segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

#357

Acho que finalmente fez-se luz no meu cérebro e percebi porque nunca podemos gostar sem reservas do nosso chefe, por mais boa pessoa que seja.
O que acvntece é que os chefes são chefes mas antes disso são pessoas. E como pessoas, têm defeitos. E sendo chefes, têm mais potencialidade de maximixar esses defeitos, que eventualmente não se notam tanto nas outras pessoas que são só nossas colegas. Por exemplo, se um colega nosso é resmungão, ele pode resmungar mas ninguém o leva muito em conta. O nosso chefe, sendo resmungão, tem poder para levar a resmungice mais longe e chatear mais as pessoas. Ou seja, por mais fixe que um chefe seja, vai ser ter defeitos e estes vão ser exacerbados pelo facto de ser chefe. Só poderá será um bom chefe se a sua gestão for realmente má.
Isso lembra-me um exemplo que uma colega minha me deu de uma empresa onde trabalhou. Era uma empresa muito conhecida danossa praça e que teve um grande crescimetno e ela disse que adorava trabalhar lá. E que a empresa era espectacular precisamente porque era mal gerida e era tudo à grande. Instalações modernas, condiações espectaculares, tinham comida à disposição, tinham tudo. Claro está que a empresa entretanto despediu grande parte dos seus trabalhadores e está agora muito perto da falência.
Com os chefes é igual. Se forem demasiado fixes, é porque estão a ser demasiado bonzinhos e eventualmente isso vai acabar mal, ou para os funcionários ou para eles.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

#356

Sempre que há notícias destas como as duas crianças que se perderam no mar, e há buscas para as recuperar, de alguma forma o meu cérebro não processa a parte da morte. Também é verdade que não mencionam isso nas notícias, mas está subentendido. Mas eu leio notícias como 'prosseguem as buscas para encontrar pescador' e afins e, sem pensar, julgo sempre que o vão encontrar vivo. É óbvio que isso, não sendo impossível, é altamente improvável. Também é verdade que as notícias não falam de morte, falam de pessoas desaparecidas. E eu por momentos acho que ainda vão encontrar as pessoas. Só quando penso a sério no assunto é que me apercebo de que já morreram, só estão à espera de encontar o corpo para o anunciar.

#355

Sempre que recorro ao helpdesk e me fazem assitência remota, fico sempre com a sensação de que está magia a acontecer. O rato a mexer-se sozinho, os programas a abrirem... É mágico mesmo.

#354


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

#353

http://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/538052/faca-o-que-fizer-hoje-nao-va-ao-ikea?


Um psicólogo especialista em relações diz que os casais discutem sempre que vão ao IKEA e quando estão a montar os móveis.
Eu, sem ser psicóloga, adianto já que o mesmo acontece na altura das limpezas. Se é para limpar, vai haver discussão na certa. E a fazer a cama de lavado.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

#352

Qual é o limite da doença para decidirmos que não podemos continuar a trabalhar e que temos de ir para casa? Como sei quando posso ficar em casa sem sentimento de culpa?

#351

Adoro o cheiro dos gatinhos. Às vezes pego no meu gato, encosto o nariz ao pêlo dele e inalo profundamente. Dito assim, isto parece um bocado freak. Não é, é só cheiro a gatinho.

#350

Odeio telemóveis. Odeio telemóveis. Odeio telemóveis.

#349

Segunda dúvida da semana, mas ainda assim muito pertinente: os Clio/Mégane são os novos Ibiza/Leon? Tenho visto por aí bastantes azeiteiros/gunas/potenciais-pilotos-apenas-na-cabeça-deles com estes carros ultimamente.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

#348

Eu percebo que os médicos não gostem de utentes armados em espertos e que sabem mais do que eles. Eles é que tiraram o curso de medicina afinal. E no fundo eles é que ganham (rios de) dinheiro para estarem lá a aconselharem-nos, por isso têm mais é que fazer o seu trabalho. Mas se eu peço a um médico para não me receitar um medicamento que eu já usei algumas vezes e que sei que não vai funcionar em mim, acho que me devia ouvir. Ele tem experiência como médico, eu tenho como utilizadora daquele medicamento no passado. E sei que não funciona e é só estar a adiar o problema e pagar mais uma consulta quando me estiver a sentir mal de novo porque este antiobiótico que me receitou não fez efeito. Custa muito receitar-me outro? Outro qualquer, não vou especificar, um qualquer sem ser o que me deu.

#347

Facturas facturas facturas. Não se esqueçam, é hoje o último dia. Nada de terem pena desses comerciantes que não submeteram a factura para ficarem com o dinheirinho. Eu já tinha tudo pronto mas lembrei-me de uma coisa que afinal ainda falta e tenho de ir ao site ver hoje. Mas tenho a sensação de que vão estar milhares de pessoas a tentar aceder ao site e vai bloquear tudo.


Update: afinal já não está a ser possível validar as facturas. Estão a tentar resolver o problema mas mesmo que não resolvam o prazo mantém-se hoje. There.

#346

Dúvida da semana: o que é feito dos metaleiros dos anos 90?

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

#345


Estive a pensar na quantidade de professores que conheço e é realmente grande.
Visto que o meu curso se trifurcava a certa altura e uma das opções era seguir o ramo educacional, naturalmente que muitas das pessoas que conheço da faculdade sejam professores. Mas mesmo que eu exclua todas as pessoas da faculdade, ainda assim conheço muitos professores.
Em nenhuma outra profissão vejo tanta gente como na dos professores. Conheço 4 enfermeiros, 5 ou 6 que trabalham na área da contabilidade, 1 bancário, 2 pessoas de RH, 3 ou 4 engenheiros, 1 gestor de ecommerce, 2 ou 3 pessoas que trabalham em lojas, etc. Agora professores conheço montes. Professores de tudo. Educação física, inglês, educação visual, informática, matemática.
É claro que tem de haver mais desemprego, se toda a gente quer ser professor e não se distribui pelas outras profissões. E grande parte dos professores que conheço estão também em situação precária, a dar aulas 4h ou 5h por semana, ou em centros de estudos e coisas assim.
O que me leva a perguntar por que tanta gente quer enveredar por essa profissão e, pior, por que querem continuar nessa profissão mesmo nessas condições miseráveis. Assim de repente, não me lembro de um única dessas pessoas que diga bem do que faz.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

#344


Para fechar esta série da gestão típica portuguesa, vou terminar com um caso muito específico, e isto penso e espero que não aconteça em muitos sítios, mas como pude comprovar pelos testemunhos ainda acontece. As pessoas no final do dia têm de ir pedir licença ao Sr. Engenheiro para irem embora. Se ele estiver ocupado, têm de esperar até ele terminar e só depois podem ir. E isto pode acontecer às 19h, às 20h, às 21h... quando lhe apetecer basicamente.

#343

Gosto de ver as mulheres a chorarem nos filmes e imagino que devia ser mesmo assim. Derramam as suas lágrimas mas ficam impecáveis. Não ficam com o nariz vermelho, não ficam com olhos vermelhos e inchados, a maquilhagem nunca esborrata. Na vida real é tudo muito menos glamouroso.