Originais ou ouvidas por aí.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Cenas
Venho só dizer olá. Ontem fiz 17 km no monte, estou toda partida. Fui tomar o pequeno-almoço ao café hoje, para me recompensar. Já pus uma foto muito engraçada de um ecrã verde para animar a manhã. E hoje quando cheguei ao trabalho tinha 59 emails de pessoas raivosas a pedirem para serem removidas de uma distribution list, que fizeram reply to all, muito engraçado também, ri-me bastante logo de manhã cedo. Animem-se, temos um feriado esta semana. Nem que tenham de ir trabalhar, recebem mais dinheiro. E para já isto, que é segunda-feira e não há energia para muito mais.
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Dúvidas
Dúvida da semana: qual é esta nova obsessão dos trails com oferecer porcos? Sim, porcos inteiros vivos. Começou por ser um trail há uns meses atrás a oferecer um porco à equipa mais numerosa, e agora só vejo trails que dão porcos de prémio. Se calhar não é nada de mal, mas não consigo lidar com isso. Que dêem antes um presunto, como também já vi, ao menos o porco já vem pronto a comer e evita-se mais sofrimento desnecessário. Sabe-se lá que vão fazer com o porco. Tantos prémios para oferecerem e tinham de se lembrar disto. Fico mesmo transtornada.
quinta-feira, 19 de abril de 2018
Cápsulas nunca mais!
Desde aquela situação com as cápsulas, que me apercebi que acumulava quilos e quilos de cápsulas, que aquilo me começou a incomodar. A partir daí, só via plástico e plástico a ser deitado fora todos os dias, mais plástico inútil a ser desperdiçado por causa de um único café. Até que decidi que não queria mais aquela máquina. Decidi comprar uma máquina de café em grão, onde apenas se usa uma embalagem por cada quilo de café. A máquina é cara, sim, mas é um investimento inicial que se vai amortizando ao longo do tempo, porque o café fica pelo menos a um terço do preço. E o que se poupa em plástico e consciência pesada, vale bem o preço da máquina. Estou muito contente com esta decisão.
Bem-vinda, Primavera
A chuva não me incomoda. Não me queixo quando chove, especialmente este ano com a seca que tivemos, mesmo com meses seguidos de chuva e tempestades, nunca me queixei. Até porque tento que isso não limite a minha vida. Vou onde tiver de ir, se ficar molhada, paciência. Eu gosto de chuva e suporto bem melhor a chuva do que o frio. Mas tenho de admitir que este tempo de sol me está a dar um ânimo extra. Vou finalmente poder abrir as janelas do sótão, janelas de telhado que ficaram fechadas o inverno inteiro senão entra água, e arejar o espaço. Posso pôr o casacos de inverno todos lá fora a apanhar sol para finalmente (acho eu) os guardar e dar lugar aos casacos mais leves. Já comecei a fazer a spring clean e a lavar mantas e almofadas e tapetes. Troquei os lençóis polares por outros mais finos e julgo que na próxima semana já poderei deixar os pijamas polares também (tenho muito frio a dormir, ok?). Já pus o pátio com a configuração de verão, cadeiras e sofás cá fora para poder começar a usar. AS tolhas já podem também arejar cá fora em vez de secarem em cima do aquecedor. Acho também que posso arrumar aquecedor e desumidificador. Tenho mais vontade de correr quando chego do trabalho (correr com frio é complicado) e comecei a treinar à semana de novo. Até os gatinhos só querem estar lá fora agora. Agora é aproveitar antes que venham as temperaturas de 30 graus e um gajo fique farto do calor.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Testamento digital
Hoje é dia de falar sobre morte. A morte e a internet, mais especificamente. O que vai ser feito das nossas coisas na internet quando morrermos? A mim aborrece-me pensar que as minhas coisas podem ficar na internet para sempre. Por isso, no gmail, o meu testamento está definido: depois de 9 meses sem actividade, a minha conta será apagada. Não sei se existe o mesmo nas redes sociais, no linkedin, facebook, instagram. Tenho de verificar e configurar. Eu acho super deprimente aqueles perfis de pessoas que já morreram e onde as pessoas vão escrever coisas. Não quero que isso aconteça comigo, quero que tudo desapareça da internet. E vocês, querem perdurar para sempre na internet ou querem desaparecer sem deixar rasto?
terça-feira, 17 de abril de 2018
Rags-to-riches
O instagram sabe que gosto de crossbody bags e por isso decidiu sugerir-me uma mala Hermès Vintage. Giríssima, mas que custa cerca de 12000 euros. *forever sad*
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Manias
Nunca tiro sapatilhas ou outro calçado com cordões com os cordões desapertados. Posso estar com muita pressa ou ter os pés todos molhados ou outra situação urgente mas tenho de desapertar sempre os cordões. Nas raríssimas situações em que fiz isso na vida por alguma razão de força maior fui logo a seguir pegar nos sapatos para desapertar os cordões e guardá-los desapertados, naturalmente.
