segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

#372

Estive muito tempo a pensar se fazia um post sobre o Leonardo DiCaprio e os Oscares. Todas as piadas sobre esse assunto já foram feitas. Eu não gosto especialmente dele, preferia que não tivesse ganho para continuar a sofrer. Mas também não é nada que me afecte, não me traz tristeza ou felicidade. Nem sequer vi o filme dele, não sei se merecia ou não (anyway, para mim, não mereceria nunca). Aliás, nem vi nenhum dos filmes vencedores, excepto o Mad Max que ganhou naquelas categorias que ninguém quer saber. Agora vou só ver os vestidos e está feito. Voltem sempre.

#371



#370

Tenho vindo a descobrir que há imensas pessoas que têm nogócios online paralelos à sua actividade principal. Lojas de roupa, de acessórios, de artesanato. Também quero ter um negócio online e ser rica! Preciso de uma ideia vencedora.

#369

É tão difícil cancelar newsletters. Se algumas funcionam logo à primeira e nunca mais nos contactam de facto, outras é preciso ir ao link e praticamente fazer um desenho para perceberem que queremos mesmo cancelar. Outros emails nem sequer trazem link directo para cancelar, temos de entrar nos sites, fazer login, etc, procedimentos morosos para as pessoas desistirem a meio, portanto. Outras não trazem nada, ficamos simplesmente condenados a recebê-las para sempre.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

#368

Falando em sushi, aqui há uns tempos encomendamos o buffet empresarial da 'Sushi em tua casa?'. Queria só dizer que o peixe quase não estava lá. Vi muito ananás e algas secas, mas peixe muito pouco. Rolinhos minúsculos, e pouca comida, caro demais para a quantidade e qualidade. A não repetir. Muito fraquinho.

#367

Quando vou aos buffets de sushi sinto-me o Homer Simpson. Comer, comer e comer. Ontem o senhor que estava a servir às mesas perguntou 'já está?' quando lhe pareceu que eu tinha acabado, depois de eu ter ido encher o prato umas 7 vezes. Não percebi bem se estava a ser simpático e só queria levantar a mesa ou se estava a gozar comigo.

#366

Estava a almoçar e no restaurante estava a dar o Jornal da Uma. Desde quando é que apresentam o telejornal de pé? Os pivots já não estão sentados naquelas mesas na redacção enquanto acontecem coisas engraçadas atrás deles?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

#365

Áustria defende que Portugal receba refugiados diretamente da Grécia
Depois de António Costa se ter oferecido para aliviar a pressão migratória em alguns países, Viena responde que será melhor Portugal trabalhar diretamente com os centros de registo.


'Deixem-me ser vosso amigo. Olhem, olhem, eu posso ajudar-vos. Eu ajudo-vos e vocês deixam-me ser vosso amigo'. António Costa aos saltinhos a querer jantar na mesa dos adultos e os adultos a ignorarem-no e remetê-lo para a sua insignificância. De rir.

#364


Uma pessoa sente o universo a funcionar quando está horas numa fila de trânsito, a andar 2 metros de cada vez, mas quando chega ao local do acidente estão lá 3+ carros, com danos consideráveis. No fundo, desperdiçamos ali tempo infinito mas sentimos que é justificado.
Agora quando estamos em filas intermináveis e depois vemos só dois carros, sem nada estragado, e que ficam ali para sempre a atrasar a vida das outras pessoas, aí espero que cheguem ao trabalho e levem um ralhão do chefe e ainda lhes dê um acesso de cocó agudo. Se bateram e não foi nada, têm mais é que se mexer e sair do meio da rua para desimpedir o trânsito rapidamente.

#363

Ontem fui ao multibanco fazer operações. Ia fazer uma transferência e levantar dinheiro. Mal comecei a teclar o código, apareceu um senhor atrás de mim. Fiz a transferência, mas no último ecrã apercebi-me que me enganara no valor e já não dava para corrigir, por isso anulei. Como pessoa razoável que sou, e visto que iria ainda fazer as duas operações, perguntei ao senhor 'é rápido?´ ao que ele respondeu 'acho que sim, é só para carregar o telemóvel' e eu deixei-o passar, para ele não estar ali à minha espera e eu até tinha tempo. O senhor carrega o telemóvel e a seguir diz-me que vai só ver o saldo do cartão. Foda-se, as pessoas abusam mesmo da boa fé dos outros! Aquele 'acho que sim' devia ter-me posto logo em alerta. Ou é rápido ou não é, não se acha que sim. E sendo um senhor de meia idade também devia ter calculado que ia ver o saldo ou tirar uma consulta de movimentos a seguir, fazem sempre isso.
E pronto, estragou-me para sempre. Agora nunca mais deixo ninguém passar à minha frente, nem que tenha as contas todas para pagar ainda.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

#362

Que bom que é ser funcionário público de novo, não é?

