terça-feira, 12 de setembro de 2017

Safety first

E aquelas embalagens com fecho de segurança para crianças que nem os adultos conseguem abrir? Raios partam!

Dúvidas

Dúvida da semana: hoje em dia, para se ser fixe é preciso ter um SUV?

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Gatinhos


Desconversando


No dia nacional de Andorra, Marcelo Rebelo de Sousa desceu em passo acelerado um caminho ao longo de uma encosta, com pedras soltas, até ao Santuário de Nossa Senhora de Meritxell, onde assistiu a uma missa em honra da padroeira do principado.
"Agora viramos à direita, coisa que eu em Portugal já não faço há algum tempo", observou a certa altura, acrescentando: "De vez em quando faço, mas a direita não nota. Eu quando viro à direita em Portugal, a direita está distraída a bater na esquerda, não nota. Em vez de aproveitar, não nota".
Antes, quando lhe sugeriram que se aproximasse da beira da ravina para tirar uma fotografia, o chefe de Estado declarou que essa sugestão só podia partir de alguém "feito com a oposição" e interrogou: "Quem será a oposição ao Presidente que ama todos os portugueses?".
Depois, deu a resposta: "Não há oposição. Tem de ser alguém muito distraído. Com quotas de popularidade de 80 e tal por cento, tem de ser alguém muito distraído".
À conversa com o ministro do Interior de Andorra, Xavier Espot Zamora, Marcelo Rebelo de Sousa falou do início do seu percurso político e considerou que "a política é difícil em todo o lado e, sobretudo, é cada vez mais difícil".
No início deste percurso, o Presidente da República encontrou portugueses, entre os quais uma jovem enfermeira que lhe pediu "para lutar pelos enfermeiros em Portugal". O Presidente da República retorquiu: "Vou recebê-los, vou recebê-los", numa referência aos encontros que terá na próxima semana, no Palácio de Belém, com as ordens profissionais ligadas à saúde.
No final, já no Santuário, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a encontrar emigrantes e, enquanto tirava sucessivas fotografias com os portugueses, comentou a situação nacional declarando: "Aquilo está a crescer, a crescer, a crescer. Turistas, turistas, turistas".


Eu não sei se isto é verdade, ipsis verbis. Mas se é, ele anda a beber...?

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

República das bananas

Pena suspensa para mulher que afogou filho de 6 anos no Douro

Os factos remontam a 2009, quando a arguida “decidiu matar o seu filho de 6 anos de idade e suicidar-se de seguida”. Condenada por homicídio a oito anos e três meses de prisão, viu a sentença confirmada pela Relação e, agora, alterada pelo Supremo.


De facto, o crime compensa em Portugal.

Luxos


Sou eu a única a achar que os preços da mobília de exterior são fortemente inflacionados? É um abuso, é tudo super caro, seja onde for (Leroy, supermercados, Ikea, etc.). Vi hoje um mupi com um conjunto de jardim composto por duas cadeiras (super fatelas!) e uma mesa e custava 95 euros. Se quisermos alguma coisita decente nunca menos de 200 e tal. Aqueles conjunto de um ou dois sofás e uma mesa nunca custam menos de 200 e tal euros, e isto os mais baratos. Facilmente isso vai para os 300 ou 400, e ainda de gama média. Se quisermos bom material, já temos de desembolsar quantias bem consideráveis, de 500, 1000 ou mais euros. Já vi vários conjuntos de 1000  e tal euros, mas de facto nota-se que são bons e grandes e confortáveis e tudo. Não sei se as lojas assumem que quem tem espaço exterior é rico e pode pagar isso, mas não, decididamente não.

Frustrações


Hoje, devido a uma problemática recente, vou expor aqui uma grande frustração minha de há muitos anos. É nunca conseguir ir a concertos das bandas que eu gosto. Comecei a gostar de metal cedo e nunca tive amigos que também gostassem. Há uma ou outra banda que lá vou arranjando companhia (Moonspell por exemplo, arranjo sempre) mas para outras bandas menos conhecidas e mais alternativas ninguém gosta/conhece/está interessado. Então sempre que há concertos eu fico super triste porque nunca arranjo ninguém para ir e nunca consigo ver as bandas de que gosto.
Agora aproximam-se concertos de Moonspell, Lacuna Coil, Epica e Therion. Para Moonspell tenho companhia, para Lacuna Coil também arranjei por milagre, mas para os outros dois nada. E eu queria mesmo ir ver. Estava a pensar na possibilidade de ir sozinha, mas não sei... Não deve ter nada de mal, é só um concerto, pronto, mas é preciso ultrapassar essa barreira mental. Deve ser como ir ao cinema sozinha. A primeira vez foi difícil. Depois comecei a adorar e agora prefiro mesmo ir sozinha do que com outras pessoas e vou muitas vezes. Se calhar compro já o bilhete e depois tenho essa desculpa de não perder o dinheiro para me obrigar a ir. Ou, no pior dos casos, perco 25 euros.
Porque é que eu só conheço totós que gostam de músicas indieprimentes? Aaaarrrrrggggghhhhhh

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Caixinhas.




