Queria mais uma vez alertar os meus leitores para a situação da alfândega, caso tenham interesse. Ultimamente, desde início deste ano sensivelmente, apanham TUDO o que passa por lá. Enquanto antes eu encomendava artigos de baixo valor da Coreia, China, etc, sem qualquer problema, agora eles apanham tudo o que passa lá, independentemente de parecer barato ou caro. Recebo a cartinha do costume para enviar os documentos com o valor pago pelo artigo e portes discriminados para procederem ao desalfandegamento e depois é um filme para receber os artigos. Um artigo chegou a Portugal em Abril e só o recebi em Julho. Um outro artigo de cosmética, que custou uns fantásticos 9 euros, e que também chegou à alfândega em Abril, foi agora enviado para a Autoridade Tributária para análise. Se calhar passa-lhes pela cabeça que vou pagar taxas absurdas por um creme de 9 euros. E demoraram 4 meses a perceber isso. Até receber o creme às tantas ainda passa do prazo de validade. No início deste mês caí no erro de encomendar mais um creme da Coreia, um creme de 5 euros, com esperança que aquilo fosse só uma fase passageira e que recebesse o creme duas semanas depois, como sempre tinha acontecido. Mais uma vez recebi a cartinha a pedir os documentos. Ainda não sei se o vão desalfandegar.
Resumindo, esqueçam isso de encomendar artigos fora da União Europeia. A alfândega vai apanhar tudo o que encomendarem, têm imenso trabalho a enviar os documentos todos, e depois têm de esperar meses até desalfandegarem um artigo, isto se não tiverem de pagar impostos. A solução agora é pagar um bocado mais e encontrar aqueles vendedores que têm os armazéns na UE, mas que ao menos chegam mais rápido e sem problemas. Pelo lado positivo, estou a ganhar experiência e com mais uns desalfandegamentos posso começar a trabalhar como despachante aduaneiro, que sempre foi o meu sonho.
Originais ou ouvidas por aí.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
#639
Quando morava em casa dos meus pais, tinha uma casa de banho com uma janela e uma clarabóia. Com imeeeeensa luz, portanto, e com ventilação. Desde que mudei para minha casa, nunca me habituei a ter uma casa de banho interior, sem janela. Obriga-me a acender a luz sempre que vou lá, quer seja dia ou noite, e é muito mais difícil ventilar, porque apenas tem a porta para entrar ar. Tenho o tecto sempre cheio de manchas de humidade, é preciso estar sempre a limpá-lo, apesar de ter um daqueles ventiladores que puxam o ar mas que parece-me a mim que não faz nada. Ora há algum tempo fui a casa de uma amiga, uma casa antiga, e vi que ela também tinha uma casa de banho interior, mas com uma janela interior, para o quarto, que por sua vez tinha luz natural. Eu achei aquilo uma grande ideia e desde então comecei a obcecar quer queria uma janela interior para a minha casa de banho também, no meu caso virada para a sala. E entretanto abri a janela e está muito melhor. Já não tenho de acender a luz todas as vezes que lá vou. De dia praticamente nunca é preciso, à noite se a luz da sala estiver acesa também não é preciso. E espero que o tecto da casa de banho também comece a ganhar menos humidade, porque vai entrar mais ar e sair mais facilmente o vapor do banho. E melhor de tudo, já me sinto menos claustrofóbica lá dentro.
#638
Os ricos só casam mesmo com outros ricos, para não espalharem a fortuna (pelos pobres, entenda-se).
terça-feira, 30 de agosto de 2016
#636
Para não vos maçar com as fotos dos mesmos gatos sempre, apresento-vos o novo hóspede (temporário) lá de casa. Está muito magrinho e com algumas mazelas, mas espero que recupere rapidamente e arranje uma família que o trate bem.
#635
Será que há alguém para além de mim que ainda compra/usa relógios despertadores? Eu não costumo usar nem o rádio nem o alarme, mas preciso muito de ter horas sempre disponíveis. Assim se acordar a meio da noite basta abrir os olhos e ver que horas são. Senão teria de mexer o braço, ligar o telemóvel e e ver as horas e isso iria despertar-me. Este, que é o que tenho agora, tem a vantagem da luminosidade ser regulável em três níveis, então à noite tenho sempre no mais fraco para não perturbar o meu sono.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
#634
http://rr.sapo.pt/noticia/62350/governo_congela_rendas_para_idosos_deficientes_e_lojas_historicas_por_mais_cinco_anos
Claro, é óptimo fazer caridade à custa dos outros. Quem não gosta de ajudar sem que lhe saia nada do bolso? Parvalhões. Se querem que as pessoas tenham habitação a preços irrisórios, construam bairros sociais e o Estado que financie. De outra forma, não têm o direito de obrigar as pessoas a fazer caridade do seu próprio bolso. Não, são os senhorios, que muitas vezes têm uma casa alugada que ainda dá prejuízo, que têm de ser os bonzinhos e ter rendas de 20 ou 30 euros para beneficiar quem não pode. Cambada de filhos da puta.
