cerca de 0,5%, e até já vi depósitos a prazo com taxas de 0,1%, e com os bancos permanentemente em risco de falirem e de ficarmos sem nada, quem é que tem vontade de juntar dinheiro? Juntar dinheiro para vir um Salgadinho dar o golpe e ficarmos sem nada? Please.

#718

Acho que seria muito mais fácil promover o civismo na estrada se todos passássemos pelos vários papéis. Só comecei a ter mais atenção aos ciclistas depois de andar de bicicleta na estrada. E comecei também a ter mais cuidado a atravessar a rua depois de começar a conduzir. Se todos nos pusessemos por um bocado no lugar dos outros, sejam peões, condutores, ciclistas ou outros, seria mais fácil termos consciência dos problemas e limitações de cada um e seríamos mais civilizados com todos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

#715

Eu vou comprando velas para usar lá em casa. Aquelas velas em copinhos de vidro. Algumas vezes são aquelas básicas do IKEA (primeira imagem), outras vezes são outras mais giras. O dilema acontece quando as velas acabam. O que fazer aos copinhos? Alguns são tão bonitos que não consigo deitar fora. Ora vejam aquela segunda imagem. Tenho alguns da Zara Home (segunda imagem) parecidos mas ainda mais fofos, com desenhos e relevos e com tampa e tudo. Mas também ainda não encontrei nenhum uso para eles sem ser reutilizar com outras velas que não tenham copo ou aquelas tealights. E não tenho assim tantas velas sem copo para reutilizar todos os copinhos vazinhos que tenho e as tealights não valem a pena, gastam-se muito rápido e não quero gastar o meu ordenado todo em velas. Alguém tem alguma ideia gira para reutilizar os copinhos e não ter de os deitar fora? Uma ideia que não seja deixar de comprar velas em copos que até aí eu já cheguei.



#714

Segundo apurou o Observador, Rui Roque terá concluído apenas as cadeiras de Programação de Computadores, Física I, Estatística e Métodos Numéricos, e Desenho e Métodos Gráficos. A primeira disciplina foi feita em 1998 e a última data de 2002. Estas cadeiras são do primeiro ciclo do plano de estudos pré-Bolonha do curso de Engenharia Eletrotécnica (uma das cadeiras poderá ter sido feita em Engenharia Física, o curso em que esteve inicialmente matriculado um ano).



Se calhar vou actualizar o meu currículo e adicionar uma licenciatura em contabilidade. Este senhor demorou 4 anos para fazer 4 cadeiras. Eu andei lá um semestre e pouco e fiz 7 cadeiras. Se calhar isto até equivale a um mestrado em contabilidade, é capaz de ser mais preciso. Licenciatura em Letras e mestrado em Contabilidade. É óptimo, porque assim consigo alargar imenso a minha área de expertise. Obrigada, Rui Roque.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

#713

Notícia: Educação física começa a contar para a média para Universidade.

Fogo, safei-me de boa. Se fosse assim no meu tempo, provavelmente não teria entrado na faculdade. Ok, teria, mas se calhar na segunda ou terceira opções. Hmmm, se calhar também não, na primeira opção na mesma, mas com média mais baixa. Bem, isto para dizer que eu odiava Educação Física. Era uma tortura ir para lá, fazer de conta que praticava desporto. Lembro-me que houve um ano que tinha duas horas às segundas-feiras, logo às 8h ou 8h30, quando começavam as aulas. Isto deve ser pior do que a tortura do sono que a PIDE praticava. Ir para a escola a pé, cerca de meia hora de caminho, com dois sacos pesadíssimos, um com o equipamento e itens para o banho e outro com livros e cadernos, para ter educação física à segunda de manhã, pela fresca. Ninguém merece. Malditos professores que fizeram esse horário! Para vocês verem como eu detestava essa disciplina, ainda hoje em dia tenho o mesmo pesadelo recorrente. Sonho que estou na faculdade mas que lá também tenho de ter educação física. Nããããããooooo! Eu tinha-me livrado disso para sempre! Como é possível?! Depois acordo suada e com o coração a palpitar de ansiedade e vejo que é um sonho e fico mais descansada. Mas depois tenho dificulidade em adormecer. Aquelas aulas traumatizaram-me mesmo. Especialmente as de ginástica. Por favor, eu sei lá fazer o pino ou saltar cavaletes. Eu gostava de Matemática e de Inglês. Não gostava de ir fazer figura de ursa para aulas de ginástica ou futebol. Lembro-me que até jogava mais ou menos bem andebol e marcava alguns golos, mas pufavô, ninguém merece. Eu era uma espécie de geek de 11 ou 12 anos. Odiava essa coisas todas alternativas, educação visual - venho para a escola aprender a fazer desenhos?? Isso faço em casa! -, trabalhos manuais - bordar?? a minha mãe ensina-me isso se eu quiser, e melhor! -, e desporto - eu ando de bicicleta com os meus amigos no meu tempo livre, esqueçam lá isso do basquetebol.

