quarta-feira, 21 de setembro de 2016

#665

É curioso como na maioria das empresas quando se fala de férias parece que estamos a pedir para nos emprestarem um milhão de euros. É sempre muito difícil tirar férias, quer seja no verão ou no inverno, quer todas as outras pessoas estejam a trabalhar ou de férias, todos os chefes torcem o nariz à palavra férias. Chateia-me um bocado esta atitude, porque férias são um direito e um dever (é obrigatório tirar férias por lei, não se pode prescindir delas) que os funcionários têm e não lhes estão a fazer favor nenhum. Os funcionários têm férias porque já trabalharam o tempo suficiente para ter as ditas férias. Vamos deixar-nos de dramas. Como já se sabe, ninguém é imprescindível, nem no caso de se irem embora de vez, por isso penso que poderão aguentar uma ou duas semanas sem um funcionário. Vamos deixar de dramatizar, são só férias.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

#664

Dúvida da semana: o Pedro Chagas Freitas é uma espécie de Nicholas Sparks português?

#663

Tenho saudades de ir ao cinema. Já não vou há meses e mesmo assim agora vou lá esporadicamente, não vou com a periodicidade que ia há dois ou três anos atrás, especialmente porque o meu horário de trabalho agora não me permite usufruir daquela sessão do final da tarde que é a minha favorita. Vou aproveitar o fim de semana par ir ver uns filmes, se conseguir. Don't Breathe, que anda nas bocas do mundo, Mechanic: Ressurection, um guilty pleasure meu que adoro o Jason Statham (acho que é por ser um bad boy com sotaque britânico), e o Suicide Squad, um dos flops do ano mas que tenho de ir ver para depois poder falar mal. Aguardo ansiosa o Café Society, mais um do Woody Allen que vai ser igual aos outros todos e que não vou gostar mas que também tenho de ir ver (se bem que os últimos têm melhorado um pouco) e o novo do Pedro Almodóvar, um dos meus realizadores preferidos, adooooooro os filmes dele.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

#662

Ainda alguém usa leitores de MP3, para além de mim? Mais um aparelho obsoleto.

#661

E agora para algo completamente diferente:


Eu não sou especial fã de vídeos, no geral, mas tenho de confessar que este foi muito engraçado. Especialmente porque é exactamente o que a minha cadela faria. Aliás, a minha provavelmente nunca chegaria ao fim, só se eu a arrastasse.
Adoro o ar dele no final, assim a olhar para trás com ar de quem sente que está a perder alguma coisa.

#660

Pessoas de fototipos de pele III e superiores (ou seja, resto do mundo) que chateiam constantemente pessoas de fototipos de pele I e II (eu) por irmos de férias e não ficarmos morenos: não querem ir, sei lá, ao Iraque, ver se eu estou lá e deixar de me chatear? Se calhar, isso de ficar moreno não é assim tão importante. Se calhar era mais importante que fossem boas pessoas, que fizessem bem o vosso trabalho, que fossem bons progenitores, que fossem amigos dos animais, que ajudassem o próximo, que limpassem a vossa casa... Sei lá, podia ficar aqui o dia todo a enumerar coisas mais importantes do que ficar moreno. Simplesmente nós, pessoas de pele clara, não ficamos muito morenos. Até porque temos cuidados extra com o sol e não apanhamos sol a horas perigosas e pomos sempre protector solar FPS50 para não ficarmos queimados e para não parecermos 60 quando tivermos 45 por causa da pele envelhecida. Consigo viver bem com isto tudo e com o facto de ficar pouco morena, ok? Agora parem de chatear!


PS: post publicado com um pouco de atraso, estava nos rascunhos há algum tempo esquecido, mas no fundo é actual porque há sempre gente a voltar de férias, ainda que não seja eu.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

#659


#658

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/quimicos-proibidos-em-sabonetes-antibacterianos-sao-vendidos-na-europa




Não sei se esta notícia se aplica apenas a sabonetes sólidos ou se se aplica a todos os tipos de sabonete. De qualquer forma, eu não uso sabonetes sólidos há cerca de um ano, desde que li um estudo que dizia que acumulavam muitas bactérias. Deitei os sabonetes sólidos todos ao lixo e agora só uso sabonetes líquidos. Sou um bocado obcecada com problemáticas de bactérias e micróbios. Se soubessem o nojo que tenho de ir aos multibancos e usar aqueles teclados cheios de dedadas de pessoas... No inverno é fantástico, porque vou de luvas e não tenho de tocar lá com os meus dedos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

#657

Tenho um anúncio no OLX que até agora teve zero mensagens de contacto. Recebi um daqueles emails para sugerir que eu pagasse para pôr o anúnio no top porque assim teria 4 vezes mais contactos do que os que tive. Ora bem, 4 x 0 = 0, por isso não me parece que valha a pena.