Estudos

E aqueles estudos parvos que se vêem aos pontapés hoje em dia, tipo 'pessoas que se atrasam são mais criativas' ou 'pessoas com mau feitio vivem mais tempo' ou 'pessoas desorganizadas são mais inteligentes'? A sério que há pessoas que perdem tempo a fazer estes estudos? A sério que há pessoas que acreditam nestes estudos e os usam para desculpar as suas falhas ou para exaltarem as suas virtudes? Isso são só clickbaits, pessoas.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Conselhos sábios da internet


CGD

Ontem ao almoço fui à CGD tentar resolver uma situação. A situação de fechar a minha conta lá. Isto foi a única coisa que me animou no meio de tudo, saber que as minhas idas a esse banco vão terminar. Cheguei lá por volta das 12h e saí de lá por volta das 13h. Uma hora de espera, portanto. Uma hora de espera para nada, porque não tratei de nada, simplesmente tive de vir embora porque senão nem conseguia almoçar. Várias senhas, lá escolhi a que me parecia mais adequada - Outros assuntos. A senha dos Outros Assuntos estava no número 35 e eu era o 48. Iludi-me e pensei que provavelmente grande parte destas pessoas que tiraram essa senha tiraram por engano, que aquelas pessoas todas que estavam ali deviam ser para a caixa, para depositar dinheiro, já que todos os velhinhos vão depositar dinheiro à caixa do banco porque não sabem fazê-lo no multibanco. É verdade que muitos deles eram para a caixa, onde estava uma funcionária que se movia à velocidade de uma lesma. Cerca de 10 minutos para cada pessoa que, pensando que é só meter o dinheiro na máquina que o conta e imprimir um talão para assinar, é uma eternidade. Mas aos poucos, as pessoas que iam para a caixa lá iam desaparecendo, até que começaram a ir para a caixa pessoas que tinham chegado depois de mim. Foi aí que percebi que estava lixada. Todas as outras 12 pessoas iam ser atendidas pela única funcionária que estava numa sala. Contando que ela apenas atendeu um casal no tempo todo em que lá estive e, só mesmo no fim antes de eu me vir embora, chamou finalmente outra pessoa, percebi que nem que estivesse lá até aquilo fechar me conseguiria despachar.
Quando vou a outros bancos, raras vezes, devo dizer, nunca é assim. Despacho-me rápido, apesar de haver pessoas à minha frente. Só na CGD parece o fim do mundo. Isso leva-me a pôr algumas hipóteses:
-ou eles têm muitos mais clientes do que os outros bancos
-ou os clientes deles são muito mais limitados e precisam de muita ajuda presencial
-ou os funcionários são muito mais lentos do que os de outros bancos.
Ou então é uma mistura destes três factores em simultâneo.


PS: este post estava escrito desde ontem. Entretanto fui hoje de manhã de novo a uma agência, outra agência, e a coisas correram melhor. Ainda que estivesse na mesma muita gente à espera, os funcionários pareciam mais despachados. A máquina das senhas estiva avariada e tivemos de estar todos em fila indiana a aguardar a nossa vez, mas o serviço foi mais rápido e chegou a minha vez num instante e finalmente tratei de tudo. Ufa!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Saramago



José Saramago, Nas Suas Palavras

Dúvidas

Dúvida da semana, desta vez especialmente dirigida a mulheres que saíram de uma relação longa e estão noutra: com este segundo namorado/marido/companheiro/wtv também tiveram de fingir que eram perfeitas no início? Sabem, aquelas cenas tipo as mulheres não fazem cocó, não dão puns, não andam por casa com roupa velha e larga, andam sempre impecavelmente maquilhadas, etc. Também têm de passar por esse fingimento no início ou já não há paciência para isso? Juro que tenho esta dúvida há imenso tempo. E não digo isto com maldade, é uma dúvida honesta, eu própria já passei por isso, como muitas mulheres que conheço, e sei o alívio que é poder finalmente parar de fingir e sermos simplesmente nós próprias. Mas no início não há muita confiança e queremos parecer perfeitas, julgo que é normal. Eu sei que corro o risco de aparecer por aí uma feminista qualquer a mandar-me hate comments, mas queria mesmo saber. É que hoje em dia penso que não teria paciência de passar por isso tudo de novo, mas não sei bem como é. E digo mulheres porque apenas partilho estes comentários com mulheres, sinceramente não faço ideia se os homens também são assim, nunca ouvi nenhum queixar-se disso mas se calhar também são iguais e eu estou a discriminar.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Bimby low cost


Poucos leitores que me lêem e que nem sequer comentam muito (já sei que provavelmente não vou obter respostas, mas eu não desisto), que opinião têm daquelas máquinas de fazer sopa, tipo a da fotografia? São relativamente baratas, entre 50 e 100 euros, dependendo da marca, mas será que valem a pena? Alguém tem ou conhece quem tenha e tem alguma opinião para partilhar? Confesso que me parecem interessantes, apesar de aquilo ser apenas uma máquina com uma varinha mágica incorporada, mas se depois não fizerem a sopa como deve ser, não vale a pena. Já li algumas críticas nos sites que dizem que não trituram bem os legumes, mas outras diziam bem, por isso não sei bem o que pensar.



Final Destination


Quinta que resistiu aos incêndios de Pedrógão foi destruída pela chuva




Isto quase que parece o plot do Final Destination.