#712

Ainda ontem estive numa festa de jantar em que estavam pessoas muito simpáticas, imensa gente, a comida era muito boa, tudo muito bom, e não havia ninguém que falasse de um livro, de um quadro, do futuro a um nível superior. As pessoas contam as suas histórias pequeninas, do dia-a-dia, e nisso se completam, não tem mais ânsia do que essa.

Excerto da entrevista de Artur do Cruzeiro Seixas ao Observador

terça-feira, 25 de outubro de 2016

#711

PS quer subsídio para senhorios pobres com contratos de rendas antigas

Nem sei se ria se chore. Primeiro, não deixam os senhorios aumentarem as rendas para valores justos. Não é altos, é justos. Mas depois lembram-se de dar subsídios aos senhorios para os compensar. Isto só fará sentido na cabeça destes socialistas de meia tigela. Eu cá acho que estão todos dementes.

#710

Ontem estava desanimada e triste, se calhar por ser segunda-feira. Então fui ao outlet e comprei umas Skechers. Desta vez comprei umas pretas, só tinha umas com uns cordões coloridos mas já têm muitos anos e estão gastas, uso mais por casa ou saídas menos importantes, como ir às compras ou deitar o lixo ao contentor. Assim fico com umas pretas para sair. Gostam?



segunda-feira, 24 de outubro de 2016

#709

Adoro gatos Hitler <3











#708

Alguém se lembra do catálogo da D-Mail que entregavam nas caixas do correio, diria nos anos 90 talvez, late 90s? Boas risadas que dei à custa desse catálogo, era diversão na certa. Normalmente até o guardava na casa de banho para me ajudar a matar momentos mortos, quando já sabia os rótulos do shampoo e gel de banho de cor. Vendiam inutilidades super engraçadas, mas eu nunca comprei nada. Eram televendas por correio basicamente, mas melhor do que as da televisão porque nao tínhamos de esperar pelas 4h da manhã para ver. Fui procurar e vai-se a ver e ainda existem, mas chamam-se DMais agora. Aliás, têm até uma loja física que, não desfazendo, não entendo como vende. Vou lá espreitar para ver que engenhocas inventaram entretanto. Mas eu gostava mesmo era de receber o catálogo de novo!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

#707


#706


Já falei aqui muitas vezes de problemáticas de cabelos e cabeleireiros, mas parece que eu estou fadada para estas peripécias. Pelo menos tenho sempre histórias divertidas para contar, não é? O que foi desta vez? Mais uma vez fui a um cabeleireiro, com um pedido simples, e mais uma vez saí de lá com vontade de lhes espetar as tesouras nos olhos. Não fui ao barato, fui a um cabeleireiro que já tinha ido uma vez e que até tinha corrido bem e do qual tinha boas referências de colegas. O meu pedido era bastante simples, não mexer à frente e cortar atrás só. Parece simples, não parece? Errado. Saí de lá com o cabelo super mais curto à frente, a diferença para trás é praticamene imperceptível e ainda trouxe a franja torta e tive de acertar em casa. Quando falei depois com as colegas que mo tinham recomendado, elas confessaram que não gostavam do gay que corta o cabelo mas sim da rapariga. Ok, então foi esse o meu erro, ter sido atendida pelo gay e não pela rapariga. Certo. Foi só azar então. Resumindo, tenho um penteado que não queria, cabelo incerto e tristeza infinita por cair nos mesmo erros sempre. Para além do ódio a todos os cabeleireiros do mundo que são burros que nem portas e não conseguem executar um simples pedido na sua área de especialidade.
Mas tenho também um plano. Tirar um curso de cabeleireiro, abrir um salão e cortar o cabelo como as pessoas pedem exactamente. Para saírem de lá felizes e a quererem voltar. Tenho imensas ideias para nomes para o salão: 'como você pediu', 'trabalho bem feito', 'cortamos o cabelo bem', 'exactamente o que queria'. Acho que dá para entender a ideia.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

#705

Não sei se é engano ou se é opção, mas o Cafe Society do Woody Allen que estreou ontem está apenas em duas salas na área do Porto, nos cinemas NOS. Em duas salas, de seis que eles têm. Não dá para entender. Filmezitos de caca que estão sempre a sair estão em exibição em quase todas as salas, mas um filme do Woody Allen, especialmente agora que parece que ele recuperou da sua insanidade mental, está só em duas salas, e secundárias, nem está nos shoppings mais populares. Não entendo mesmo, até porque o Woody Allen é mainstream há muito tempo, de certeza que muita gente vai querer ver.