Originais ou ouvidas por aí.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
#579
Se eu tivesse tanto dinheiro como chaves sextavadas (também conhecidas como chaves allen, ou, a minha preferida, umbraque), tão cedo não precisava de trabalhar.
#578
Antes eu via nos filmes aquelas carrinhas de raptar pessoas e achava estúpido como as pessoas não percebiam logo que essas carrinhas estão à porta das pessoas a vigiá-las para as raptarem à primeira oportunidade. Têm um ar suspeito que se topa à distância. Se eu tivesse uma carrinha dessas à minha porta, chamava logo a polícia, naturalmente.
Depois fui aos Estados Unidos e vi que há dessas carrinhas em todo o lado e a minha teoria deixou de ser válida.
terça-feira, 19 de julho de 2016
#577
Leitores do Porto: conhecem algum construtor e/ou serralheiro de caixilharia nesta zona que:
1-faça o trabalho bem feito. Nada de serviços à trolha, isso é o que eu já tenho. Quero perfeccionistas.
2-atenda quando lhes ligamos e quando diz que vem a nossa casa num certo dia, vem mesmo.
3-não seja preciso vender um rim para lhe pagar (mas percebo que a qualidade seja cara)
Precisa de verificar as três condições acima em simultâneo. Será que existe?
1-faça o trabalho bem feito. Nada de serviços à trolha, isso é o que eu já tenho. Quero perfeccionistas.
2-atenda quando lhes ligamos e quando diz que vem a nossa casa num certo dia, vem mesmo.
3-não seja preciso vender um rim para lhe pagar (mas percebo que a qualidade seja cara)
Precisa de verificar as três condições acima em simultâneo. Será que existe?
#576
É tão difícil encontrar brincos que não tenham níquel (o material que faz alergias). Alguém conhece lojas onde se vendam brincos de fantasia mas que tenham a certeza que não tenham níquel? Na Parfois não sabem se tem ou não, na Natura acham que têm... Ideias, por favor!
#575
Queria denunciar aqui o lobby do silicone. As fábricas de silicone só fazem tubos grandes de silicione. O que é que acontece normalmente? As pessoas compram um tubo grande, usam um bocado para vedar um lavatório na casa de banho, o lava loiças na cozinha, etc., guardam o tubo e quando querem usar mais tarde já está tudo seco e têm de comprar um tubo novo. Devia haver tubos de silicone mais pequenos à venda, com quantidades que as pessoas gastassem na totalidade, sem desperdício de produto e de dinheiro.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
#574
Havia uma rapariga que eu conhecia na faculdade. Falámos poucas vezes, cruzávamo-nos muitas. Noutro dia, por acaso lembrei-me dela e associei-a imediatamente a passar a ferro. Gostava de me lembrar que tipo de conversas tivemos para eu a associar a um ferro de engomar...
#572
Hospitais públicos vs hospitais privados.
Não tenho (tinha?) muito mal a dizer de hospitais públicos. Felizmente nunca tiver de recorrer muito a eles. Há muitos anos que não ia a nenhum e fui lá uma vez recentemente. Fui atendida num tempo razoável. Fora a parte de estar a soro lá num corredor, sentada numa qualquer cadeira de plástico desconfortável, meia esquecida, percebo que não possam pôr todas as pessoas em salinhas, em sofás confortáveis e reclináveis. Até aqui, nada contra.
Fui uns dias depois a um hospital privado onde tive todas essas comodidades, mas como disse, não me choca. No hospital público não paguei nada, porque fui lá recomendada pelo centro de saúde, e no hospital privado paguei bem todos esses luxos. Tudo ok aqui.
O que me chateia é que no hospital público deram-me soro e uns analgésicos e mandaram-me para casa. No hospital privado, para além disso, fizeram exames. Vários exames na hora. Que não foram suficientes. E mandaram fazer exames mais profundos. E descobriram que eu tenho uma doença crónica.
É verdade que paguei todos esses exames, mas pelo menos descobriram a razão do problema. E a tempo. Se estivesse à espera do público, se calhar descobria só daqui a alguns ou muitos anos e já num estado grave.