#656

Quase todos os dias quando vou a caminho do trabalho passam por mim carrinhas de uma empresa de entrega de mercadorias com uma condução agressiva. Colam-se aos carrros, ultrapassagens perigosas, excesso de velocidade, isso tudo. E não é sempre a mesma, porque eu vejo as matrículas. Semana passada quando vinha para o trabalho de manhã passei por um acidente e quem é que estava lá? Uma dessas carrinhas, que tinha batido no carro da frente. Nada de grave, aliás, nem vi nada amolgado, mas para estarem parados alguma coisa devia ser. Quanto mais não seja, foi um transtorno. Apetecia-me ter aberto o vidro e ter dito ao tipo 'pois, devias ter mais cuidado', mas fiquei só a rir-me por dentro.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

#655

Choca-me como as pessas conseguem fazer juízos de valor quando se fala de maternidade. Assunto que desconheço e que gera bastante polémica, mas no entanto não me vou abster de comentar. No outro dia, colegas minhas falavam de amamentação e, claro, falou-se de mulheres que não querem amamentar, por escolha. Uma escolha como qualquer outra, para mim. Para mim, porque para elas essas pessoas eram más mães, egoístas, etc., you name it. E eu fiquei calada, porque percebi que não se pode argumentar. Choca-me como se acham no direito de julgar pessoas que não conhecem só porque essas não querem amamentar. Estamos no séc. XXI, amamentar ou não é uma escolha de cada um e ninguém tem nada a ver com isso. Ninguém pense que é melhor porque o fez. Os vossos filhos não vão ser mais inteligentes, mais bonitos ou mais saudáveis por causa disso. Vão ser exactamente iguais aos outros. Vão só ter mães mais fundamentalistas.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

#654

Quando estou chateada no trabalho, a minha terapia é corrigir coisas no meu caderno. Pego na minha fita correctora e corrijo tudo o que esteja riscado e passo por cima a limpo. É fácil, barato e consigo uns momentos de paz.

#653


Adoro vestidos com bolsos.

#652

Apercebi-me há dias que carrego o mundo nos meus ombros. Literalmente, a minha mala pesa vários kgs e eu carrego-a todos os dias. Claro que já me tinha apercebido há mais tempo. Até porque quando pouso a mala no banco do passageiro do meu carro aquilo apita como se estivesse lá alguém sentado, por isso não era propriamente leve. Mas agora decidi tomar medidas. Primeiro, ver bem todos os bens que costumo carregar comigo e se são mesmo precisos. É verdade que na realidade só uso cerca de 20% do conteúdo da mala, mas e se precisar? Se precisar, tenho as coisas no carro ou no trabalho a partir de agora. A segunda medida foi trocar de carteira. Se usar uma carteira grande, vou ter sempre tendência a meter tudo lá para dentro. Agora vou esforçar-me para usar apenas malas pequenas de tiracolo até me habituar a andar com pouca coisa atrás de mim. Até estou a pensar comprar uma mala nova para me animar. E penso mudar também a carteira onde tenho os cartões, porque também é grande e vai ajudar na tendência de carregar coisas que não preciso. Tenho também de comprar uma carteira gira mas mais pequena. Estou empenhada nesta luta de parar de carregar 5 kgs atrás de mim todos os dias, sem necessidade. E vocês, também carregam um mundo de coisas inúteis nos ombros todos os dias?

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

#651

Ideias vencedoras: phones (dos pequenos, de meter nos ouvidos) com fio tipo cabo de telefone, em espiral, para não ficarem sempre todos emaranhados e não perdermos 10 minutos da nossa vida sempre que queremos usá-los. Alguém que fabrique para eu comprar, por favor.