quarta-feira, 21 de março de 2018

Obrigadinha, gatos.

Ontem encontrei o trigo que procurava, numa loja de rações. Comprei um saco de 1 kg. Cheguei a casa, pousei na mesa da sala e fui sair de novo cerca de meia hora.
Quando cheguei, era este o cenário.


Actualidade

Claire’s declara falência nos EUA. Operação em Portugal mantém-se

Todas as vezes que passo por uma loja Claire's me pergunto como é que aquilo se aguenta. Só vende trampa e nunca tem ninguém a comprar. Um fenómeno, os anos todos que tem durado.

terça-feira, 20 de março de 2018

Top 3

Eu não sou muito de vídeos, mas há alguns que me dão sempre vontade de rir.
Fica aqui o meu top de todos os tempos, caso estejam interessados em visualizar. Não será nada de novo para ninguém certamente, mas sempre dá para animar o pior dia da semana.




1-Paulo Portas







2-Drone da Marinha Portuguesa







3-Remi Gaillard



segunda-feira, 19 de março de 2018

Divagações de uma segunda-feira preguiçosa

Hoje não tenho nada para dizer. Quer dizer, tenho mas não me apetece. Apetece-me só escrever assim coisas à sorte. Pode ser? Estou a obcecar com almofadas de trigo e lavanda. Ando à procura dos materiais para fazer uma. Encontrei lavanda por sorte. Quero ver onde arranjo agora grãos de trigo... Lembro-me de cada coisa. De resto, estou com sono e quero ir embora. E estou toda partida de um trail que fiz ontem. Estava aqui também irritada com aqueles sites de lojas que têm as fotos dos produtos e depois carregamos no botão de zoom para ver melhor e abre uma janela nova com uma foto igual à do site ou ainda mais pequena. Sabem quais são? Não vos irritam também? Depois de almoço, estava indecisa entre comer um donut de chocolate e um palmier. Pensei, pensei, pensei e escolhi o palmier. Porque não tinha a cobertura de chocolate e achei que não era tão mau. Fui ver depois as calorias à internet e: donut de chocolate - 200; palmier - 440! Parece que foi fail. Mas essa estimativa também deve estar errada de certeza. Para derreter isto tenho de correr uns 6 km ou mais. O que não mata, engorda. Ou whatever. Boa semana!

Gatinhos


sexta-feira, 16 de março de 2018

Escrita automática*


https://observador.pt/especiais/eles-mataram-me-em-vida-o-inferno-nas-testemunhas-de-jeova/


Bom artigo para ler acerca das Testemunhas de Jeová. Não sei se será a verdade toda, mas alguma será certamente.
Já sabia que eram uma seita e sabia muitos dos factos mencionados no artigo, mas há várias outras coisas que desconhecia. Quando era criança/adolescente, uma amiga de uma amiga minha fazia parte desse culto e eu acabei por saber algumas das regras. Nessa altura lembro-me que o mais estranho para mim foi saber que não festejavam os aniversários. Aliás, a rapariga não sabia nem a sua própria data de nascimento, tinha de ir ver ao BI. O artigo fala de muitas coisas novas para mim, novas e assustadoras, muito más, terror psicológico quase, um horror.
Cada um sabe de si e não gosto de julgar ninguém pelas suas escolhas. Diferentes percursos e experiências de vidas levam a caminhos diferentes, nem toda a gente tem as mesmas oportunidades, mas sinto sempre pena de pessoas que se deixam levar por seitas que se aproveitam da fragilidade e/ou desconhecimento das pessoas. Todas as religiões têm regras que achamos estúpidas (não comer carne, não cortar o cabelo, não fazer transfusões de sangue, etc.) mas há decididamente umas piores do que outras.
As religiões são uma fonte de conflito e de restraint – não consigo encontrar a palavra certa em português - das pessoas, e cada vez mais eu quero distância. Mas lá está, cada um sabe de si e até acredito que em alguns casos possa ser uma ajuda para as pessoas, porque precisam de algum tipo de suporte psicológico que não encontram noutro lado.
Os meus pais são pessoas muito católicas e educaram-me nessa fé, naturalmente. Uma pessoa cresce e faz as suas próprias escolhas e decisões, e sabe no que acredita e não acredita. Mas a educação que tivemos em crianças limita-nos imenso, por mais que queiramos esquecer ou até renegar isso. É difícil cortar amarras com o que nos ensinaram ao longo de uma vida. A culpa judaico-cristã deixa marcas para sempre. E depois vejo amigas minhas que nem querem saber de religião para nada a baptizarem os filhos e a pô-los na catequese. Para quê? Porque foi assim que fizeram com elas? Porque é o que é suposto fazer? Porque têm medo que se morrerem não vão para o céu? Não compreendo.
Eu criei anti-corpos religiosos quando fui a Fátima a pé. Era uma coisa que há algum tempo queria fazer, uma experiência que queria ter. O problema é que só há grupos religiosos a fazê-lo, não é bem como ir a Santiago de Compostela, e então tive de ir com um, apesar de ter explicado que não ia participar em terços nem missas nem nada disso. Levaria muito a tempo a contar todos os pormenores, mas vim embora a odiar todas as pessoas das igrejas, os próprios padres, frades e esses todos, e os crentes obcecados também. As coisas que eu ouvia quando as pessoas se queixavam de dores ou quando diziam que não aguentavam. Aquilo está ao nível de uma seita, não se enganem. Não imaginam como foi quando eu ao terceiro dia disse que ia ficar a descansar porque me doía um pé e não conseguia caminhar. A lavagem cerebral, a pressão, a tanga de que ‘a fé cura tudo’ e que ‘a dor passa quando chegarmos lá’. Eu fiquei horrorizada, confesso. Eu estava lá e nem conseguia acreditar que aquilo era real e dito por pessoas que aparentemente pareciam normais. O problema disto tudo é quando apanham pessoas fracas que se deixam levar por estas coisas, vão aos limites e aranjam problemas de saúde perfeitamente evitáveis. Mas vamos deixar isto para outro dia, teria material para páginas e páginas de escrita.
Resumindo, depois desta experiência fiquei vacinada contra religiões. Não sei o que me reserva o futuro, já aprendi a não dizer ‘desta água não beberei’ porque nunca se sabe, mas, se Deus quiser e me reservar alguma claridade de espírito até ao fim dos meus dias, julgo que continuarei afastada de extremismos e obsessões (e não só religiosos. E aquela malta do yoga que também nos tenta evangelizar? Ui, mais material de escrita infinito).