Claro, é óptimo fazer caridade à custa dos outros. Quem não gosta de ajudar sem que lhe saia nada do bolso? Parvalhões. Se querem que as pessoas tenham habitação a preços irrisórios, construam bairros sociais e o Estado que financie. De outra forma, não têm o direito de obrigar as pessoas a fazer caridade do seu próprio bolso. Não, são os senhorios, que muitas vezes têm uma casa alugada que ainda dá prejuízo, que têm de ser os bonzinhos e ter rendas de 20 ou 30 euros para beneficiar quem não pode. Cambada de filhos da puta.
#633
Não gosto de prefácios de livros. Aborrecem-me sempre. Na maioria das vezes é alguém a dar a sua opinião sobre o autor do livro e/ou sobre o livro. Normalmente esse alguém não me interessa, assim como a sua opinião. Sinto-me sempre culpada quando avanço o prefácio, mas vou deixar de o fazer.
#632
Pêra não é a fruta preferida de ninguém. Nunca vi ninguém a preferir pêra a outra fruta. Normalmente come-se pêra quando não há mais nada para comer, é sempre a última opção. Coitadas das pêras, sempre as preteridas.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
#631
A fúria da estrada: decidi que a partir de agora não tolero mais pessoas que mudam de faixa sem darem pisca. Uma coisa é se não vem ninguém atrás, muda-se de faixa e não se chateia niguém. Se vêm pessoas, elas não adivinham que se quer mudar de faixa e mudar sem dar sinal é perigoso e uma falta de respeito. Especialmente quando as restantes pessoas vêm lançadas. A partir de agora não deixo entrar ninguém à minha frente que não dê sinal, nem que eu já esteja a ver que vão virar. Vou fazer sempre um escândalo se alguém se meter à minha frente sem dar pisca. Vou atrás deles a buzinar até os perder de vista. Que mania, pah!
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
#630
Mais uma das coisas que me chateiam nas séries de Hollywood, normalmente nas comédias, é quando por exemplo duas pessoas querem falar em 'privado' e se afastam dois ou três passos das outras pessoas e falam aí completamente à vontade. Claro, a 3 metros das outras pessoas já ninguém ouve nada do que estamos a dizer... Ou são todos idiotas, ou acham que somos todos idiotas ou os americanos são todos surdos.
#629
Não gosto de saias. Nunca sei com que as combinar. Não ficam bem com camisas, não ficam bem com a maioria das t-shirts que tenho, ficam bem apenas com algumas peças seleccionadas. E quase sempre quando queremos essas peças estão para lavar e os planos saem furados. Prefiro vestidos, com uma peça fazemos logo o outfit completo e não é preciso estar a pensar nas combinações.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
#628
Nõ sou fã de programas de culinária, mas de vez em quando vejo alguns. Só para me babar por causa da comida, porque não faço nada do que vejo lá. De qualquer forma, descobri há pouco tempo o senhor Rudolph, do Rudolph's Bakery ou As Doces Iguarias de Rudolph. Ele é agora o meu cozinheiro preferido. Primeiro, porque gosto do facto de ele não desperdiçar comida. Se virmos outros programas de culinária, normalmente põem os produtos em belas tigelas de vidro para parecer bem na televisão. Depois deitam o que precisam na panela e desperdiçam o restante e isso faz-me confusão. O Rudolph já tem tudo ao certo e não desperdiça nada. E se for preciso, pesa os ingredientes na hora. Para além de não desperdiçar, é muito prático, característica que acho que falta aos outros cozinheiros. E também gosto de o ouvir falar numa língua ininteligível para mim. Acho graça, pronto. Então agora páro sempre que o apanho na tv e fico hipnotizada a vê-lo fazer doces super calóricos e com bom aspecto e que nunca irei fazer.
#627
Carteiras com duas divisões. Quando compro acho sempre genial: 'Ah, perfeito, assim consigo separar as coisas e será muito mais fácil encontrar tudo. De um lado fica o porta-moedas, carteira e as chaves, do outro os lenços, os óculos de sol, baton de cieiro e toalhitas'.
Realidade: 'Fogo, eu não tinha posto as chaves nesta divisão? Onde estão as chaves? Será que as perdi? Não está aqui nada' ou então 'em que divisão é que pus os lenços mesmo?'. E perco o dobro do tempo a procurar qualquer coisa.
Realidade: 'Fogo, eu não tinha posto as chaves nesta divisão? Onde estão as chaves? Será que as perdi? Não está aqui nada' ou então 'em que divisão é que pus os lenços mesmo?'. E perco o dobro do tempo a procurar qualquer coisa.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
#626
Decidi recentemente deixar de ler notícias. Eu faço esta resolução cerca de uma vez por ano quando fico chateada com o mundo e acabo sempre por voltar, mas pronto, é enquanto eu me lembrar. Mas, apesar de não querer ler notícias que me vão irritar e/ou entristecer, gostava de ler notícias boas. Será que os jornais em vez de dividirem as notícias em temas como política, saúde, desporto, etc., não poderiam começar a dividi-las entre boas e más? Assim eu poderia facilmente entrar na secção das notícias boas e ler só coisas que me alegrassem. Quem, por seu lado, tivesse uma predilecção por desgraças, por exemplo, poderia ir directamente para a secção das más. Que tal?
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