#361

Apesar do tom aparentemente jocoso, estou a falar a sério: será que existe algum grupo de apoio para as pessoas viciadas em compras em Portugal? Tenho a certeza que isso existe nos Estados Unidos, mas aqui neste país pobre e subdesenvolvido não deve existir. Pergunto isto porque eu acho que gostaria de participar em algumas sessões.
Como a maioria das mulheres, eu também vejo coisas nas lojas e quero comprar. E em muitos casos é justificado. Compro umas botas porque só tenho 1 par, ou compro umas calças de ganga porque um par que tenho está a ficar velho e precisa de reforma. E vivo bem com isso.
Mas acho que cheguei a um ponto em que às vezes só compro mesmo por comprar e/ou porque gosto muito e não consigo resistir.
Na maioria dos fins de semana, quando estou aborrecida em casa, tenho de ir à Primark comprar uma porcaria qualquer de 2 ou 3 euros para me animar. Porcaria mesmo, nunca é nada que eu precise. Vou lá e escolho qualquer coisa para ficar contente, como uma criança com um rebuçado.
Antes era viciada em cremes e em casacos. Comprava sempre. Mas consegui curar-me. Agora só tenho os cremes que preciso e eventualmente mais um de cada, igual, em stock, para quando os que estão a ser usados acabarem. Os casacos já ocupam todo um armário pequeno e já tenho basicamente tudo o que queria. Mesmo que quisesse mais, não teria onde os pôr, por isso consegui parar com isso. E quando os comprava não me sentia culpada, porque comprava sempre algo de outro género do que o que tinha.
Agora, eu que nunca fui viciada em sapatos, estou a obcecar com isso. Esta estação comprei já 3 pares de botas, 1 par de sapatos e 2 pares de sapatilhas. E se realmente eu precisava de botas porque só tinha um par, sapatilhas não me fazem falta, tenho imensas. Sapatos também tenho suficientes.
Outra coisa que tenho comprado é carteiras, quando a secção de carteiras do meu armário já há muito está lotada. Tento enganar-me a mim própria e dizer que agora estou a investir em carteiras melhores, que me vão durar uma vida, mas quer dizer, as que eu tenho já me iriam durar uma vida, de tantas. Não viverei provavelmente tantos anos quantos os necessários para usar as carteiras que tenho até serem velhas e parecer mal andar com elas.
E sinto-me culpada por isto, coisa que nunca aconteceu antes. Também já comecei a usar aquela regra de sempre que compro algo novo, dou alguma coisa que tenha lá em casa. Mas isso não me demove. Aliás, até me dá jeito, poque assim liberto espaço com coisas que não uso e posso comprar mais coisas novas.
Ontem cheguei a casa com umas sapatilhas e uma carteira novas e, com os remorsos, mandei um email para me inscrever no próximo Flea Market, para ao menos me livrar de alguma da tralha que tenho em casa.
Se eu ainda fosse como as bloggers que mostram looks no blog e depois as marcas dão-lhes coisas, valia a pena. No entanto, o meu estilo casual/descontraído/não-quero-saber não me permite rentabilizar sequer as compras que faço. Vou estudar a possibilidade de pôr aqui fotos com visuais do dia-a-dia e ver se as minhas 20 visitas diárias são apelativas para as marcas me oferecerem parcerias. De certeza que nem toda a gente aprecia o estilo trendy. Sabe-se lá se não lanço uma nova tendência até.
Estou também a estudar algumas soluções para me conter.
Primeiro, e a mais importante, não ir a lojas. Evitar. O que os olhos não vêem, o coração não sente.
Depois vou cancelar a minha subscrição de todas as lojas que me mandam publicidade, descontos, promoções, etc. É melhor não saber de nada.
E estou também a pensar deixar o cartão em casa. Essa hipótese não me agrada muito, porque eu julgo sempre que pode acontecer um imprevisto e posso precisar de dinheiro. Mas por exemplo, andar sempre com uma nota de 50 euros na carteira, para uma eventualidade, mas tentar nunca a trocar. Estar só lá por estar. E depois trazer o dinheiro contado para o almoço ou trazer só o cartão da alimentação que só dá para comer.
E não ir aos sites das lojas quando estou aborrecida. Muito importante também. Se estiver aborrecida em casa, ler um livro. Ultimamente tenho visto imensa coisa online e como tenho dinheiro no paypal, compro logo. Outra medida: não carregar o paypal quando o dinheiro acabar.
Sinto-me uma criminosa. Se calhar nem era para tanto, por uns pares de sapatos e umas carteiras. E umas velas e uns cachecóis. E uns aquecedores de orelhas e umas almofadas. E umas capas de telemóvel e uns cds. Ok, acho que tenho um problema.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

#360


Depiois de ler uma notícia sobre poupanças em bancos e de ter visto nos sites online dos bancos que realmente as taxas de juro hoje em dia são uma miséria, a pergunta que se impõe é: o que fazer ao dinheiro?
Deixá-lo num banco, num depósito a prazo com rendimento próximo do zero é arriscado. Para além de não termos praticamente rendimento nenhum, nunca se sabe que banco vai falir a seguir e pode perfeitamente ser o nosso e ficarmos sem o nosso dinheiro que tanto nos custou a juntar.
Mantê-lo em casa também é muito arriscado. O lucro é zero e ainda há o risco muito grande de nos assaltarem a casa e levarem tudo.
Depois há, ou havia, outros tipos de investimento, tipo o mercado imobiliário e barras de ouro, mas isso é para quem tem muito dinheiro, não para pobres como eu.
Quem tem poupanças de valor mais baixo que não dão para fazer grandes investimentos, hoje em diapõe o dinheiro onde? Já nem falo tanto da rentabilidade, mas do risco de perdermos tudo por causa falências inesperadas ou golpes de idiotas ricos e poderosos que depois saem impunes.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

#359


#358

Noutro dia passou por mim um camião do lixo com publicidade a uma feira de artesanato. Será que nos estão a enviar alguma mensagem subliminar? Just saying.