*numa alusão à técnica surrealista onde se escreve tudo o que nos vem à cabeça, sem pensamento consciente, já que este post está uma salgalhada tremenda, ia ser só a partilha de um artigo e olhem no que deu.

É preciso agir

The only thing necessary for the triumph of evil is for good men do nothing.





É um cliché, eu sei, mas há situações em que é a frase que mais se adequa.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Actualidade de novo

Picha e Venda da Gaita. Estas são apenas duas das terras portuguesas com os nomes mais estranhos






A sério que ainda se escrevem estes artigos em 2018?

Actualidade


A mesma fonte explicou a mulher tinha embarcado anteriormente e passado com a arma em dois aeroportos europeus, incluindo o de Frankfurt, na Alemanha, reconhecido como um dos mais seguros da Europa, antes de aterrar em Lisboa, para apanhar um voo de ligação para os EUA.


Eu já saí de Munique, parei para escala em Frankfurt e cheguei ao Porto pela Lufthansa sem que nunca ninguém me tenha pedido o cartão de cidadão. Eu podia ser uma terrorista em fuga que conseguia fugir tranquilamente. Isto não me parece muito normal num aeroporto supostamente tão seguro. Não é falta de segurança propriamente dita, porque eu fui revistada e tudo mais, mas é uma falha grave.

quarta-feira, 14 de março de 2018

terça-feira, 13 de março de 2018

Modas

Odeio marmitas. Odeio andar carregada com sacos de comida. Odeio andar carregada de tupperwares. Odeio ter de lavar a loiça depois de comer. Odeio almoçar na empresa com as mesmas pessoas, no mesmo sítio, sem apanhar ar lá fora, ir ver o mundo. Hora de almoço é para sair da empresa. Numa empreesa onde trabalhei tinha só meia hora de almoço e tinha de levar sempre comida e não era nada feliz. Essa moda de querer obrigar as pessoas a comerem na empresa, porque é saudável e mais barato e não sei que mais, não é mesmo para mim.

Back to hell

Semana passada, por uma infelicidade de percursos, fui obrigada a passar pela zona do Campo Alegre. Já não me lembrava o pesadelo que aquilo era. Andei lá na faculdade e investi ali boas horas de vida no trânsito ao longo desses anos. Semana passada fiquei presa mais umas horas de vida no trânsito de lá. Que isto me sirva de lição e fique mais uns bons anos sem passar de novo naquele inferno.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Ainda a Assunção Cristas

http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/25697/tourada-o-bailado-ferros-de-assuncao-cristas


A opinião de um cidadão é permanentemente permitida, quando não do ponto vista moral, ao menos do constitucional, mas devo admitir que as palavras de Assunção Cristas me causaram asco. Atrevo-me até a afirmar que a senhora quase obriga ao saudosismo das decisões irrevogáveis de Paulo Portas. -> melhor coisa da semana até agora


(ok, vou parar de ler notícias e comentar)
Não tenho tempo para ir a tudo e não sou suficientemente aficionada,» explicou Assunção Cristas. As declarações polémicas vieram depois, quando Cristas afirmou que «talvez» tenha pena dos animais se pensar «muito, muito, muito, muito». Afirmando que olha para a tourada «como um bailado».


Eu não preciso de pensar muito, muito, muito para perceber que esta tipa é uma idiota. Um novo ódio de estimação.