Uns dias depois disto acontecer, vi a notícia daquela rapariga que foi 11 vezes ao hospital em dois anos e morreu com um tumor enorme na cabeça, porque ninguém lhe fez a porcaria de um TAC. Foda-se, um TAC podia tê-la salvo. E aí fiquei revoltada. Porque foi com ela e podia ser comigo também, se eu não tivesse dinheiro para ir ao privado e fazer exames à minha conta. E se calhar é com muito mais gente. Gostaria de saber se dão instruções aos médicos para pouparem nos exames, porque não há dinheiro para os fazer. Podiam pelo menos dar a opção às pessoas de fazer os exames e pagarem um pouco mais. Se calhar essa moça não se importaria de ter pago um TAC para saber o que tinha. Se o médico que me atendeu a primeira vez me desse a opção de fazer logo ali um exame para descobrir a causa do problema, mesmo pagando, eu fazia. Evitava ir a outro hospital e adiar mais o problema. É uma pena que hoje em dia seja preciso pagar bem para sermos bem tratados.
Não tenho (tinha?) muito mal a dizer de hospitais públicos. Felizmente nunca tiver de recorrer muito a eles. Há muitos anos que não ia a nenhum e fui lá uma vez recentemente. Fui atendida num tempo razoável. Fora a parte de estar a soro lá num corredor, sentada numa qualquer cadeira de plástico desconfortável, meia esquecida, percebo que não possam pôr todas as pessoas em salinhas, em sofás confortáveis e reclináveis. Até aqui, nada contra.
Fui uns dias depois a um hospital privado onde tive todas essas comodidades, mas como disse, não me choca. No hospital público não paguei nada, porque fui lá recomendada pelo centro de saúde, e no hospital privado paguei bem todos esses luxos. Tudo ok aqui.
O que me chateia é que no hospital público deram-me soro e uns analgésicos e mandaram-me para casa. No hospital privado, para além disso, fizeram exames. Vários exames na hora. Que não foram suficientes. E mandaram fazer exames mais profundos. E descobriram que eu tenho uma doença crónica.
É verdade que paguei todos esses exames, mas pelo menos descobriram a razão do problema. E a tempo. Se estivesse à espera do público, se calhar descobria só daqui a alguns ou muitos anos e já num estado grave.
Uns dias depois disto acontecer, vi a notícia daquela rapariga que foi 11 vezes ao hospital em dois anos e morreu com um tumor enorme na cabeça, porque ninguém lhe fez a porcaria de um TAC. Foda-se, um TAC podia tê-la salvo. E aí fiquei revoltada. Porque foi com ela e podia ser comigo também, se eu não tivesse dinheiro para ir ao privado e fazer exames à minha conta. E se calhar é com muito mais gente. Gostaria de saber se dão instruções aos médicos para pouparem nos exames, porque não há dinheiro para os fazer. Podiam pelo menos dar a opção às pessoas de fazer os exames e pagarem um pouco mais. Se calhar essa moça não se importaria de ter pago um TAC para saber o que tinha. Se o médico que me atendeu a primeira vez me desse a opção de fazer logo ali um exame para descobrir a causa do problema, mesmo pagando, eu fazia. Evitava ir a outro hospital e adiar mais o problema. É uma pena que hoje em dia seja preciso pagar bem para sermos bem tratados.
sexta-feira, 15 de julho de 2016
#571
Lições para a vida: se tiverem duas semanas de férias em hotéis diferentes, sendo um deles bom e o outro mau, escolham sempre o melhor para o fim. Nada que as pessoas não saibam já, acho eu, mas vale a pena recordar para o caso de se esquecerem como eu e terem uma semana de trampa numa espelunca.
Idealmente, não ficar em nenhum hotel mau.
#570
Dúvida da semana: quando uma mulher diz que está enjoada e/ou que vomitou e mandam a boquinha de ela estar grávida, isso é:
1. machismo
2. estupidez
3. burrice
4. criancice
Pode ser resposta múltipla.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
#569
Quem não gostou muito que Portugal tenha ganho o Euro foi a minha cadela, coitada, debaixo da mesa cheia de medo dos foguetes e dos carros a buzinar e das pessoas aos berros à volta da minha casa.
#567
Uma pessoa anda semanas, meses a pensar como seria bom fazer home office. Depois ficamos doentes e temos de fazer home office durante uns dias e afinal vai-se a ver e é uma seca ficar em casa o dia todo e ainda trabalhamos mais do que se estivessemos no escritório porque não fazemos tantas pausas. Bah.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
#566
Nestas férias levei uma dose tão grande de Euro e da música oficial que esteve sempre a dar, praticamente 24 horas por dia, todos os dias da semana, por culpa do hotel manhoso que só tinha 4 canais e o F. querer sempre ver os programas do Euro, que vou odiar essa música horrível para sempre!
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