O fantástico mundo da internet
Eu sou uma crazy cat lady. E como crazy cat lady que se preze, também sigo no facebook algumas páginas de ajuda aos animais (no instagram também só sigo contas de gatinhos. E depois?). E quase sempre quando alguém pede ajuda para um animal ou quando anunciam alguma melhoria em relação às condições dos animais, aparecem sempre os trolls do costume a dizerem coisas como ‘e os sem abrigo todos? Ajudar esses é que era’ ou ‘e as crianças que morrem de cancro, não precisam de ajuda também?’ ou ainda ‘se se preocupassem com os velhos que estão sozinhos é que era’, de entre uma panóplia de outros assuntos que são sempre mais importantes. A questão é, as pessoas não podem preocupar-se em ajudar os animais e ajudar na mesma essas outras pessoas todas? Acho que dá para fazer tudo em simultâneo, não é mutuamente exclusivo. Só se essas pessoas forem lerdas e só conseguirem fazer uma coisa de cada vez, que até acredito que seja possível, mas o resto do mundo não é assim. Há sempre alguma coisa melhor para ajudar. Mas por esse prisma, era preciso primeiro escolher a coisa mais importante do mundo. Sei lá, as crianças que morrem de doenças, pronto. E só quando deixassem de morrer crianças com doenças é que se podia ajudar os velhos que estão sozinhos. E só quando não houvesse velho algum sozinho no mundo é que se passava aos sem abrigo. E assim sucessivamente. E já viram se demorávamos 40 anos a tratar das crianças que morrem com doenças? Todos os outros problemas do mundo ficavam à espera durante 40 anos para que pudéssemos tratar deles finalmente. Porque só se podiam ajudar as crianças que morrem de doenças, não se pode ajudar mais ninguém em simultâneo, é a coisa mais importante do mundo. Ia ser como nas filas do supermercado agora. Até chegar a minha vez, adulta saudável e sem filhos, depois de passarem todos os casos prioritários é um filme.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Actualidade
Descobrir a Cuba mais genuína
A Cuba mais genuína não é um país comunista onde a maioria das pessoas são extremamente pobres?
quinta-feira, 12 de abril de 2018
Eat or eat not, there is no try
Acho que já mencionei aqui que não como carne, como peixe e vegetais. Desde que deixei de comer carne, já não tenho aquela ideia de que para uma refeição ser refeição é preciso sempre um naco de carne, ou peixe, vá. É a mais importante ideia pré-concebida que é preciso ultrapassar para ser fácil deixar de comer carne e não sentirmos falta dela. E, por isso mesmo, nunca procurei substitutos da carne para as refeições. Não como tofu, nem seitan, nem essas coisas estranhas todas que há. Consigo comer uma massa com cogumelos e ficar satisfeita. Ou crepes de legumes. Ou legumes à brás. Mas, uma ou outra vez, por curiosidade, já comprei alguns desses produtos para experimentar. E percebi que isso não é para mim. Uma vez experimentei uns hamburgueres de feijão e eram horríveis. Esta semana comi finalmente uma alheira vegetariana que tinha lá em casa há algum tempo. Visualmente parecia contraplacado metido dentro de um tubinho de plástico muito fininho. Olfactivamente era igual, também cheirava a contraplacado. E vai-se a ver e também sabia a contraplacado. Até fui ver a composição para ver se tinha lá madeira, mas era soja e trigo e outras porcarias. Estranhamente a minha cadela adorou. Que isto me sirva de lição, não vale a pena ser curiosa e experimentar substitutos manhosos de carne, quando eu nem sequer tenho necessidade disso. Vou continuar com os tradicionais legumes e peixe, como sempre.
Dúvidas
Dúvida da semana: todas as coisas que pesquiso na internet aparecem depois em publicidade nas redes sociais, nos anúncios dos lados das páginas da internet ou noutro sítio qualquer, a entrar pelos nossos olhos dentro. A minha dúvida nesta situação é: será que TODAS as coisas que procuro estão a pagar publicidade? Acho incrível como seja o que for que eu procure, umas sapatilhas, um casaco, uma máquina de café, um móvel, aparece-me tudo, mas tudo mesmo, igualzinho, em publicidade. Expliquem-me como se eu fosse muito burra porque não sei muito bem como funciona esta situação da publicidade na internet. Publicidade em princípio é paga, certo? Isso quer dizer que há sempre alguém a pagar publicidade de exactamente todos os produtos que eu procuro? Ou é publicidade grátis? Se eu procurar um lápis também vai aparecer? E um pacote de arroz? E quem paga isso, a Staples e o Continente? Que mistério.
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